Empresa famalicense CM Socks aposta no mercado canadiano

A CM Socks – Peúgas Carlos Maia anunciou, recentemente, a abertura de uma loja online para o mercado canadiano.

A nova plataforma (www.preventsprain.ca) comercializa exclusivamente as Prevent Sprain, meias técnicas anti-entorse patenteadas para 143 países e que têm ganho espaço em vários desportos de alta competição.

Apostada em crescer na América do Norte, a empresa famalicense, com sede na freguesia da Carreira, tinha já estabelecido, no final de 2019, uma unidade de distribuição e comercialização no Canadá, a que agora se junta a plataforma de comércio online.

Região: Calor e risco elevado de incêndio

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera lançou um aviso de alerta para risco muito elevado de incêndio em vários distritos, incluindo Braga. As temperaturas estão acima dos 30 graus e amanhã podem chegar mesmo aos 35 graus em Famalicão.

O risco elevado de incêndio vai manter-se até ao fim de semana. Tenha cuidado e não faça fogueiras ou queimadas ou outro tipo de comportamentos que possam causar incêndio. Mantenha-se alerta, beba líquidos e, se puder, evite as horas de maior calor.

 

Famalicão: ACIP inicia curso de Serviços Gerais

A ACIP preparou-se com a máxima segurança para receber os dez formandos do novo Curso de Serviços Gerais – qualificação para pessoas com deficiência e incapacidade.

O curso tem a duração de 400 horas e confere certificação profissional. Neste regresso às instalações da ACIP, no Centro de Capacitação e Formação, em Brufe tudo esteve em segurança, com a associação a implementar uma série de procedimentos respeitando todas as normas e orientações da Direção-Geral da Saúde: disponibilização de álcool gel, limpeza e desinfeção de espaços a cada utilização e distanciamento.

Famalicão: «O apoio social só existe se for integral»

O município de Famalicão tem diferentes vertentes de apoio social às famílias, que vão do apoio às obras e à renda, bolsas de estudo, isenção de taxas de água e resíduos, alimentação sob a forma de cabazes ou refeições quentes e banco de móveis e eletrodomésticos. «Há múltiplas dimensões naquilo que são as necessidades de uma família e o apoio social só existe se for de uma forma integral», sublinha o presidente da Câmara Municipal em declarações à Cidade Hoje.

Há famílias que precisam de apoio em todas as vertentes e outras que estão a receber ajuda pontual numa área. Nem sempre mencionado, mas que já existe desde 2013, é o Banco de Móveis de Famalicão. Ao longo dos últimos anos distribuiu cerca de duas mil peças de mobiliário e eletrodomésticos que entregou a cerca de 300 famílias com necessidades.

Esta campanha tem a particularidade de se restringir à generosidade das famílias famalicenses, ou seja, são os famalicenses que fazem remodelação das suas habitações que oferecem as peças a quem precisa. O Banco de Móveis encarrega-se de fazer a distribuição às famílias sinalizadas pelos técnicos da autarquia. «Queremos reforçar este sentimento de pertença a uma comunidade em que de um lado temos os que podem oferecer e do outro lado temos aqueles que precisam que lhes seja oferecido», realça o presidente da Câmara, Paulo Cunha.

O autarca pede para que os famalicenses que precisam de ajuda para que procurem os serviços sociais da autarquia e, por outro lado, quem tiver forma de ajudar, seja com serviço de voluntariado ou com bens materiais, que também procure o município.

No que diz respeito ao voluntariado, o Banco de Móveis está aberto a voluntários com conhecimento técnicos que possam reparar móveis ou eletrodomésticos e que queiram ajudar a melhorar o funcionamento das dádivas recebidas para que melhor possam servir as famílias.

Paulo Cunha reforça que o apoio social tem várias dimensões e pretende que ninguém fique nas margens da sociedade. Mas esta abrangência é também furto da cobertura que é dada pelas centenas de associações, instituições e autarquias que existem no concelho. «Há uma dinâmica envolvente que faz com que a Câmara Municipal não esteja sozinha. Isto deve-se a uma vocação social muito forte das instituições famalicenses, além da rede formal que existe em Famalicão e que é bem-sucedida», menciona Paulo Cunha. O autarca elogia a postura da sociedade civil famalicense «que também acredita que quanto mais presentes e próximos estivermos melhor».

Quem tiver móveis que possam servir as famílias famalicenses deve contactar o número 252 320 940 ou elo email bancodemoveis @famalicao.pt. Poderá fazer o agendamento da recolha e eventual desmontagem das peças a doar.

Entusiasmo na Jovem Orquestra de Famalicão

Já estão em estágio os 67 jovens músicos que vão participar na Jovem Orquestra de Famalicão, que apresenta concertos este fim-de-semana, sob orientação do maestro José Eduardo Gomes, vencedor do primeiro prémio do European Union Conducting Competition, concurso internacional de direção de orquestra.

A segunda edição da JOF apresenta concertos nos dias 4 (21h30) e 6 (17h00) de setembro, na Casa das Artes, e no dia 5 de setembro (18h00), no Parque da Devesa, no palco do Anima-te.

A entrada nos concertos é gratuita mas limitada à lotação do Grande Auditório, com levantamento prévio do bilhete. O mesmo acontece no concerto do Parque da devesa. Os ingressos poderão ser levantados na bilheteira instalada no local do evento, no período das 3 horas que antecedem o espetáculo. Uma pessoa pode levantar até 6 ingressos.

O maestro promete bons espetáculos, com um «reportório muito atrativo, de Tchaikovsky a Beethoven, passando pela música portuguesa. Um concerto muito variado e com uma energia esplêndida» realça.

O motivo pelo qual os jovens músicos resolveram participar neste estágio está na vontade de regressar a casa e rever família e colegas com quem estudaram. É o caso de Patrícia Sá Duarte, que estuda clarinete na Musik-Akademie, na Suíça. «Voltei a Famalicão de propósito para este projeto porque não é todos os dias que surgem atividades no âmbito da música clássica na nossa região, mas também porque sabia que aqui iria reencontrar alguns colegas de formação. É voltar a casa e isso é sempre bom», refere.

Quem está também entre os 67 músicos na Jovem Orquestra é Marco Silva. O trompetista de 27 anos do concelho vizinho da Trofa, mas ex-aluno da Artave/CCM, realça o profissionalismo à volta do grupo e do projeto. «É notável a forma como todos se têm empenhado e para mim isso é sinal de que este projeto ultrapassa o espírito académico. Vejo aqui muito profissionalismo», enaltece.