Alerta: Tentativa de fraude em nome do Serviço Nacional de Saúde

A Unidade de Cibersegurança dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde alerta para a tentativa de fraude que está a circular em nome do Serviço Nacional de Saúde.

Em nome do SNS estão a ser enviadas mensagens fraudulentas que referem a necessidade de atualizar o registo via computador para não perder acesso aos cuidados de saúde, a partir desta quinta-feira, 10 de abril.

Não deve aceder ao link e apague a mensagem imediatamente para evitar a instalação de vírus nos seus equipamentos e o roubo de dados pessoais.

Em caso de dúvida, reporte a situação às autoridades.

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Famalicão: Rastreio ao AVC no centro da cidade

Na manhã do dia 15 de abril, entre as 9 e as 13 horas, a Unidade Local de Saúde do Médio Ave realiza uma ação de rastreio ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), dirigida a toda a população.
A iniciativa, que decorre na Praça Mouzinho de Albuquerque, junto à Praça-Mercado, é de grande proximidade com a comunidade e, por isso, uma oportunidade para avaliar fatores de risco e reforçar a prevenção do AVC, uma das principais causas de morbilidade e mortalidade.

Mensagem de Páscoa da LOC/MTC, Arquidiocese de Braga: É a hora de acordar do sono! (Rm 13, 11)

As campainhas da Páscoa ainda tocam e multiplicam-se, nos templos e nas casas que abrem a porta aos compassos da visita pascal, para acolher a mensagem central da nossa fé: “Paz a esta casa e a todos os que nela habitam!”. Este anúncio não é um mero costume; é um grito de vida que ecoa através dos séculos, desafiando a escuridão que teima em envolver a humanidade.

É tempo de acordar do sono e abrir depressa as portas. Não apenas as portas físicas das nossas casas, mas também as portas, muitas vezes fechadas, das nossas fábricas, oficinas e escritórios. É preciso deixar Cristo entrar — o grande animador da Boa Nova. Ele não vem para ser um convidado passivo, mas para animar a inteligência humana a fazer deste mundo novos espaços onde seja bom viver; onde todos repartem e convivem na alegria que brota, paradoxalmente, das dores dos pregos perfurados nas mãos e nos pés do nosso Libertador.

As campainhas da Páscoa estão à porta e elas fazem-nos lembrar que há uma urgência inadiável na mudança. Elas tocam para nos despertar do pesadelo da guerra, essa mancha de sangue que continua a desfigurar a face da criação. Não podemos aceitar como normal que, em pleno século XXI, a tecnologia seja usada para destruir e o ódio para dividir. Há urgência em acabar com as guerras, em despertar para um “ver apurado” que não se desvia do sofrimento do próximo. Precisamos deixar que as pequenas sementes de esperança contagiem e desarmem a maldade dos que, por ganância ou poder, se tornam “assassinos do Povo de Deus”.

Somos trabalhadores e reformados. Vivemos do suor do nosso rosto ou do descanso merecido após uma vida de entrega. Temos direito ao trabalho digno e justo, pois o trabalho não é um castigo, mas uma participação na obra criadora de Deus. No entanto, a nossa dignidade social é inseparável da nossa vocação espiritual. Ser cristão na Páscoa é compreender que o pão que pedimos no “Pai Nosso” é o mesmo pão que falta na mesa de milhões de vítimas da fome. A fome é a negação da Ressurreição; a guerra é a nova crucificação de Cristo nos inocentes. Por isso, esta Páscoa convoca-nos a ser Luz. Mas não uma luz estática, de vitral, que apenas se admira. Somos chamados a ser uma luz que incomoda as trevas da injustiça. Ser Luz da Páscoa nas fábricas é lutar por salários justos; ser Luz nos escritórios é promover a ética sobre o lucro desmedido; ser Luz na reforma é partilhar a sabedoria com os mais novos e não desistir de sonhar com um mundo melhor.

A Luz da Páscoa deve acordar-nos para o facto de que somos todos responsáveis uns pelos outros. Quando uma bomba cai longe, a sua onda de choque deve atingir a nossa consciência aqui. Quando uma criança chora de fome, é o Cristo Ressuscitado que nos estende a mão pedindo justiça. O nosso compromisso social é a prova real da nossa fé espiritual. Se Cristo ressuscitou, então a morte e a miséria não têm a última palavra. A última palavra é a Vida, mas essa Vida precisa das nossas mãos para se manifestar.

Que as campainhas deste ano não sejam apenas um som passageiro, mas um despertador para a alma. Que saibamos transformar a nossa indignação em ação e a nossa oração em serviço. Que cada um de nós, no seu posto de trabalho ou na sua vivência familiar, seja um foco de ressurreição, combatendo a indiferença com a proximidade e o ódio com o perdão ativo.

Cristo Ressuscitou! Que ressuscite também em nós a coragem de sermos construtores da Paz e da Justiça.

Uma Santa e Renovadora Páscoa, para todos!

Braga, abril de 2026

A Equipa Executiva Diocesana

Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos

«Precisamos de Jardineiros!», mensagem de Páscoa do Arcipreste de Famalicão

1. Ao olhar para o tempo que atravessamos, marcado por notícias de guerra, destruição, aumentos dos preços dos bens e um sofrimento que parece não ter fim, sinto que a nossa missão cristã se assemelha, mais do que nunca, à arte da jardinagem. Num mundo que muitas vezes parece um deserto de betão e indiferença, falar da Páscoa da Ressurreição de Jesus Cristo é falar da audácia de plantar vida onde tudo parece estéril e recordar as Suas palavras: «Eu sou a Ressurreição e a Vida» (Jo 11, 25).

2. Por sua vez, na jardinagem, nada é instantâneo. Há um tempo para preparar a terra, um tempo para lançar a semente e um longo tempo de espera invisível debaixo do solo. Ao entrarmos no espírito da Semana Santa e na vivência da Páscoa, percebemos que a Ressurreição não é um evento estático. É um processo de cultivo. A guerra é a destruição cega; a Páscoa é o cuidado paciente. E tantas vezes é assim a nossa ação pastoral nas nossas famílias, comunidades e Arciprestado. Como sublinha Fabrice Hadjadj no seu livro “Ressurreição – Manual de Instruções”, a vida nova de Cristo manifesta-se nos gestos quotidianos: no perdão que demora a amadurecer, na caridade silenciosa e na atenção aos mais frágeis.

«Na Quaresma, a terra acolheu a fecundidade na fragilidade. Agora, é tempo de florescer. Não às flores artificiais, perfeitas, bonitas, mas sem qualquer vida. Sim, à beleza discreta e real de quem se deixa cultivar por Cristo» (Mensagem dos bispos de Braga para o tempo da Páscoa de 2026).

3. Na verdade, os nossos bispos, ao falarem de um “jardim da esperança”, deixam-nos uma imagem que interpela. Um jardim não nasce por acaso: precisa de ser cuidado, trabalhado e protegido.

Um bom jardineiro sabe que o vigor do jardim depende da saúde de cada planta. Nesta tarefa somos, portanto, chamados a “semear a paz”. De facto, a sementeira é um ato de fé: lançamos a semente à terra sem o controlo total sobre o tempo ou a colheita. Semear a paz exige a paciência de quem sabe que o Bem tem o seu próprio ritmo, mas que, uma vez enraizado, é imparável.

Neste sentido, surge uma pergunta inevitável e pessoal: como está o teu vaso e/ou o teu jardim? Antes de olharmos para os grandes campos de batalha do mundo, precisamos de olhar para o vaso e o jardim que é o nosso coração: estará ele seco pelo cinismo ou indiferença?; ou estará cheio de “ervas daninhas” como a pressa que atropela o outro ou o julgamento precipitado?; ou será um solo fértil, humedecido pela oração e revolvido pelo desejo de reconciliação?

Assim, viver a Páscoa é, fundamentalmente, aceitar o compromisso de ser jardineiro, isto é, de arregaçar as mangas corajosamente e inclinar-se com humildade para semear mais e melhor.

4. No nosso Arciprestado, este jardim constrói-se na união das nossas paróquias (padres, diáconos, jovens, escuteiros, acólitos, leitores, grupos corais, confrarias, conselhos económicos e pastorais, delegados de zona, comissões, centros sociais, associações, etc.). Tal como num jardim a diversidade de flores cria a beleza do conjunto, também as nossas diferentes comunidades, movimentos e carismas precisam de jardineiros chamados a semear e a fazer brotar a alegria, a paz e a comunhão (cf. José Augusto Mourão, A Palavra e o Espelho, «Páscoa de Páscoas»).

Deste modo, «o maior sinal desta vida a florescer é a Cruz: aquele madeiro seco, plantado como sinal de morte, tornou-se Árvore da Vida. Por isso, sugerimos algo simples e concreto: porque não colocar, nas nossas casas, durante o Tempo Pascal, uma cruz florida? Não como decoração, mas como memória viva de que Cristo faz florescer até aquilo que em nós parece perdido» (Mensagem dos bispos de Braga para o tempo da Páscoa de 2026).

Que saibamos, com humildade e coragem, meter “as mãos à terra”. Cuidemos dos nossos vasos, semeando com generosidade, para transformar cada comunidade do nosso Arciprestado num lugar onde a paz, mesmo frágil, tenha sempre terra fértil para florescer. «O deserto e a terra árida alegrar-se-ão; a estepe exultará e florescerá como o narciso; florescerá e exaltará, gritando de alegria» (Is 35,1): o Senhor Ressuscitou! Aleluia! Aleluia!

Uma Santa e Feliz Páscoa para todos!

O vosso Arcipreste,

Pe Nuno Vilas Boas

Colheita de sangue, em Lamelas, em Santo Tirso

No próximo sábado, dia 4 de abril, a Associação de Dadores de Sangue de V. N. de Famalicão promove uma colheita em Lamelas, Santo Tirso, com o apoio da Liga de Amigos Veiga do Leça desta localidade.

Aberta à população em geral, a colheita será realizada entre as 9 e as 12h30 pelo Instituto Português do Sangue e do Transplantação.

 

 

ULS Médio Ave cria primeiro Centro de Diagnóstico Integrado do país com TAC na comunidade

A Unidade Local de Saúde do Médio Ave (ULS) vai implementar, junto ao Centro de Saúde de Santo Tirso, o primeiro Centro de Diagnóstico Integrado (CDI) do país com Tomografia Computorizada (TAC) em contexto comunitário. Trata-se, segundo a instituição hospitalar, de um projeto inovador «que reforça a proximidade, a integração de cuidados e a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde».

O CDI tem o apoio da Câmara Municipal de Santo Tirso, representa um investimento de 1,5 milhões de euros e funcionará num edifício, com uma área aproximada de 220m2. Num único espaço, os utentes terão acesso a meios complementares de diagnóstico, incluindo TAC, radiologia convencional, ecografia, ECG, EEG, densitometria óssea e colheitas para análises clínicas.

A conclusão da obra e instalação dos equipamentos está prevista para agosto deste ano, assegurando a resposta aos utentes da Trofa e de Santo Tirso. «Este projeto representa um passo decisivo na construção de um sistema de saúde mais próximo, mais eficiente e mais integrado, colocando o cidadão no centro da resposta e garantindo acesso a meios de diagnóstico de elevada diferenciação sem necessidade de recorrer ao hospital», salienta o presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Ave, Luís Vales.

A criação deste CDI representa, segundo a Unidade Local de Saúde do Médio Ave, «um marco na reorganização dos cuidados de saúde em Portugal, ao levar tecnologia de diagnóstico avançado para fora do contexto hospitalar, aproximando-a diretamente das populações».

A futura estrutura vai melhorar significativamente o acesso a exames de imagiologia diferenciada, reduzindo deslocações desnecessárias para outras unidades, diminuindo tempos de espera e promovendo maior rapidez na definição de estratégias terapêuticas.

O CDI contribuirá para uma melhor articulação entre cuidados de saúde primários e hospitalares, potenciando um acompanhamento mais integrado dos utentes e uma utilização mais eficiente dos recursos disponíveis.

A Câmara Municipal de Santo Tirso cede o terreno e financiamento de 500 mil euros. O presidente Alberto Costa destaca o facto da autarquia continuar empenhada melhorar a oferta de cuidados de saúde no concelho. «Acreditamos que este equipamento, ao melhorar o acesso a meios complementares de diagnóstico e ao reduzir tempos de espera, vai trazer ganhos significativos para a saúde dos nossos utentes».

 

 

Famalicão: Dádiva de sangue na Didáxis

Esta quarta-feira, dia 25 de março, a Associação de Dadores de Sangue de V. N. de Famalicão promove uma colheita na escola Didáxis, em Riba de Ave, com o apoio desta instituição.

A colheita, aberta à população em geral, decorre entre as 9 e as 12h30, pelo Instituto Português do Sangue e Transplantação.