Homem matou mãe à facada na Póvoa de Varzim e Polícia Judiciária investiga

O homem, de 44 anos, entregou-se na esquadra policial da Póvoa de Varzim cerca das 21:00, afirmando que tinha matado a sua mãe com uma arma branca, referiu fonte do Comando Metropolitano da PSP.

A fonte disse desconhecer as motivações.

A PSP deslocou-se à residência da idosa, tendo confirmado a agressão da mulher à facada, que viria a estar na origem da sua morte.

Trata-se de um caso da competência reservada da PJ, pelo que foi chamada a Diretoria do Porto desta força policial.

Ar condicionado já funciona no hospital de Famalicão

A falta de ar-condicionado no Hospital de Famalicão deveu-se a uma falha técnica. A explicação foi dada esta segunda-feira pela Administração do CHMA à deputada da CDU na assembleia da república, Carla Cruz, que esteve de visita àquela unidade hospitalar.
Os responsáveis do Hospital de Famalicão garantiram que o problema já se encontra ultrapassado e que o mesmo se deveu a uma avaria no sistema que adapta a temperatura conforme a época do ano ( inverno / verão )

Famalicão: Carro entra em despiste e embate em caixa de eletricidade

Um carro entrou em despiste e embateu contra uma caixa de eletricidade, por volta das 07h00 deste domingo, na Avenida 9 de Julho, em Vila Nova de Famalicão.

Por razões ainda desconhecidas, o condutor terá perdido o controle da viatura e foi embater contra um poste e uma caixa que fornece energia a várias casas e estabelecimentos daquela área. O choque contra o poste acabou por travar a queda do carro ao jardim de uma casa.

Não há registo de feridos.

O acidente provocou ainda um corte de energia que obrigou ao encerramento temporário de um restaurante que funciona 24h por dia a poucos metros daquele local.

Associação da GNR diz que agressões a militares em serviço estão a aumentar

“Há cada vez mais agressões e nada se tem feito para considerar a profissão de risco”, disse à agência Lusa o presidente da APG, César Nogueira, a propósito dos militares que hoje de madrugada ficaram feridos numa operação de fiscalização de trânsito no distrito de Coimbra.

O presidente da associação socioprofissional mais representativa da Guarda Nacional Republicana adiantou que tem colocado várias vezes a questão dos militares agredidos em serviço ao Ministério da Administração Interna, mas esta profissão “ainda não é considerada pelo Estado como de risco”.

“O ministro da Administração Interna afirma vária vezes que sente um carinho especial pela GNR, mas esse carinho não se sente no trabalho do dia a dia”, disse, dando como exemplo que um militar da GNR recebe menos 100 euros do que um agente da PSP.

Questionado sobre se a APG tem números de quantos militares da GNR foram agredidos nos últimos tempos, César Nogueira disse que a associação não tem esse dados, mas adiantou que foram “bastantes este ano e no ano passado”.

“Há cada vez mais militares da GNR que são agredidos em serviço”, insistiu, sublinhando que este aumento é “consequência do sentimento de impunidade de quem pratica as agressões”.

O presidente da APG defendeu penas mais pesadas para quem agride um agente de autoridade, salientando que, apesar de ser um crime público, a maioria das vezes tal não é considerado pelos tribunais.

César Nogueira disse também que há outras questões para explicar as agressões aos militares da GNR, como a falta de efetivo.

“Enquanto não houver mais elementos, é diferente fazer uma patrulha constituído por dois elementos do que fazer uma patrulha com quatro militares”, frisou.

O presidente da APG disse também que o caso registado hoje de madrugada é diferente, uma vez que foi utilizada arma de fogo e a maior parte dos militares da GNR são alvo de agressões físicas.

Os dois militares da GNR sofreram ferimentos ligeiros depois de terem sido “atingidos com disparos de arma de fogo” numa operação de fiscalização de trânsito, cerca das 01:10 de hoje no Itinerário Complementar 2 (IC2), junto ao posto de combustível da Repsol, na freguesia de Cernache.

Segundo a GNR, um dos militares foi transportado para o hospital.

César Nogueira contou que esta patrulha de dois militares se deslocava para uma operação de trânsito programada pela GNR, mas no percurso teve de fazer a fiscalização a uma viatura.

Enquanto os militares estavam a ver os dados do carro, os ocupantes puseram-se em fuga e disparam tiros.

O presidente da APG disse ainda que os dados da viatura em fuga são conhecidos e que havia três ocupantes.

Oficiais de justiça marcam cinco dias de greve alternados em junho e julho

A greve nacional está marcada para 25 e 28 de junho e dois, quatro e 12 julho e o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) garante que os tribunais vão paralisar na sua totalidade no país, uma vez que não vão ser garantidos os serviços mínimos.

O secretário-geral do SFJ, António Marçal, disse hoje à agência Lusa que o sindicato marcou cinco dias alternados, uma vez que uma greve de 24 horas não tem serviços mínimos face aos recentes acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa.

Em causa está o Decreto-Lei de Execução Orçamental de 2019 que integra um suplemento de 10% no vencimento dos oficiais de justiça. Segundo o novo diploma, este valor é abonado 11 vezes por ano, mas o pagamento é dividido pelos 14 salários auferidos pelos trabalhadores durante um ano.

Atualmente, os oficiais de justiça recebem este subsídio 11 meses por ano e não está integrado no ordenado.

Estes profissionais exigem a sua integração no ordenado e o pagamento de 14 meses.

António Marçal sublinhou que o protesto está relacionado com “o continuar por parte do Ministério da Justiça em não cumprir com aquilo que se compromete com os oficiais de justiça”, tendo sido “a última gota de água” a não integração total do suplemento no vencimento.

O secretário-geral do sindicato recordou que a ministra da Justiça comprometeu-se na Assembleia da República a fazer essa integração.

“Aquilo que pretende é dividir o suplemento para que seja pago por 11 meses em vez dos 14, isto é, uma redução efetiva do vencimento, numa altura em que, por exemplo, para os juízes, a ministra não só passa a pagar 14 meses, como aumenta o valor do subsídio de forma a compensar a questão da tributação”, precisou.

O sindicalista classificou este tratamento “inaceitável”, considerando que “não pode haver uma política para filhos e outra para enteados como a senhora ministra tem vindo a fazer”.

O SFJ tem também marcadas para os dias de greve manifestações e concentrações para Lisboa, Porto, Ponta Delgada, Funchal e Faro.

O sindicato mais representativo dos oficiais de justiça promete ainda mais um conjunto de greves para o período eleitoral das legislativas caso o Governo não reveja esta situação.

“Vamos continuar esta jornada de luta se o Ministério não reverter esta posição com um conjunto de greves já marcadas para o período eleitoral”.