Segunda-feira arrancam duas semanas de provas para 260 mil alunos

Até ao final do mês, 159.840 alunos do ensino secundário vão realizar quase 350 mil exames, sendo que a maioria dos estudantes tem como objetivo conseguir uma nota que lhe permita entrar no ensino superior, segundo dados do Ministério da Educação.

São os alunos do 11.º ano quem vai inaugurar a época de exames, com a prova de Filosofia marcada para as 09:30 de segunda-feira.

Já na terça-feira, haverá provas para todos os níveis de ensino: os estudantes estrangeiros do 9.º ano têm exame de “Português Língua Não Materna” (PLNM); os do 11.º terão exame a Latim e os finalistas vão mostrar o que sabem a “Português”; “Português Língua Segunda” ou a PLNM.

O exame de Português do 12.º ano é a prova com mais inscritos (77.033 alunos), seguindo-se a prova de Matemática A que se realiza uma semana depois, a 25 de junho, e tem quase 48 mil alunos inscritos, segundo informações dos serviços do Ministério da Educação.

Biologia e Geologia, uma das provas necessárias para o acesso aos cursos de Medicina, é a terceira com mais inscritos: 46.067 alunos do 11.º ano vão realizar o exame a 26 de junho.

Já esta quarta-feira é dia de “Física e Química A” para 44.618 alunos do 11.º ano e de “Geografia A” para outros 25 mil alunos do mesmo ano de escolaridade.

Os quase 100 mil alunos do 9. ano fazem a prova nacional de Português a 21 de junho e a de Matemática uma semana depois, a 27 de junho.

A primeira fase dos exames nacionais do básico e secundário só termina no final do mês, estando marcado para meados de julho o arranque da 2.º fase dos exames nacionais do secundário.

Para os alunos mais novos, a próxima semana é também altura de regresso às provas de aferição e sinal de férias à porta: Na segunda-feira, é dia de “Português e Estudo do Meio” e na quarta-feira os alunos do 2.º ano de escolaridade mostram os seus conhecimentos a “Matemática e Estudo do Meio”. Esta não é uma estreia para os mais novos, que em maio já tinham realizado as provas de “Expressões Artísticas” e “Expressões Físico-Motoras”.

Também para os do 5.º ano, esta será a sua última semana de trabalho. Depois dos exames a Educação Física e “Matemática e Ciências Naturais”, os alunos do 2.º ciclo vão prestar provas a “História e Geografia de Portugal” na quarta-feira.

No mesmo dia, os estudantes do 8.º ano também fazem a sua última prova de aferição a “História e Geografia”, isto depois de a 6 de junho terem realizado a prova de Português.

Escolas de Famalicão foram a Fafe apresentar ideias para mudar o mundo

O Município de Vila Nova de Famalicão esteve este fim de semana em Fafe representado no seminário final do Projeto “Ter Ideias para Mudar o Mundo” por cinco educadoras de infância de Agrupamentos de Escolas.

Este grupo de educadoras do concelho integra o grupo das 15 educadoras dos cinco Municípios da NUT III Ave, que chegaram ao fim do processo de formação do projeto “Ter Ideias para Mudar o Mundo”.

Vila Nova de Famalicão apresentou cinco projetos: “Aromatizar saberes”, desenvolvido na EB de Bairro e “Os castelos”, da EB de Riba de Ave, ambas escolas do Agrupamento de Escolas de Pedome; “Hortinha biológica”, do Centro Escolar de Joane, e “Casinha”, desenvolvido no JI de Vermoim, os dois estabelecimentos do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado; e “Amigos do planeta”, realizado na EB1 Louro/Mouquim/Lemenhe, do Agrupamento de Escolas D. Maria II.

O “Ter Ideias para Mudar o Mundo” é um projeto que integra o Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Ave (PIICIE do Ave), promovido pela Comunidade Intermunicipal do Ave, em parceria com a Associação Coração Delta – Centro Educativo Alice Nabeiro.

Este projeto apresenta como principal objetivo a promoção de experiências inovadoras e o desenvolvimento do espírito empreendedor nas crianças do pré-escolar dos Municípios da NUT III Ave.

A apresentação dos mais variados projetos foi feita pelas crianças que os desenvolveram ao longo do ano.

“Como vamos mudar o mundo na CIM do Ave” foi o tema de um debate que contou com a intervenção, entre outros, do vereador da educação na Câmara de Famalicão Leonel Rocha, de um representante da Associação Coração Delta e da CIM do Ave.

 

N-INVEST promove seminário em Famalicão

O projeto Oferta Qualificada, Diferenciadora e Facilitadora na Captação de Novos Investimentos, N-INVEST, promovido pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), escolheu a cidade de Vila Nova de Famalicão para encerrar o roadshow de oito seminários que tem vindo a promover, um pouco por toda a região Norte, de apresentação e divulgação dos seus resultados.

A sessão no concelho famalicense acontece já na próxima terça-feira, 18 de junho, a partir das 09h00, na Casa das Artes de Famalicão.

É convidada a participar neste seminário toda a comunidade que direta ou indiretamente beneficia, ou poderá beneficiar, do projeto e seus principais outputs, associados ao mapeamento e caraterização da região Norte em termos de oferta de espaços de acolhimento empresarial, tais como a plataforma eletrónica (www.n-investportugal.pt), o observatório, o gabinete de apoio ao investidor, entre outros.

As inscrições são gratuitas e decorrem online através do site da AEP, emwww.aeportugal.pt/pt/eventos/.
O projeto Oferta Qualificada, Diferenciadora e Facilitadora na Captação de Novos Investimentos, N-INVEST, foi lançado em maio de 2018 com o objetivo de aumentar a competitividade e captação de investimento na região Norte, através do apoio à gestão de áreas empresariais e serviços de acompanhamento personalizado para investidores nacionais e internacionais, numa lógica “one stop shop”.
Promovido pela AEP, em cooperação com os principais atores, públicos e privados, o projeto N-INVEST é cofinanciado pelo Norte 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

PROGRAMA

09:00 Welcome Coffee
09:30 Abertura da Sessão
09:40 PAINEL I: Contexto da promoção e do acolhimento empresarial do Ave
10:45 PAINEL II: As áreas empresariais como vetor de competitividade territorial e empresarial – a importância de uma oferta qualificada
11:50 Fatores críticos de competitividade empresarial – custos e facilitadores de contexto
12:15 Perguntas e respostas
12:45 Encerramento

Vila Nova de Famalicão, 14 de junho de 2019

Feira Medieval Viking de Famalicão está a chegar

Os vikings estão de volta a Famalicão! Entre 4 e 7 de julho, em toda a extensão da Praça D. Maria II, realiza-se a Feira Medieval Viking, que é já o mais extenso evento evocativo da presença viking na Península Ibérica.

Tal como é habitual, são esperadas milhares de pessoas no espaço central da cidade de Vila Nova de Famalicão que são convidadas a conhecer um facto histórico que já completou um milénio mas que ainda é desconhecido de muitos. De facto, foi em 2016, que se cumpriram 1000 anos sobre a incursão normanda/viking que foi enfrentada, no ano de 1016, no então Castelo de Vermoim.

A Feira Medieval Viking é uma oportunidade de todos poderem fazer a festa mas também de partilhar saberes diversos, num ambiente familiar, acolhedor e divertido. A organização está a cargo da Escola Profissional CIOR, com o apoio do Município.

A realização deste evento justifica o apoio do Município já que cumpre a premissa da afirmação territorial e da projeção cultural e turística do concelho de Vila Nova de Famalicão, através de projetos, iniciativas e eventos com valor acrescentado e diferenciador da oferta regional e nacional, apostando numa marca/temática Viking singular.

Há mil anos, o território que hoje é Vila Nova de Famalicão já era estratégico no contexto de toda a região e nem os Normandos (Vikings) deixavam de por aqui passar e deixar marcas.

A envolvência da temática Viking no nosso concelho acompanha também, ao nível gastronómico, o bacalhau, alimento que vários especialistas apontam como popularizado em Portugal pela presença normanda no território. Por este facto, a Feira Medieval Viking liga-se, em complementaridade, com a iniciativa “Dias à Mesa” que, neste particular, promoverá o consumo do bacalhau em diversos restaurantes do concelho.

Taxas moderadoras deixam de ser cobradas nos Centros de Saúde

O parlamento aprovou na generalidade, com votos contra do CDS-PP, um projeto de lei do Bloco de Esquerda que põe fim às taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todos os atos prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Assim, o fim das taxas moderadoras vai abranger também consultas de especialidade nos hospitais que são prescritas pelos médicos de família, consultas de seguimento decididas pelos profissionais dos hospitais ou exames prescritos pelos médicos do SNS.

O diploma aprovado propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

Passará então a existir cobrança de taxas moderadoras no caso das urgências hospitalares, sendo que já hoje em dia estão dispensados deste pagamento os utentes que são enviados para a urgência pelo centro de saúde, pelo INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) ou pelo centro de atendimento SNS 24.

Esta é aliás a intenção do Bloco, confirmada à Lusa pelo deputado Moisés Ferreira, já que os bloquistas defendem que se deva seguir o caminho da eliminação das taxas moderadoras, tal como o PCP.

O projeto ainda vai ser detalhado ao nível da comissão parlamentar de Saúde e só entra em vigor depois desta discussão e depois de ser definitivamente aprovado.

Atualmente, são pagas taxas nas consultas dos cuidados de saúde primários e nos hospitais, na realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica em serviços de saúde públicos ou privados, designadamente em entidades convencionadas, com exceção dos que são feitos em regime de internamento, no hospital de dia e no serviço de urgência para o qual haja referenciação pela rede de prestação de cuidados de saúde primários, pelo Centro de Atendimento do Serviço Nacional de Saúde ou pelo INEM.

O SNS determina a isenção do pagamento de taxas a um conjunto concreto de pessoas, quer consoante patologias, idades ou condição económica, mas pelo menos quatro milhões de portugueses não estão abrangidos por essas isenções.

Atualmente a isenção abrange grávidas e parturientes, menores de 18 anos, utentes com incapacidade superior a 60%, utentes em situação de insuficiência económica, dadores de sangue, dadores de tecidos ou órgãos, bombeiros, doentes transplantados, militares e ex-militares das Forças Armadas incapacitados de modo permanente, alguns desempregados, requerentes de asilo e refugiados e utentes no âmbito da interrupção voluntária da gravidez.

As taxas moderadoras aplicadas atualmente vão desde 3,50 euros para uma consulta de enfermagem no centro de saúde até aos 18 euros num serviço de urgência polivalente, passando por 4,50 numa consulta de medicina geral e familiar ou de 7 euros numa consulta de especialidade hospitalar.

Há também taxas moderadoras para os meios complementares de diagnóstico e terapêutica que podem variar entre os 35 cêntimos e os 40 euros.

Assim, quando o diploma hoje votado entrar em vigor, passam a ser cobradas apenas as taxas moderadoras relativas ao serviço de urgência: 18 euros na urgência polivalente, 16 euros na urgência médico-cirúrgica e 14 euros no serviço de urgência básica.

A cobrança de taxas moderadoras representa atualmente cerca de 2% do orçamento do Serviço Nacional de Saúde.