Aumentos iminentes: População pode ‘pagar a fatura’ da guerra no preço da gasolina e gasóleo

Os ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irão estão a aumentar a tensão nos mercados energéticos e podem ter reflexos diretos no preço do petróleo.

O barril de Brent, referência na Europa, fechou sexta-feira nos 72,48 dólares, o valor mais alto em sete meses, já sob o efeito da instabilidade geopolítica. O Irão, membro fundador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), produz atualmente cerca de 3,1 milhões de barris por dia e detém as terceiras maiores reservas mundiais de crude.

O principal receio centra-se no eventual bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Um encerramento desta rota estratégica poderá afetar a oferta global e pressionar ainda mais os preços, com impacto significativo nas economias asiáticas, sobretudo na China.

Prazo para validar faturas termina esta segunda-feira

Termina já amanhã, segunda-feira, 2 de março, o prazo para validar as faturas referentes ao IRS de 2025. Quem ainda não confirmou as despesas no Portal das Finanças deve fazê-lo quanto antes, para garantir que todas as deduções são devidamente consideradas.

A validação pode ser feita de forma simples através da aplicação e-Fatura, disponível para Android e iOS. A app permite classificar as faturas pendentes nas respetivas categorias e, em muitos casos, validar várias ao mesmo tempo, desde que sejam do mesmo emitente ou surjam na mesma página.

Desta forma, o processo torna-se mais rápido e prático, evitando esquecimentos de última hora.

Recorde-se que, este ano, o prazo foi excecionalmente prolongado até 2 de março, em vez da habitual data de 28 de fevereiro. Num e-mail enviado aos contribuintes, a Autoridade Tributária e Aduaneira confirma que “está a decorrer até dia 2 de março o prazo para validar as faturas relativas a 2025”.

Carlos Reis vence Paulo Cunha para a Distrital de Braga do PSD

O atual vereador da Câmara Municipal de Barcelos venceu, este sábado, as eleições para a Distrital do PSD. A lista de Carlos Reis conquistou 2.840 votos (52,15%), contra os 2603 votos (47,85%) do famalicense Paulo Cunha, que se recandidata a um novo mandato.

Este resultado foi decidido, em grande medida, pela votação massiva do eleitorado de Barcelos no “seu” candidato. A lista de Paulo Cunha teve apenas 393 votos, contra os 1316 de Reis. Por outro lado, em Famalicão, a segunda maior concelhia do distrito em termos de votantes, o resultado foi mais aproximado. Se Paulo Cunha venceu com 945, o seu adversário teve 602.

A lista liderada pelo famalicense venceu em Braga, Cabeceiras, Celorico, Esposende, Fafe, Famalicão, Guimarães, Póvoa de Lanhoso e Vizela. Carlos Reis venceu nas concelhias de Barcelos, Amares, Terras de Bouro e Vila Verde, outra das concelhias que ajudou a “cavar” a diferença para a lista adversária.

Famalicão destruiu 1845 ninhos de vespa asiática no último ano

O combate à vespa velutina voltou a estar no centro da atuação do Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Nova de Famalicão ao longo de 2025. Durante o último ano, foram destruídos 1845 ninhos desta espécie invasora no concelho.

A intervenção contínua teve como principal objetivo reduzir o risco para a população e minimizar o impacto da chamada vespa asiática no território, quer ao nível da segurança das pessoas, quer na proteção da atividade apícola e do equilíbrio ambiental.

A autarquia destaca que a ação foi desenvolvida de forma sistemática, com resposta às ocorrências sinalizadas pela população e monitorização permanente das zonas mais críticas.

Famalicão com a menor área ardida dos últimos 10 anos

Em 2025, Vila Nova de Famalicão registou apenas 24,1 hectares de área ardida, o valor mais baixo da última década, apesar de um ano marcado por condições meteorológicas adversas.

A vereadora da Proteção Civil, Vânia Marçal, considera que foi um período “particularmente exigente do ponto de vista operacional e meteorológico”, com o concelho a enfrentar 153 dias sob níveis de alerta. Ainda assim, sublinha a eficácia da resposta no terreno e o trabalho articulado entre os vários agentes.

Os números refletem também o reforço das medidas de prevenção. Ao longo do ano, o Serviço Municipal de Proteção Civil realizou intervenções de silvicultura em 62 hectares de faixas de gestão de combustível e procedeu à manutenção de 24 quilómetros de rede viária florestal, melhorando os acessos para meios de socorro.

No âmbito do Dia Internacional da Proteção Civil, assinalado a 1 de março, o presidente da Câmara, Mário Passos, destacou o empenho e o profissionalismo dos agentes, afirmando que os resultados alcançados são fruto de um trabalho contínuo de planeamento, prevenção e cooperação.