Hospitais privados efetuaram mais de 15 mil cirurgias a doentes do SNS

Em 2020, os hospitais privados efetuaram 15.284 cirurgias a doentes do SNS, ao abrigo do programa de redução de listas de espera, revelou a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada.

«Durante o ano de 2020, penso que a colaboração ficou aquém daquilo que era possível e aquém daquilo que os hospitais privados estavam disponíveis para pôr ao serviço dos portugueses. Quem decidiu, tinha poder para decidir e terá decidido com os elementos que tinha. Quem sou eu para discutir se não decidiu bem, mas a verdade é que nós tínhamos mais capacidade», afirmou o presidente da Associação, Óscar Gaspar, numa conferência de imprensa online.

Estes números do SNS a juntar aos doentes que procuram o serviço privado de saúde, dá um total de 167.809 cirurgias num ano, nos 119 hospitais privados do país.

Ainda assim, os números foram inferiores aos de 2019 porque houve muita atividade que ficou por realizar devido à pandemia, revela a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada.

Nos hospitais privados foram realizadas cerca de 6,256 milhões de consultas de especialidade, «são cerca de 17 mil consultas por dia», contabiliza Óscar Gaspar, presidente da Associação, que salientou também os 820.470 episódios de urgência e os 11.943 partos realizados nas unidades privadas e as mais de 531 mil ‘diárias’ (internamentos).

AF Braga: Treinos a 19 de abril, competição no primeiro ou segundo fim de semana de maio

As equipas que competem nos vários campeonatos da AF Braga recomeçam a treinar no dia 19 de abril para, no primeiro ou segundo fim de semana do mês de maio, reatarem as competições.

Os campeonatos estão parados desde janeiro, em virtude dos sucessivos estados de emergência motivados pela pandemia covid-19, e a direção que tutela o futebol distrital tenta encontrar a melhor solução para o reatar das competições; sendo certo que, pelo menos, a primeira volta terá de ser cumprida. Este é o mínimo exigido para que os campeonatos sejam homologados.

CIDADE HOJE contactou Manuel Machado, presidente da AF Braga, que se escusou a avançar com pormenores sobre a proposta que será discutida esta quinta-feira em reunião de direção e, uma vez aprovada, terá de aguardar por parecer do Conselho de Justiça.

No entanto, o dirigente assinalou o momento difícil e prometeu que «tudo iremos fazer para encontrar a melhor solução dentro deste contexto, penalizando o mínimo possível os clubes».

 

Domingo de Ramos sem ajuntamentos, Páscoa sem compassos

Em tempo de quaresma e de aproximação da Páscoa, o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, publicou as orientações para este período, tendo em conta a situação de pandemia que se vive.

Assim, no Domingo de Ramos devem evitar-se ajuntamentos na celebração e os ministros e fiéis não devem trocar os ramos de oliveira que tenham nas mãos. Na missa vespertina da “Ceia do Senhor” está excluído o lava-pés.

Na Sexta-feira Santa, o beijo da cruz é limitado ao presidente da celebração. «Há diversas modalidades de adoração da Cruz sem necessidade de beijar», lembra.

Não é permitida a realização do Compasso ou Visita Pascal, assim como qualquer «saída simbólica da cruz».

«O período da Páscoa não será celebrado com os habituais sinais festivos dos compassos pascais que caminham pelas ruas e entram nas casas. Desprovidos de sinais, devemos promover encontros de interioridade com Cristo vivo para que Ele, o Bom Samaritano, percorra os caminhos da vida com os seus problemas e dificuldades, oferecendo, por intermédio de todos os cristãos, uma presença libertadora», pode ler-se.

Jorge Ortiga recomenda, ainda, o distanciamento nas celebrações e a higienização frequente de espaços e mãos. Apela a uma “criatividade responsável” que tenha sempre em consideração as orientações da Direção-Geral da Saúde e que não ofereça a mínima hipótese de contágio.

O responsável da diocese alerta que as festas e romarias também devem ser repensadas e adaptadas às circunstâncias e sempre com a devida preparação.

D. Jorge Ortiga pede, ainda, aos sacerdotes, jovens e famílias, que olhem com atenção para aqueles que se encontram em situação de maior vulnerabilidade.

Equipa do FC Famalicão é a mais jovem das seis principais ligas europeias

Segundo o Observatório do Futebol, portal especializado no desporto-rei, a equipa do FC Famalicão é a mais jovem (23,3 anos) das seis principais ligas europeias e a quarta mais jovem de todos os campeonatos europeus.

O Observatório elaborou, ainda, uma lista dos jogadores mais valiosos nascidos depois de 2000 e Gustavo Assunção aparece na 22.ª posição, num leque que reúne atletas dos principais clubes europeus – Alphonso Davies (Bayern Munique), Erling Haaland (Borussia Dortmund) e Phil Foden (Manchester City).

O jovem capitão foi, também, um dos três jogadores do Futebol Clube de Famalicão destacados num outro artigo deste reconhecido portal.

Tendo por base a experiência acumulada ao longo do último ano, o Observatório do Futebol elaborou uma lista de atletas sub-23 que, face às credenciais apresentadas, podem ser brevemente chamados à seleção principal dos respetivos países. Do FC Famalicão, Gustavo Assunção está “apontado” ao escrete, enquanto Edwin Herrera e Manuel Ugarte podem integrar futuras convocatórias das seleções colombiana e uruguaia, respetivamente.

Famalicão: Inauguração da Praça – Mercado Municipal anunciada esta sexta-feira

As obras na Praça – Mercado Municipal de Famalicão estão praticamente concluídas e a data da inauguração do novo equipamento público é anunciada, ao final da manhã desta sexta-feira, pelo presidente da Câmara.

O anúncio será feito após a visita ao espaço, na qual Paulo Cunha terá a companhia do presidente da CCDR-N, António Cunha.

A requalificação e modernização da Praça – Mercado Municipal de Vila Nova de Famalicão teve um custo total de quatro milhões de euros, com verbas aprovadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), assinado entre a autarquia e o Programa Operacional Norte 2020, que garantiram um cofinanciamento FEDER de 3,1 milhões de euros.

Com a renovação do Mercado Municipal «vai surgir um espaço central em Vila Nova de Famalicão, renovado, coletivo e moldável, assente na multifuncionalidade e convivialidade, diferenciador e sustentável, articulando espaços de trocas, de encontros, de partilha de saberes, sabores e tradições. Será a verdadeira Praça do concelho como o foi ao longo dos seus 68 anos de história», lê-se em nota de imprensa enviada pelo Município.