Famalicão: Câmara Municipal cria Programa Bolsa de Talento Jovem

Abrem esta sexta-feira, dia 9, as candidaturas ao Programa Bolsa de Talento Jovem. A proposta foi aprovada esta quinta-feira, em reunião de Câmara.

O programa Bolsas de Talento Jovem destina-se a jovens entre os 16 e os 35 anos, a residir e/ou a estudar no concelho de Famalicão há, pelo menos, 3 anos. Jovens que devem apresentar um projeto a desenvolver principalmente fora do concelho, no contexto nacional ou internacional, que contribua para o desenvolvimento do talento jovem, incluindo capacitação e promoção pessoal, além de intervenção comunitária.

Segundo o vereador da Economia e Empreendedorismo, Augusto Lima, o objetivo «é a atração e retenção de talento». É válido para projetos que ainda estão em fase de desenvolvimento e que podem ser concretizados fora do concelho ou até além-fronteiras. O vereador revela que há casos sinalizados, dando como exemplo uma estudante que vai ao Parlamento Europeu apresentar um projeto sobre sustentabilidade.

Há áreas prioritárias como ambiente, cultura, arquitetura, ciência, tecnologia, ciências sociais, artes, saúde, etc.

A dotação orçamental do município para este Programa é de 15 mil euros, válidos para um ano, sendo que cada projeto não pode auferir mais de 1500 euros.

Augusto Lima realça que senda esta a primeira edição do Programa, é admissível que haja ajustes ao regulamento e ao valor do orçamento em edições futuras.

Os interessados podem apresentar candidaturas: http://www.famalicaomadein.pt ou http://www.juventudefamalicao.org.

Famalicão: Melhor ano de sempre dá negócios de 97 milhões de euros à Riopele

A Riopele está a trabalhar para conseguir o seu melhor ano de sempre, com um volume de negócios na ordem dos 97 milhões de euros, acredita José Alexandre Oliveira, em entrevista ao Portugal Têxtil. O crescimento leva o empresário a manter o objetivo definido para o centenário da empresa – em 2027 -, de chegar aos 100 milhões de euros de volume de negócios. «Para o ano, esperemos que seja 98 milhões de euros e depois 99 e, depois, sejam os 100 milhões de euros».

O presidente da têxtil de Pousada de Saramagos reporta que «o nosso core business da moda, como cresceu muito, vai permitir passar de uma faturação consolidada de 93 milhões de euros no ano passado para 97 milhões de euros este ano», reconhecendo que o facto de grande parte dos clientes se situarem na gama média/alta representa uma mais-valia no atual contexto. «Não está a sofrer tanto como a gama mais baixa, por isso conseguimos atingir esses resultados», acredita, tanto mais que este ano pode trazer desafios acrescidos. Cauteloso, «porque sei que estou a viver num mundo cheio de inseguranças, de situações em que as pessoas têm cada vez menos dinheiro por causa da inflação e isso está a acontecer em quase todos os países», José Alexandre Oliveira diz que a insegurança reflete-se em todos mercados para onde exporta. «Não nos podemos esquecer que há duas guerras neste momento e as pessoas estão assustadas», avisa.

Ainda segundo o empresário, a Riopele tem dedicado um importante trabalho ao vestuário técnico e profissional, numa estratégia de diversificação que tem ganho impulso nos últimos anos, de que é exemplo a empresa fazer parte do consórcio que desenvolveu o novo camuflado para o exército português. José Alexandre Oliveira confere que é importante diversificar para chegar a um número crescente de clientes.

Embora a área mais técnica – onde se inclui a área militar, mas também a área do têxtil para a indústria automóvel – tenha uma pequena representação no cômputo geral, tem ganho importância e «está a crescer. Já é alguma coisa. Não há uma desilusão na decisão do investimento nessas duas áreas. São áreas que estão a ser consideradas por nós em termos de futuro e que permitem, se por acaso houver algum arrefecimento na parte da moda, ter algo que equilibre a balança», considera José Alexandre Oliveira.

Famalicão: Luís Silva já treina plantel do Ribeirão

Depois do acordo para a rescisão do contrato com a equipa técnica liderada por Nelsinho, a SAD do Ribeirão FC escolheu Luís Silva, treinador que já representou o FC Famalicão, com responsabilidades no escalão sub-23, na época 20/21.

O treinador tem um passado ligado aos escalões de formação do Rio Ave Futebol Clube tendo, inclusive, orientado a equipa de juniores A do emblema vilacondense.

Luís Silva, que tem como adjunto Francisco Barbosa, já trabalha com o plantel ribeirense, com vista ao jogo de domingo, em casa do Vilar de Perdizes.

Famalicão: Nelsinho sai e entra Luís Silva no Ribeirão

O Ribeirão FC SAD chegou a acordo para a rescisão do contrato com a equipa técnica liderada por Nelsinho (foto). O momento menos positivo da equipa, que não tem conseguido fugir aos últimos lugares do Campeonato de Portugal, estão na base desta decisão. O clube agradece «o empenho e profissionalismo demonstrados, desejando a todos as maiores felicidades pessoais e profissionais».

Para o seu lugar, entra Luís Silva, técnico que já treinou os sub-23 do FC Famalicão. Luís Silva será o quarto técnico da temporada, depois de João Salgueiro, Manuel Monteiro e Nelsinho que pegou na equipa no final do ano passado.

Com 18 jornadas disputadas na série A do Campeonato de Portugal, o conjunto ribeirense ocupa o último lugar, com 17 pontos, a quatro de sair dos lugares de despromoção.

Na próxima jornada, domingo, às 15 horas, o Ribeirão visita o Vilar de Perdizes, 10.º, com 21 pontos, partida que o novo treinador já está a preparar.