Lojas Pingo Doce Famalicão já doaram cerca de 490 mil euros em bens alimentares

A cadeia de supermercados Pingo Doce está em expansão no concelho de Vila Nova de Famalicão. Em breve irão surgir mais duas superfícies da insígnia, nas vilas de Joane e Riba d’Ave, que vão elevar para quatro o número de lojas Pingo Doce que serve a população famalicense.

Sempre com o objetivo de apoiar a comunidade local, e desde o ano de 2011, as lojas Pingo Doce já conseguiram ajudar centenas de famílias em todo o território famalicense. Ao longo dos últimos 10 anos, as duas lojas Pingo Doce de Famalicão conseguiram doar cerca de 490 mil euros em bens alimentares, a instituições de solidariedade social.

Qualidade, frescura e a garantia do preço mais baixo são os pilares que caracterizam a marca Pingo Doce, conhecida dos famalicenses há já muitos anos. Uma ligação que começou inicialmente com a loja Famalicão D.Sancho e, poucos anos depois, uma segunda superfície na freguesia de Calendário, junto ao Estádio Municipal.

Futebol: Equipas famalicenses já conhecem calendário da Divisão de Honra da AF Braga

O sorteio da Divisão de Honra da AF Braga realizou-se no final da tarde desta terça-feira. São 40 equipas distribuídas por três séries, sendo que as formações famalicenses estão na série A e B.

A prova começa no dia 19 de Setembro e na série A há logo um derbie com o Louro a receber o Lousado. Já a UD Calendário joga no reduto dos Ceramistas. O Fradelos, isento da primeira jornada, entra na competição na segunda ronda, marcada para 25 de Setembro, na receção ao Ceramistas.

Na série B, o Ruivanense começa fora de portas, em casa do Guisande. A Oliveirense recebe o Sequeirense; o S. Cosme o Sobreposta; e o Bairro defronta, também em casa, o Celeirós.

Covid-19: Centros de Vacinação vão deixar de existir e passa tudo para os Centros de Saúde

O coordenador da task force da vacinação contra a covid-19, vice-almirante Gouveia e Melo, afirmou esta quinta-feira que os centros de inoculação envolvendo recursos municipais passarão para os centros de saúde quando aliviar a pressão nos atuais sistemas.

O vice-almirante Gouveia e Melo abordou o assunto no final de uma visita ao dispositivo de vacinação instalado no centro de congressos do Europarque, em Santa Maria da Feira, concelho do distrito de Aveiro. Este centro tem sido operacionalizado por profissionais do agrupamento local de centros de saúde, funcionários da autarquia e uma rede de voluntários.

Após abordar o tema com responsáveis pelo funcionamento dessa estrutura, que vem distribuindo uma média de 1.600 vacinas diárias por uma população-base na ordem dos 140.000 habitantes, o coordenador não se comprometeu com uma data concreta para transferir os dispositivos das câmaras municipais para os respetivos centros de saúde, mas classificou a futura transição como “natural”.

“No fim deste processo, quando ele estiver só com coisas residuais, todo este sistema que foi construído para vacinação massiva passa a voltar ao processo normal de vacinação, que é também muito robusto”, declarou Gouveia e Melo.

Lembrando que no auge do inverno a rede de cuidados primários do Sistema Nacional de Saúde já vacina “três milhões de pessoas contra a gripe”, o vice-almirante defendeu que os centros de saúde portugueses estão aptos a dar continuidade à inoculação contra o vírus SARS-CoV-2.

“O nosso sistema de saúde é forte. Já provou isso. Em termos de vacinação, é um sistema robusto e muito antigo. O que estava em causa [até aqui] era fazer de forma massiva, urgente e rápida um processo com uma dimensão destas e nós conseguimos fazê-lo”, realçou.

A prioridade, por enquanto, será administrar nas próximas “três ou quatro semanas um milhão e meio de primeiras doses”, sobretudo na população dos 12 aos 17 anos de idade.

“Estamos a vacinar acima das 80 mil pessoas por dia. Eu gostaria, nesta fase, de estar a vacinar 120.000 por dia, porque temos capacidade para isso, mas (…) estou já a pedir em antecipação a colaboração de todos os portugueses, porque vamos precisar dela”, adiantou.

Para Gouveia e Melo, só com essa disponibilidade coletiva se poderá agilizar o presente processo de vacinação em massa. “Falta acabá-lo para podermos voltar às nossas vidas normais, inclusive no sistema nacional de vacinação”, argumentou, rejeitando a hipótese de se assistir entretanto a um aumento do número de recusas de vacina, por eventual receio quanto aos efeitos da mesma nas faixas etárias mais jovens.

“Em Portugal o negacionismo é residual. Somos um povo com muitos séculos de história, que aprendeu a interpretar bem o que são as medidas mais racionais, e a vacinação é super-racional. É ela que nos vai salvar — não outro tipo de ideias esdrúxulas que aparecem muitas vezes no sistema”, concluiu.

Segundo o mais recente balanço da agência noticiosa France-Presse, desde a descoberta do novo coronavírus em dezembro de 2019 a covid-19 já provocou mais de 4,3 milhões de mortes em todo o mundo, entre cerca de 204,7 milhões de infetados.

Em Portugal, onde o primeiro caso de SARS-CoV-2 foi diagnosticado em março de 2020, a Direção-Geral da Saúde já registou 17.514 óbitos entre 993.241 casos de infeção.

Portugal é o quinto país da União Europeia onde os jovens deixam mais tarde a casa dos pais

De acordo com os dados partilhados pela Eurostat, os jovens portugueses saem de casa dos pais aos 30 anos, acima da média europeia de 26,4 anos. Na lista dos 27 países da União Europeia, Portugal posiciona-se assim como o quinto país onde os jovens saem mais tarde de casa. Croácia, Eslováquia, Malta e Itália são os países que se encontram à frente de Portugal.

A Croácia é o país onde os jovens deixam mais tarde as casas dos pais, em média, aos 32,4 anos. Em oposição, na Suécia os jovens saem de casa, em média, aos 17,5 anos.

Os homens na União Europeia permanecem em casa dos pais, em média, até aos 27,4 anos. As mulheres mudam-se aos 25,4 anos. Segundo a Eurostat, em todos os Estados-membros, os homens tendem a permanecer mais anos em casa dos pais do que as mulheres. As diferenças entre géneros são mais visíveis na Roménia, onde os homens mudam de casa aos 30 anos e as mulheres aos 25,5 anos.