Abertas inscrições para Concurso Lusófono da Trofa – Prémio Matilde Rosa Araújo 2023

Estão abertas as inscrições para a edição de 2023 do Concurso Lusófono da Trofa – Prémio Matilde Rosa Araújo, promovido pela Câmara Municipal da Trofa.

O concurso tem por objetivos fomentar a escrita criativa, valorizar a expressão literária, criar hábitos de leitura e escrita, promover os autores de língua oficial portuguesa e a ilustração na literatura infantil.

Para a edição deste ano, a Câmara Municipal atualizou os prémios monetários. Assim, os autores do melhor conto e ilustração receberão 2.500 euros. O conto vencedor será ilustrado pelo vencedor do prémio ilustração a fim de possibilitar a sua publicação e lançamento nacional.

Os concorrentes podem entregar os trabalhos até 31 de maio. Não serão aceites trabalhos cuja data do carimbo dos correios seja posterior à data limite. Os trabalhos podem, também, ser entregues em mão na Casa da Cultura da Trofa.

Os participantes que se encontrem nos países da CPLP poderão entregar os seus trabalhos, em mão ou por correio, nos Centros Culturais Portugueses dos respetivos países (ver moradas no regulamento). Trabalhos enviados por correio eletrónico não serão validados para efeitos de concurso. Podem ser apresentados trabalhos coletivos e cada candidato pode apresentar um número ilimitado de trabalhos (no caso dos contos).

Outra regra do concurso é que é dirigido a maiores de 18 anos, naturais, naturalizados ou estrangeiros devidamente legalizados e com residência comprovada há mais de 2 anos num dos países da CPLP, com ou sem livros publicados (não há limite de livros publicados).

Recorde-se que o concurso, que tem o apoio Camões-Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., já distinguiu 31 autores (entre escritores e ilustradores) e foram lançados, sob a chancela do Concurso Lusófono da Trofa, 14 livros. O vencedor da edição de 2022, “Bom dia, olá!”, de Raro de Oliveira e ilustração de Filipa Beleza, será apresentado em novembro deste ano.

 

O regulamento pode ser consultado em www.mun-trofa.pt ou em www.instituto-camoes.pt . Para mais informações pode também enviar e-mail para geral@mun-trofa.pt, turismo@mun-trofa.pt ou geral@camoes.mne.pt.

 

 

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Famalicão: Segunda-feira arrancam as obras de recuperação da Bacia do Ave

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, e o vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado, assinalam esta segunda-feira, dia 6 de fevereiro, o arranque das obras de recuperação e valorização hidrográfica da Bacia do Ave, com uma passagem no Rio Pelhe.

Recorde-se que a autarquia famalicense viu aprovada uma candidatura, no valor de 1.2 milhões de euros, para a recuperação e valorização dos rios Ave, Pelhe, Guisande e do ribeiro de Beleco, em Ribeirão. A primeira intervenção a realizar no âmbito deste projeto arranca no rio Pelhe e será executada pela empresa Ambiflora.

Refira-se que o projeto de recuperação e valorização hidrográfica da Bacia do Ave prevê a renaturalização de ribeiras em espaço urbano, sobretudo com a estabilização do seu leito; a estabilização das margens e a beneficiação de habitat para espécies ribeirinhas em domínio hídrico; a melhoria das condições de escoamento e desobstrução da rede hidrográfica; a mitigação dos efeitos das cheias; a reabilitação de infraestruturas degradadas, a contenção de espécies invasoras e o reforço dos sistemas de monitorização da qualidade da água. A intervenção abrange uma extensão total de cerca de 20 quilómetros, atravessando zonas agrícolas/florestais e aglomerados urbanos, com incidência nas freguesias de Ribeirão, Fradelos, Lousado, UF de Vila Nova de Famalicão e Calendário, UF de Esmeriz e Cabeçudos e UF de Arnoso e Sezures.

A candidatura foi apresentada em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e é financiada pelo Portugal 2020, no âmbito do COMPETE 2020, no montante de 1.285.283,60 euros, dos quais 1.284.990,00 são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Projeto da Casa da Música regressa à Trofa

“Holograma”, projeto da Casa da Música, vai ser apresentado entre os dias 9 e 12 de fevereiro, no auditório da Junta de freguesia de Bougado, polo de São Martinho.

Este projeto, desenvolvido pela Área Metropolitana do Porto, e que vai passar por 17 municípios da Área Metropolitana do Porto, pretende possibilitar ao público em geral experiências musicais com raiz pedagógica e educativa.

Cada edição do “Holograma” é especialmente concebida para o Município em questão, com a qualidade artística e os cuidados de produção que são próprios da Fundação Casa da Música.

Na edição deste ano, o projeto “Holograma” apresenta um programa de acesso gratuito, dividido em apresentações para a comunidade escolar, 9 e 10 de fevereiro, e para o público em geral, 9, 10, 11 e 12 fevereiro.

Assim, dia 9, às 9h30 e às 11h00, o espetáculo “Ler” explora a relação entre a voz falada e a música. Num diálogo para que são convocados instrumentos eletrónicos e acústicos, o itinerário passa por vários momentos da História de Portugal, evocando também o prazer e a riqueza que a música nos tem legado ao longo do tempo.

No dia seguinte, também às 9h30 e às 11h00, “Fonte Fontaine” remete a comunidade escolar para as fábulas da infância com reinvenções e desfechos improváveis.

Direcionado para o público em geral e com entrada gratuita, a APPACDM apresenta, nos dias 9 e 12 de fevereiro, pelas 21h00, o espetáculo “Comunidades”.

No dia 10, pelas 21h00, o projeto Holograma apresenta “Sopa d’Urso”, um sexteto composto por Ricardo Folha na voz e guitarra; Xavier Santos na guitarra; Daniel Fernandes no baixo e voz; Sean Kong nos teclados e voz; Eduardo Santos nos teclados e Pedro Coelho na Bateria, que apresenta uma sonoridade pop-rock herdeira de alguns dos principais projetos portugueses revelados nas décadas de 80 e 90. Em 2020 o projeto apresentou o seu trabalho de estreia, “Colher de Pau”. Passados dois anos a banda reinventou-se com a saída e entrada de novos elementos e para breve promete apresentar novo álbum.

No sábado, 11 de fevereiro, dedicado às famílias e ao público infantil – dos 6 aos 12 anos, o espetáculo “Ler”, fará dois concertos no auditório, às 10h00 e às 11h30. À noite, a partir das 21h00, terá lugar o concerto “Solistas da Casa da Música”. Para além de ser um edifício dedicado à realização de concertos de todos os géneros, a Casa da Música é também a “casa” de vários agrupamentos profissionais, que ali ensaiam e se apresentam regularmente, entre os quais uma orquestra sinfónica, uma orquestra barroca, um ensemble de música contemporânea e um coro. Os Solistas da Casa da Música que se apresentam no Holograma são formados por músicos da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, da Orquestra Barroca Casa da Música ou do Remix Ensemble.

No dia 12 de fevereiro, o espetáculo “Fonte Fontaine” apresenta, às 10h00 e às 11h30, o concerto direcionado ao público infantil, dos 0 aos 6 anos.

 

Famalicão: FORAVE entrega prémios do concurso Valorpneu

A Escola Profissional Forave entregou os prémios relativos ao Concurso de Ideias ValorPneu, iniciativa que visa promover a criatividade e o empreendedorismo ao serviço de ideias inovadoras que visem a reutilização de pneus usados, dando-lhes uma segunda vida.

Este ano, a ideia vencedora propõe utilizar a borracha na construção do piso de estrada junto às passadeiras, para provocar a desaceleração e evitar acidentes. A aluna vencedora foi a Isabela Sousa, do Curso de Operador de Distribuição que recebeu um Cheque Prémio no valor de 250€, patrocinado pela ValorPneu.

Foram ainda distinguidas com uma Menção Honrosa as ideias: “Usar a borracha reciclada no revestimento de fios elétricos pelas suas propriedades não condutoras”, do aluno Jorge Daniel Silva, do curso de Manutenção Industrial; e “Construção de caleiras em borracha para escorrer a água da chuva”, dos alunos Tiago Duarte, do curso de Automação e de Bruno Cunha, de Mecatrónica. Os alunos José Pedro, Paulo Ferreira e Alexandra Barros tiveram um prémio de participação com distinção, por estarem entre as 6 melhores ideias.

Este ano houve um aumento de participação na ordem dos 54,9% relativamente ao ano anterior, tendo-se registado na primeira fase do Concurso 110 candidaturas.

A entrega de prémios contou com a participação de Climénia Silva, diretora geral da ValorPneu, de Fernando Pinto da Fonseca, presidente da Assembleia Geral da APIB – Associação Portuguesa dos Industriais da Borracha e de Maria Orminda, responsável pela Locations Communications da Continental.

Recorde-se que a campanha de sensibilização ValorPneu é dirigida a toda a comunidade educativa da FORAVE, envolvendo especialmente os novos alunos que iniciaram o seu percurso escolar. Um dos principais objetivos é alertar os jovens para os impactos ambientais provindos da inutilização de pneus usados e promover uma cultura de sustentabilidade, responsabilidade e de compromisso com o meio ambiente.

Estiveram envolvidas na dinamização da ação, a professora de Físico Química Alexandra Jales, a professora de Gestão Ana Silva e a técnica responsável pela comunicação e imagem da FORAVE, Sara Cruz.

A ValorPneu, como entidade gestora de pneus usados, tem como principal objetivo criar e desenvolver um sistema que permita gerir e processar de forma adequada o fluxo de pneus usados anualmente gerados.

Famalicão: Auto da Barca do Inferno em cena nas Casa das Artes para mais de mil alunos

Mais de mil alunos de turmas do 9.º ano de escolaridade de escolas de Vila Nova de Famalicão são esperados na Casa das Artes, nos dias 9 e 10 de fevereiro, para assistirem à estreia do Auto da Barca do Inferno, um clássico de Gil Vicente, levado a cena numa coprodução AGON/Momento – Artistas Independentes e Casa das Artes.

Trata-se de um espetáculo inserido também no Programa Educativo e Cultural “De Famalicão para o Mundo” e que vai ao encontro da matéria letiva da disciplina de Português do 9.º ano de escolaridade.

O Auto da Barca do Inferno é apresentado no dia 9 de fevereiro com sessões às 10h00 e às 15h00. E repete no dia 10, às 10h00.

Na obra destacam-se não só os percursos e ações de cada “figura-tipo”, mas também a identificação e a intemporalidade, recorrendo à dramatização, à tecnologia e à música como estratégias de aproximação desta obra para o público escolar jovem.

Ficha Artística – Encenação: Filipe Gouveia; Composição e música ao vivo: Paulo Pires; Interpretação: Bárbara Correia, Francisco Lima, Luísa Alves e Sara Maia; Conceção Plástica: Diogo Freitas; Desenho e Operação de Luz: Pedro Abreu; Músicos: Paulo Pires (piano); Luís Correia (baixo); Tiago Baldaia (Percussão); Operação de Som: António Cardoso; Produção: AGON / Momento – Artistas Independentes; Coprodução: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Toda a programação da Casa das Artes e do TNF pode ser consultada, todos os dias, no site (www.casadasartes.org) e nas redes sociais: www.facebook.com/CasadasArtesVNFamalicao e www.instagram.com/casadasartesdefamalicao.

Famalicão: Bailado a partir de “Todos os Nomes” de José Saramago

Na noite desta sexta-feira, a partir das 21h30, há bailado no grande auditório da Casa das Artes, com “Nuestros Nombres”, a partir da obra “Todos os Nomes” de José Saramago
A direção artística e interpretação está a cargo de Filipa de Castro e Carlos Pinillos, numa coprodução Casa das Artes de Famalicão e Companhia Nacional de Bailado.
Com o romance “Todos os Nomes”, de José Saramago, surgiu a ideia de fusionar música e teatralidade em forma de crónicas dançadas. Nuestros Nombres é uma proposta repleta de obras musicais, com o ponto de partida no período romântico acompanhado de Tchaikovsky, Rachmaninov, Liszt, Saint-Saëns ou Schubert, até chegar aos nossos dias com Astor Piazzolla.
Desde o homem que se enamora de uma mulher desconhecida até ao destino inevitável de uma morte segura, tudo se encontra presente em Nuestros Nombres.
Filipa de Castro e Carlos Pinillos, acompanhados pelo Trio Scherzo, propõem uma obra de caráter íntimo, demonstrando que a estética estilizada da dança clássica continua a ser um elemento poderoso de comunicação.

Presidentes de Câmara de Famalicão, Santo Tirso, e Trofa unidos no melhoramento da maternidade do Hospital

A propósito da maternidade do Centro Hospitalar do Médio Ave, os presidentes das Câmaras Municipais de Famalicão, Santo Tirso e da Trofa reuniram-se, esta quinta-feira, com a administração e responsáveis pelos serviços de maternidade, ginecologia e obstetrícia.

O assunto já não é a manutenção da maternidade mas o seu funcionamento. Os autarcas reafirmaram a sua disponibilidade e compromisso em acompanharem a maternidade de Famalicão no seu crescimento qualitativo.

No encontro, o responsável pelo Centro Hospitalar, António Barbosa, agradeceu o empenho dos autarcas na luta pela permanência da Maternidade em Famalicão, que considerou «muito importante» para o desfecho que se veio a verificar. Agradecimento que foi retribuído pelos autarcas aos responsáveis pelo hospital «pelo seu empenho e trabalho em prol de um serviço público de qualidade exemplar».

O presidente da Câmara de Famalicão fala «de um equipamento essencial para a região, que desenvolve um trabalho de reconhecida qualidade, um serviço público estruturante para o presente e futuro dos nossos municípios».

Recorde-se que o encerramento da maternidade do Centro Hospitalar do Médio Ave foi uma das possibilidades adiantadas pelo estudo da Comissão de Acompanhamento de Resposta às Urgências de Ginecologia/Obstetrícia, possibilidade entretanto descartada pelo Diretor Executivo do Serviço Nacional de Saúde.

O CHMA está inserido numa região de grande força e vitalidade económica e social, servindo cerca de 250 mil habitantes. A administração tem sede em Santo Tirso, gerindo o Hospital Conde de São Bento, em Santo Tirso, e o Hospital S. João de Deus, em Famalicão. Em 2022, o Centro Hospitalar do Médio Ave registou um total de 1175 nascimentos, um acréscimo de 17% em comparação a 2021.