Famalicenses unem-se para entregar uma passadeira de exercício físico ao Hospital

Esta quarta-feira, o Hospital de Famalicão foi palco de um momento simbólico de solidariedade por parte do Clube Motard Escorpiões e do ‘Batman’ que entregaram uma passadeira de exercício físico, oferecida pelo CEO do grupo Fitness Up, o famalicense Hélder Ferreira.

O equipamento desportivo vai integrar o ginásio do Hospital reforçando o espaço de reabilitação e promoção do bem-estar dos utentes.

Esta iniciativa insere-se no compromisso do Clube Motard Escorpiões em promover ações de responsabilidade social e em contribuir ativamente para o bem-estar da população local.

Famalicão: Apoio à renda chega a 358 famílias famalicenses

O Município de Vila Nova de Famalicão vai apoiar, este ano, 358 famílias, mais 14 do que no ano passado. O montante do apoio chega a 370 mil euros, um aumento face aos 355 mil euros de 2025.

Esta medida, em vigor há vários anos, surge no âmbito do programa municipal “Casa Feliz”.

Recorde-se que o apoio, destinado a famílias que se encontrem em situação de carência económica, divide-se em quatro escalões, que equivalem a um apoio mensal durante 12 meses, no montante de 125 euros (82 candidatos), 95 euros (120 candidatos), 65 euros (86 candidatos) e 50 euros (70 candidatos), respetivamente.

A medida vai estar em discussão na reunião do executivo municipal desta quinta-feira, 26 de fevereiro.

O presidente da Câmara reconhece que este «é um apoio que faz a diferença na vida das famílias do concelho e é uma das várias medidas que temos no terreno para dar resposta ao desafio da habitação», afirma Mário Passos.

Desde 2019, o Município de Famalicão já ajudou mais de 2 mil famílias, num investimento superior a 2 milhões de euros.

O processo de candidatura ao apoio à renda é apresentado através do registo na plataforma “Programa Casa Feliz – Apoio à Renda”, em https://rendas.famalicao.pt. As recentes alterações ao Regulamento Municipal de Apoio à Renda permitem que possam ser submetidos pedidos excecionais e devidamente fundamentados fora do período normal de candidaturas, que habitualmente decorrem entre setembro e outubro. Estes pedidos de apoio excecional podem ser submetidos ao longo do ano, têm efeitos a partir do mês seguinte à da apresentação do pedido e vigoram até ao final do ano civil correspondente.

Distrital de Braga do PSD com dois candidatos à presidência

A distrital de Braga do PSD tem duas listas para as eleições que ocorrem no próximo sábado, dia 28 de fevereiro, ato eleitoral que decorre entre as 14 e as 20 horas. Paulo Cunha, atual presidente da distrital, e Carlos Eduardo Reis, vereador da Câmara Municipal de Barcelos, apresentam-se a sufrágio, sendo a única distrital do país com duas listas e há 25 anos que tal não acontecia em Braga.

Paulo Cunha arrancou primeiro com uma recandidatura sob o mote: “União e Confiança”. Carlos Eduardo Reis avança com a ideia de que é preciso “renovar e unir o partido”. O famalicense, que cumpriu dois mandatos na distrital, revela a vontade «firme» em dar continuidade ao trabalho desenvolvido e aponta os resultados obtidos nas últimas eleições autárquicas como «validade» da estratégia seguida. Paulo Cunha defende que a Distrital deve empenhar-se na definição das políticas de âmbito nacional, «mas também deve estar próxima das populações, apoiando a ação governativa e trabalhando em articulação com as suas estruturas: núcleos, secções concelhias, autarcas social-democratas, jovens social-democratas e trabalhadores social-democratas, para assegurar a boa execução das medidas adotadas a nível nacional».

Carlos Reis já tinha afirmado que em 2024 ponderou avançar para a conquista da liderança no PSD de Braga e que não o fez pela proximidade das eleições autárquicas. No entanto, diz que os motivos se mantêm e por isso decidiu avançar.

Desde logo, considera «saudável» haver confronto no interior da estrutura política e que é tempo de renovação, com outros “quadros” políticos. Em declarações à Agência Lusa, replicadas noutros órgãos de comunicação social, disse que as estruturas regionais «têm que ter intervenção no plano político, porque senão servem para pouco», ou seja, defende que devem promover o debate político, uma opinião que reflita aquilo que a grande parte dos militantes pensa e que influencie «positivamente as políticas do Governo». Contudo, recusa que seja uma candidatura «contra o Governo». Isto porque ficou de fora da lista de candidatos nas últimas eleições Legislativas.