Futebol: Duas jogadoras do FC Famalicão na Seleção Nacional

Rute Costa e Mariana Azevedo, jogadoras do FC Famalicão, estão convocadas para representar a Seleção Nacional no “play-off” com a Rússia para o acesso ao Campeonato da Europa Feminino.
O primeiro jogo do ‘play-off’ da seleção portuguesa de futebol feminina com a Rússia está agendado para 9 de abril, no estádio do Restelo, em Lisboa, enquanto a segunda mão decorrerá em Moscovo, a 13 de abril.

Nova tecnologia para correta postura das costas testada em duas empresas famalicenses

A dor lombar é uma das principais causas de incapacidade para o trabalho no mundo. Para perceber o desenvolvimento deste problema de saúde e saber como prevenir e tratar, está a decorrer um estudo que envolve famalicenses.

O projeto chama-se H2020 Smart4Health, é coordenado pelo UNINOVA – Instituto de Desenvolvimento de Novas Tecnologias, e abrange as empresas famalicenses Hindu e Super 2000, onde estão instaladas duas máquinas de fisioterapia.

Com recurso a tecnologia inovadora, como é a plataforma Smart4Health, os utilizadores fazem o registo, iniciam o treino e, ao fim de 18 semanas, podem ter acesso ao panorama da sua evolução. O treino é suportado por mecanismos de motivação baseados em gamificação (jogo), que promovem o envolvimento do participante.

Os dados recolhidos são depois remetidos para o plano de prevenção do participante na plataforma Smart4Health, onde ele terá a possibilidade de acompanhar a sua evolução e de partilhar os dados com o seu médico, de forma simples e segura, potenciando uma melhoria no conhecimento sobre o seu estado de saúde e bem-estar.

Numa fase posterior, os participantes vão ter a oportunidade de usar sensores em t-shirts ou pulseiras inteligentes, que combinadas com a utilização da aplicação Citizen Hub, vão permitir a recolha de dados em diferentes contextos do quotidiano, inclusive no local de trabalho.

O administrador da Hindu, Luís Cristino, diz que se trata «de estar na vanguarda da saúde ocupacional». O responsável empresarial reforça que «o exercício vai permitir aos colaboradores, mesmo aos que não têm lombalgias, corrigir más posturas e posicionamentos nos seus postos de trabalho». Quanto a benefícios, Luís Cristino considera que «a produtividade vai aumentar e vai haver menos baixas e consequentemente menos absentismo».

O responsável pela Super 2000, Joaquim Peliteiro, afirma que o treino vai ser benéfico para a sua empresa, nomeadamente nos recursos humanos alocados à parte do escritório. «Creio que os benefícios serão grandes, mas serão também importantes para os que têm a função de conduzir durante grande número de horas ou para os que carregam com cargas pesadas».

Maria Marques, Senior Researcher no Uninova e coordenadora destes estudos, realça que «as lombalgias levam a uma incapacidade muito prevalente na população ativa que pode conduzir à perda de qualidade de vida e consequentemente a uma maior taxa de absentismo laboral. Existe durante o treino uma interface gráfica com informação sobre a performance, que motiva e pode ajudar no combate a este problema. Acompanha-se uma bola, num jogo que se traduz num mecanismo de distração que leva a pessoa a corrigir posturas erradas».

O futuro poderá ser diferente. Ricardo Jardim Gonçalves, professor catedrático e coordenador europeu do projeto Smart4Health, explica que «a importância de uma estratégia europeia para a digitalização da saúde que permita uma aproximação personalizada da saúde pela promoção e desenvolvimento de soluções e serviços digitais vocacionados para propósitos sociais, médicos e bem-estar do próprio cidadão, no ativo ou não».

Governo disponível para discutir reabertura de bares e discotecas, diz associação

A Associação Nacional de Discotecas (AND) disse hoje que o Governo mostrou disponibilidade para aumentar os apoios ao setor e discutir a reabertura dos espaços de diversão noturna, encerrados desde março de 2020 devido à pandemia.

Segundo a AND, estas garantias foram dadas pelo secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres, no decorrer de uma reunião em Lisboa com a associação sobre o plano de desconfinamento, no âmbito da pandemia da covid-19.

A agência Lusa tentou obter um comentário por parte do Ministério da Economia, mas tal não foi possível.

“Vemos com bons olhos todas as ideias que o que o secretário João Torres nos apresentou. Ficou uma porta aberta para a discussão sobre as reaberturas junto da Direção-Geral da Saúde (DGS) e a ADN quer participar”, adiantou à agência Lusa o presidente da AND, José Gouveia.

Apesar da disponibilidade da tutela para, através da DGS, discutir, “de forma célere”, um plano de reabertura, José Gouveia ressalvou que não foi adiantado qualquer prazo.

“Desde já vamos ser indicados para discussão e aquilo que se pretende é estarmos presentes e podermos mostrar com casos reais o que se pode ou não fazer e o que é exequível para este setor poder reabrir as suas portas. Este setor não pode arriscar ficar mais um ano nestas discussões. É uma discussão que tem de ser feita”, apontou.

Para a AND, existem condições para que os bares e espaços ao ar livre possam reabrir as portas já em julho e as discotecas, com espaço `indoor`, o possam fazer em agosto.

“Nós acreditamos que não podemos estar a pensar em discotecas abertas no seu esplendor, até às 06:00 ou com pistas de dança a funcionar, mas podemos pensar em discotecas com lugares sentados, música e serviço de bebidas”, exemplificou.

Por outro lado, segundo José Gouveia, o Governo comprometeu-se a majorar os apoios ao setor, nomeadamente no apoio das rendas, que será feito nas próximas semanas, e agilização de candidaturas que estão à espera de serem aprovadas.

“Dizer que saímos satisfeitos com os apoios não é possível porque qualquer tipo de apoio será sempre insuficiente, mas como um é melhor do que zero, sem dúvida nenhuma”, acrescentou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.732.899 mortos no mundo, resultantes de cerca de 123,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.794 pessoas dos 818.212 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A Rita tem um cancro há seis anos e pede ajuda para fazer tratamentos não comparticipados pelo estado

A bracarense Rita Magalhães, de 31 anos, luta desde os 25 contra um cancro da mama e, ao fim de seis anos de luta, fez um apelo público para se poder submeter a um tratamento inovador.

O cancro da mama triplo negativo que me foi diagnosticado é o mais raro e agressivo dos cancros de mama.

Esta nova fase que Rita espera alcançar, por falta de apoios estatais, está dependente da boa vontade dos portugueses. O tratamento, a realizar-se no Hospital da CUF, em Coimbra,

Numa fase inicial, para testar a reação aos tratamentos, farei 10 ciclos de hipertermia local. Estes tratamentos não são comparticipados e cada um custa 175€

Os interessados em saber mais sobre a história de vida desta bracarense pode aceder à página gofundme criada para a angariação de fundos.

Já perto de 200 pessoas ajudaram Rita Magalhães com cerca de 9 mil euros doados.

Se desejar deixar o seu contributo aceda a esta ligação.

 

A Finlândia é o país mais feliz do mundo e Portugal não entra nos 50 primeiros

A Finlândia foi eleita o país mais feliz do mundo pelo quarto ano consecutivo no Relatório de Felicidade Mundial das Nações Unidas, elaborado pelo Gallup World Poll com base em dados de 149 países.

Portugal subiu seis posições em relação a 2020, ocupando a 53ª posição, depois de, no ano passado ter aparecido no número 59. A tendência parece ser de subida, já que em 2019 ocupava a posição número 66.
Islândia, Dinamarca e Suíça seguem, respetivamente, a Finlândia na lista dos países mais felizes. Os Países Baixos ficaram em quinto lugar, enquanto a Suécia é sexta.
O país mais infeliz do mundo é o Afeganistão, seguido de Zimbábue, Ruanda, Botswana e Lesoto.