Arnoso Sta Eulália: Faleceu jovem vítima de incêndio na casa onde morava com a mãe

Não resistiu às queimaduras e acabou por falecer, o jovem de 21 anos, residente em Arnoso Sta Eulália, hospitalizado no último sábado.

João Costa estava em casa com a mãe quando, por razões desconhecidas, foi surpreendido pelas chamas que deflagraram no interior da habitação onde residiam.

Na sequência do fogo, acabou por ficar em estado crítico com queimaduras em grande parte do corpo. Numa primeira estância foi levado para o Hospital de S.João no Porto, tendo sido transferido depois para o Hospital de Coimbra, onde veio a falecer.

A sua progenitora também acabou hospitalizada com queimaduras de menor gravidade, provocadas em grande parte enquanto tentava socorrer o filho.

 

 

 

Depois de onda de calor temperaturas descem mais de 10 graus na segunda e chuva regressa segunda

Este sábado e domingo vão ficar marcados pelo calor intenso.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê tempo muito quente e seco, com os termómetros a poderem atingir, em algumas regiões, os 40 graus. No entanto a semana vai começar de forma muito diferente, com chuva e uma queda acentuada da temperatura.

Em Vila Nova de Famalicão espera-se que a descida seja de 13 graus, atendendo que para este sábado estão previstos 39 graus de máxima e na segunda 26.

Veja aqui a previsão

Covid-19: Famalicão com número de casos acima da média nacional, informa Instituto Nacional de Estatística

A informação foi disponibilizada esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística.

Os dados mais recentes, que se reportam à semana passada, é possível perceber que existiram no país 2.4 novos casos confirmados de Covid-19 (últimos 7 dias) por cada 10 mil habitantes. Vila Nova de Famalicão surge com um valor de média de 6.0.

Acima de Famalicão encontramos Póvoa de Varzim (6.4), Guimarães (7.1), Felgueiras (7.1), Macedo de Cavaleiros (6.2), Vimioso (12.4) e Arruda dos Vinhos (9.1).

PSP faz 362 detenções desde março por incumprimento das regras da DGS

“Da atividade policial em apoio às autoridades de saúde resultou, entre 20 de março e 10 de setembro e a nível nacional, a deteção de 362 situações de incumprimento, com a consequente detenção desses cidadãos”, adianta a PSP num comunicado.

No documento explica-se que, no “contexto da situação especial de saúde pública vivenciada em Portugal, a PSP tem sido chamada a apoiar a população e assegurar o cumprimento da legislação especial aprovada”.

“Uma das medidas excecionais legalmente aprovadas para alavancar o esforço de contenção do alastramento pandémico foi o confinamento domiciliário obrigatório, determinado pela autoridade de saúde, medida sanitária que ainda se encontra em vigor”, segundo o comunicado.

Esta autoridade policial diz que “tem cabido à PSP proceder à confirmação sistemática do cumprimento da medida decretada em 20 de março de 2020, em estreita coordenação com as autoridades de saúde”.

“Esta confirmação de cumprimento é realizada de forma sistemática, também e sempre numa perspetiva de apoio ao cidadão sujeito à medida o qual, ainda assim e visando proteger a comunidade, tem de permanecer no domicílio até nova decisão da autoridade de saúde”, avisa.

Neste sentido, esta autoridade “apela a que todos os cidadãos cumpram as regras de prevenção da propagação da infeção por covid-19 difundidas pela DGS, bem como as ordens legais e legítimas dos polícias, emitidas no âmbito das diversas ocorrências policiais para as quais a PSP é chamada a resolver”.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 910.300 mortos e mais de 28,2 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.855 pessoas dos 62.813 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Ensino: Pai mantém luta «pelos nossos direitos e pelo bem dos nossos filhos»

Artur Mesquita Guimarães, pai de dois alunos de excelência que não frequentam a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, vem, num artigo de opinião, defender-se de notícias e artigos «atentatórios contra a dignidade da minha família».

Recorde-se que os alunos, da Escola Júlio Brandão, não frequentaram a disciplina por decisão dos pais que entendem que há conteúdos que dizem respeito à família e não ao Estado. Por esta decisão, e apesar dos jovens em causa serem alunos de “5”, o Ministério da Educação manifestou vontade em reprová-los. O caso segue, agora, nos tribunais.

Leia a seguir o artigo de opinião de um pai que pede ao filhos que fiquem tranquilos, porque «nós, os pais, por certo estaremos à altura de vos proteger».

“Notícias e artigos que merecem resposta!

A semana, ou talvez as últimas semanas, têm sido ricas de opiniões, o que em si é salutar, relacionadas com o caso da “escola dos nossos filhos”, mas algumas das notícias/opiniões impõem resposta.

“A questão de fundo é se aquelas crianças devem ser reféns da teimosia desmiolada dos pais”

A estas e outras afirmações de carácter grosseiro, reveladoras de falta de cidadania e de quem se apresenta desesperado, pouco respeitadoras dos princípios da liberdade (vá-se lá saber porquê!), respondemos clara e publicamente: com a superior autoridade natural de pais (que a Constituição e os Direitos Humanos, aliás reconhecem), garantiremos a defesa da nossa liberdade e a proteção dos nossos filhos até ao limite das nossas forças, pelo superior interesse do bem deles.

Aos nossos filhos dizemos: fiquem tranquilos, nós, os pais, por certo estaremos à altura de vos proteger.

Também se tem dito por aí: mas quem é este “fulano” que aparece agora armado em herói, ou qualquer coisa semelhante. Este fulano (nem mais nem menos) é uma pessoa, cidadão de igual dignidade e plenos direitos tal como Francisco Louçã, Fernanda Câncio, Pedro Filipe Soares, João Costa, João Paulo Pedrosa, Ana Mendes Godinho ou qualquer outro cidadão, que com o trabalho de cada dia procura contribuir para o bem comum e levar a vida para a frente.

Sobre 20 deputados socialistas, repito 20 deputados socialistas, não o PS, já que há militantes do PS subscritores do abaixo-assinado em nossa defesa… o “Observador” dá a seguinte notícia: “pedem esclarecimento sobre a atuação de CPCJ” (curioso!) e refere ainda: «O progenitor (entenda-se pai) exibiu os filhos nos órgãos de comunicação social e desadequadamente, apenas com o propósito de assinalar e afirmar a sua discordância com uma disciplina do currículo de ensino”, sustentam estes deputados do PS» (afirmação triste e lamentável!). Não, senhores deputados do PS, não é a primeira vez que os nossos filhos aparecem na comunicação social, quer na impressa como mesmo na TV e sempre por boas causas. Talvez seja porque são simpáticos, bons rapazes e também talvez seja isso que vos incomoda.

Pois bem este tipo de comentários, grosseiros e agressivos, em jeito intimidatório à semelhança do Despacho emitido pelo Senhor Secretário de Estado João Costa, seguramente não nos afastarão da defesa dos nossos direitos e da nossa liberdade.

É caso para perguntar: porque será que todos estes senhores estão tão surpreendidos por nós não renunciarmos aos direitos que a Constituição, as leis da República e ainda os Direitos Humanos nos reconhecem?

Enfim, comportamentos próprios de “meninos mimalhos” burgueses, no caso adultos, que não estão habituados a ser contrariados e pensam que fazem o que querem e levam a melhor só por fazerem perrice – aquilo que às vezes se vê nos supermercados.

Pela nossa parte também entendemos que quem de direito deve tomar as medidas adequadas, na defesa dos nossos direitos e liberdades (aqui quando referimos “nossos” deve entender-se os nossos e os de todos) e por isso apresentámos uma queixa no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga contra o Ministério da Educação e contra o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, onde estudam os nossos filhos, que já produziu os seus efeitos.

Também apresentámos, junto do Sr. Presidente da República, as razões que nos levam a pedir que diligencie no sentido da destituição do Senhor Secretário de Estado Dr. João Costa.

Pela liberdade, pelos nossos direitos e pelo bem dos nossos filhos.

Brufe VNF, 11 Setembro 2020

Artur Mesquita Guimarães”