Famalicão: Concurso para negócios na área do comércio digital

A Incubadora do Famalicão Made In lançou um novo concurso para novos negócios. O JUMP procura projetos em todo o país na área emergente do comércio digital.

Para este concurso, a Câmara de Famalicão tem a parceria da UPTEC (Parque da Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto) e o apoio da Rede Nacional de Incubadoras, com o objetivo de promover uma cultura empreendedora, nomeadamente de novos projetos empresariais aplicáveis à indústria.

As candidaturas terminam a 30 de setembro; depois há uma pré-seleção entre 1 e 16 de outubro; o evento final será a 9 de dezembro.

Os escolhidos recebem vários tipos de apoio: um ano de incubação grátis na incubadora Famalicão Made In e acesso ao programa de aceleração. Além disso, há prémios monetários para os três primeiros classificados: o primeiro recebe 5 mil euros, patrocinados pela Salsa e Porminho; o segundo classificado aufere 1500 euros da Patentree; o terceiro lugar equivale a mil euros, da Wingsus.

Candidaturas em www.famalicaomadein.pt. Esclarecimentos no Gabinete de Apoio ao Empreendedor.

Particulares do Braga e Vitória SC podem vir a ter público

Os jogos particulares do SC Braga e do Vitória SC estão a ser ponderados, pelas entidades competentes, para eventuais testes de regresso do público aos estádios.

Estas possibilidades, segundo avança o zerozero, estão a ser articuladas pelas direções dos clubes e da Liga, dependendo de aprovação da Direção-Geral da Saúde.

No caso dos bracarenses, a Liga Portugal enviou já um pedido formal à DGS para que o encontro entre Braga e Valladolid de sábado receba até 30% da lotação do estádio.

Também o Vitória SC demonstrou-se disponível para que os jogos particulares diante de Moreirense e Gil Vicente, marcados para os dias 9 e 12, sirvam de teste para o regresso do público, também com lotação reduzida.

Santuário de Fátima prevê despedir até 50 trabalhadores

Devido à queda abrupta nas receitas causadas pela epidemia de covid-19, o Santuário de Fátima tem em curso um plano de reestruturação que prevê o despedimento até 50 trabalhadores.

O Santuário de Fátima iniciou um plano de reestruturação interna e informou os trabalhadores da situação.

A pandemia causou inúmeros constrangimentos e uma crise económica em todos os setores e o turismo, incluindo o religioso, não foi exceção, com um impacto muito significativo no fluxo de trabalho e na gestão económico-financeira do Santuário.

 

FENPROF diz que não estão reunidas as condições para a abertura das escolas

A Fenprof não equaciona a greve, mas considera que não estão reunidas as condições para a abertura das escolas entre 14 e 17 de setembro porque, no seu entender, faltam testes, não existem regras de distanciamento e porque não há proteção para os professores que pertencem ao grupo de risco.

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, diz que o Governo teve dois meses para criar as condições necessárias que permitam o ensino presencial.

O dirigente afirma, ainda, que tentou reunir com o Ministério da Educação e com a Direção-Geral da Saúde para discutir as condições para a reabertura das escolas, mas nunca obteve resposta.

A Fenprof mostra-se preocupada com o que diz serem falta de testes nas escolas, o não distanciamento no primeiro ciclo e pré-escolar (onde estão previstas turmas de mais de 20 alunos e sem máscaras) e não haver proteção para os professores em grupo de risco (cerca de 12 mil, segundo a Fenprof).

Sindicato anuncia pré-aviso de greve para funcionários e professores

O Sindicato de Todos os Professores (STOP) apresentou um pré-aviso de greve para os dias 14 a 17 de setembro, caso não estejam garantidas as condições de segurança contra o contágio pelo covid-19.

Em declarações à Agência Lusa, o coordenador nacional do STOP, André Pestana, diz que ainda há outras razões para o protesto, como a falta de assistentes operacionais e o desconhecimento dos direitos dos trabalhadores que fazem parte do grupo de risco.

«Turmas com o mesmo número de alunos, falta de assistentes operacionais e a não clarificação da situação dos trabalhadores que pertencem a grupo de risco são as situações que nos preocupam», alertou André Pestana.

Recorde-se que as aulas começam na semana de 14 a 17 de setembro, precisamente aquela em que está prevista a greve. André Pestana diz que não existem condições para um regresso em segurança, mas espera que a situação se altere nos próximos dez dias e que as greves não avancem.

Por isso, entre os dias 5 e 10 de setembro, o STOP vai fazer uma sondagem junto das escolas para perceber se há condições para haver aulas e depois anuncia uma tomada de posição.