A empresa EnergSolar ajuda-o a lançar candidaturas ao Fundo Ambiental de Eficiência Energética

Se pretende uma melhoria da eficiência energética da sua casa, ainda vai a tempo de aproveitar a comparticipação do Estado do Fundo Ambiental, em vigor até às 23 horas do dia 31 Março 2022.

Para mais informações contacte a empresa EnergSolar, na Rua Francisco Moreira, n.º 55, 4780-474 Santo Tirso. Por email energsolar@sapo.pt ou tlm. 963850769.

Recorde-se que o “Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis”, do Fundo Ambiental, comparticipa (entre 65% e 85%) a substituição de janelas, isolamentos térmicos, cobertura de paredes e pavimentos, instalação de bombas de calor, sistemas solares térmicos, portas de entrada, monitorização e controlo inteligente de consumo de água, entre outras possibilidades que a empresa EnergSolar lhe pode ajudar.

O “Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis”, do Fundo Ambiental, lançado no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência, já financiou mais de 25 milhões de euros.

Face à elevada procura pelo Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis foi reforçada a dotação desta 2ª Fase do Programa em mais 15 milhões de euros, que aumentou para um total de 60 milhões de euros.

Centro Social de Calendário celebra 40º aniversário num evento onde será apresentada a nova imagem

Após 40 anos com a mesma atuação, o Centro Social de Calendário tomou a decisão de alterar a sua imagem por completo. Uma imagem mais atual e minimalista.

No dia 16 de julho, o Centro Social de Calendário convida-o a marcar presença no evento onde será apresentada a sua nova identidade corporativa, celebrando em simultâneo os seus 40 anos.

Promete uma tarde repleta de animação, bons momentos e muitas novidades.

Junte-se à instituição e venha fazer parte do Centro Social de Calendário.

Dia 16 de julho, pelas 16 horas, visite o CSC.

Beber cerveja faz bem aos intestinos e não engorda, garantem investigadores do Porto

Investigadores do Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS), no Porto, concluíram que “beber cerveja faz bem à microbiota intestinal”.

Em comunicado, o CINTESIS revela hoje que o estudo, publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry e que também envolveu investigadores da NOVA Medical School – Faculdade de Ciências Médicas, concluiu que “beber cerveja faz bem à microbiota intestinal”. “O consumo de cerveja contribui para a melhoria da composição da microbiota intestinal, fator que tem sido associado à prevenção de doenças crónicas muito comuns, tais como a obesidade, a diabetes e as doenças cardiovasculares”, salienta o centro. No decorrer da investigação, a equipa recrutou homens saudáveis, entre os 23 e 58 anos, para participarem num ensaio, ao longo de quatro semanas, que consistia em beber diariamente 330 mililitros (ml) de cerveja, com ou sem álcool.

Os resultados provaram que o consumo de cerveja, bebida que resulta da fermentação de cereais, “aumenta a diversidade da microbiota intestinal, sem aumentar o peso e a massa gorda”. Ao mesmo tempo, os investigadores concluíram que a ingestão desta bebida “não interfere significativamente em biomarcadores cardiometabólicos”, como a glicose, colesterol e triglicéridos. “Curiosamente, a fosfatase alcalina, um importante biomarcador de danos no fígado, rins e ossos, diminuiu no decurso do ensaio”, salienta o CINTESIS, acrescentando que o benefício da cerveja na saúde intestinal “provou ser independente do teor alcoólico”, ou seja, ocorre quer a cerveja tenha álcool ou não.

Os investigadores acreditam que o efeito benéfico da cerveja poderá estar ligado com os polifenóis presentes na bebida, à semelhança do que acontece com o vinho tinto. Citados no comunicado, os investigadores salientam que o estudo “vem demonstrar que este tipo de bebidas ricas em polifenóis, no caso a cerveja, é uma abordagem interessante para aumentar a diversidade da microbiota intestinal”. O estudo, que foi liderado pelas investigadoras Ana Faria e Conceição Calhau, contou ainda com a participação de outros especialistas do CINTESIS.

Famalicão: Ministério Público quer que alunos proibidos de frequentar Cidadania fiquem à guarda da escola

Nas alegações do processo de promoção e proteção dos dois alunos, a que a Lusa hoje teve acesso, o MP no Tribunal de Família e Menores de Famalicão diz que aquela é a única medida “que se apresenta como do superior interesse dos jovens e com potencial a, definitivamente, afastar situação de perigo existencial dos mesmos”.

Em causa estão dois alunos, irmãos, que frequentam o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, em Famalicão, distrito de Braga, e cujos pais os impedem, desde o ano letivo 2018/2019, de frequentarem a disciplina Cidadania e Desenvolvimento.

Os pais alegam que a educação para a cidadania é uma competência deles e sublinham que lhes suscitam “especiais preocupação e repúdio” os módulos “Educação para a igualdade de género” e “Educação para a saúde e sexualidade”, que fazem parte da disciplina em questão.

Dizem ainda que os restantes módulos da disciplina são uma “perda de tempo”.

Nos últimos quatro anos, os alunos, que são de excelência, foram dados como “chumbados”, por causa das faltas àquela disciplina, mas, por decisão do Ministério da Educação, têm transitado, de forma condicionada, de ano, enquanto se aguarda pelo desfecho dos processos judiciais relacionados com o assunto.

Entretanto, o assunto passou também para a alçada do Tribunal de Família e Menores.

Nas alegações, o MP considera que os pais “põem em perigo” a formação, educação e desenvolvimento dos filhos, adiantando ainda que há o perigo de os jovens sofrerem “maus-tratos psíquicos”, “não receberem os cuidados ou a afeição adequados às suas idades” e “estarem sujeitos a comportamentos dos pais que afetam gravemente o seu equilíbrio emocional”.

Além disso, acrescenta o MP, há o perigo de retenção e de consequente dificultação de acesso ao ensino superior, quando em causa estão “alunos de excelência, com um percurso académico irrepreensível”.

Diz que fica também em perigo a formação em matérias como direitos humanos, igualdade de género, saúde, sexualidade, segurança, defesa, paz e bem-estar animal, entre outras.

O MP considera que a atitude dos pais pode configurar “coerção emocional”, além de dar “exemplo de foras da lei, que decidem não cumprir, decidindo em causa própria como se juízes fossem”.

“Atuam como agentes de infrações”, acrescenta.

Alerta ainda que os alunos em questão podem ser vítimas de ‘bullying’ por parte da restante comunidade escolar que respeita as leis, “o que já vem acontecendo nas redes sociais”.

“Os pais parecem ignorar que a criança ou o jovem é um ser autónomo, com autonomia jurídica”, lê-se ainda nas alegações do MP.

Por tudo isto, o Ministério Público quer que os alunos sejam colocados à guarda da escola, apenas durante o período escolar.

“A medida que se configura como efetivável a ultrapassar o impasse da situação de perigo, passado, presente e futuro, será a de confiança a pessoa idónea, no concreto circunstancialismo, a confiança dos jovens à entidade mais indicada para o concreto perigo: a própria Escola. A colocação dos jovens, apenas durante o período escolar, sob a guarda da própria escola”, refere o MP.

Especifica que a escola, na pessoa do diretor do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, Carlos Teixeira, e/ou da interlocutora da primeira linha, a psicóloga Marta Silva, “serão as pessoas de quem se não duvida da idoneidade, até pelas funções que lhes estão confiadas.

Segundo o MP, uma medida de apoio junto dos pais não se afigura viável, porque os perigos foram criados pelos próprios pais.

Da mesma forma, o MP diz que não é possível uma medida de apoio junto da família, “porque nenhum familiar se prontificou a mediar uma solução, talvez por conhecerem o feitio contumaz” do pai dos alunos.

Contactado pela Lusa, o pai dos alunos, Artur Mesquita Guimarães, disse que está marcada para terça-feira uma audiência de julgamento no Tribunal de Família e Menores de Famalicão.

“Naturalmente que não concordamos com estas alegações e amanhã [terça-feira] diremos de nossa justiça”, acrescentou.

Os alunos têm 14 e 16 anos e vão frequentar, em 2022/2023, o 9.º e o 11.º anos, respetivamente.

Famalicão: Temperaturas vão até aos 38 graus na próxima semana

Em Famalicão, as temperaturas vão voltar a subir na próxima semana, devendo sábado ser o dia mais quente.

Segundo a previsão, o aumento das temperaturas vai começar a fazer sentir-se a partir de quinta feira, altura em que estão previstos 35 graus. Na sexta esperam-se 37 e sábado 38.

Precisamente a partir de quinta-feira arranca em Vila Nova de Famalicão o festival da cerveja artesanal (Famalicão Beer Fest), na Praça da Cidadania, junto ao Parque da Devesa. (entrada nas proximidades da CESPU e Centro Coordenador de Transportes).

Barcelos: Homem morre em acidente de mota na N103

Um homem, com idade entre os 45 e os 50 anos, morreu na madrugada deste sábado, na sequência de um acidente de mota, em Encourados, Barcelos, avança o jornal O Minho.

O sinistro aconteceu em plena EN103, quando a mota onde seguia a vítima terá embatido contra a traseira de um veículo.

Apesar dos esforços das equipas de socorro, o óbito acabaria por ser declarado no local.

 

Embalagens ‘takeaway’ de plástico com taxa de 30 cêntimos a partir de agora

As embalagens de plástico de uso único para refeições prontas a consumir – takeaway – estão a partir desta sexta-feira, 1 de julho, sujeitas a uma taxa de 30 cêntimos. A partir de 1 de janeiro de 2023 a mesma taxa será também aplicada nas embalagens de alumínio.

A medida pretende reduzir o uso de embalagens de utilização única, incentivando a introdução de sistemas de embalagens reutilizáveis na restauração.

As receitas da taxa serão dirigidas em metade para o Estado e 40% para o Fundo Ambiental, pode ler-se na portaria.

A medida deveria ter-se iniciado em janeiro, no entanto foi adiada devido à pandemia de Covid-19.