Acidente: N14 cortada ao trânsito

Uma colisão entre dois veículos obrigou ao corte da estrada nacional 14, que liga Famalicão a Braga, na freguesia de Cruz.

O acidente aconteceu por volta das 09h40 e no local estão os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Há registo de três feridos, sendo que um deles teve de ser desencarcerado.

O trânsito está a circular por ruas paralelas a esta estrada enquanto não estiverem concluídos os trabalhos de socorro e posteriormente limpeza da via.

Junho: Locais onde a PSP vai estar com radar

03-jun-19 09H00 Circular Urbana – Guimarães
04-jun-19 08H00 Circular de Barcelos – Viaduto do Queimado – Vila Frescaínha São Martinho
07-jun-19 22H00 Av. António Macedo – Braga
13-jun-19 09H00 Variante de Creixomil – Guimarães
14-jun-19 08H00 Circular de Barcelos – Viaduto do Queimado – Vila Frescaínha São Martinho
18-jun-19 14H00 Variante de Famalicão – V.N. Famalicão
25-jun-19 09H00 Circular Urbana – Guimarães
27-jun-19 15H00 Av. Padre Júlio Fragata – Braga
28-jun-19 08H00 Circular de Barcelos – Vila Frescaínha São Martinho

 

Bombeiros Famalicão / Famalicenses no Rali de Portugal

Decorre até este domingo mais uma edição do Rali de Portugal. Para que tudo corra pelo melhor, está montada uma grande operação de segurança que envolve diversas corporações de bombeiros, grande parte delas, oriundas da região norte de Portugal.

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão e Famalicenses também fazem parte dos meios envolvidos, vão estar até ao final da competição em algumas das classificativas para dar todo o apoio que possa vir a necessário.

 

 

 

Novas notas de 100 e 200 euros entram em circulação na terça-feira

As novas notas de 100 e 200 euros entram em circulação a partir de terça-feira, com a mesma cor, mas menor dimensão e com novos elementos de segurança, concluindo a implementação das notas da série Europa.

Com a entrada em circulação das novas notas de 100 e 200 euros fica concluída a implementação da série Europa do euro, que se iniciou em 2013, e que decorreu de forma gradual, ao longo de vários anos e por ordem crescente de denominação das notas.

A primeira nota da série Europa, de cinco euros, entrou em circulação, em Portugal e nos restantes países do euro, em 02 de maio de 2013, seguindo-se a nota de 10 euros, em 23 de setembro de 2014, e a nota de 20 euros, em 25 de novembro de 2015.

A nota de 50 euros, por seu turno, entrou em circulação em 04 de abril de 2017 e a série Europa não terá a denominação de 500 euros.

As novas notas de 100 e 200 euros têm menos cinco milímetros de altura em comparação com as notas da primeira série do euro, tendo o mesmo tamanho das de 50 euros, o que facilita o seu manuseamento.

“Sendo da mesma largura, as notas de 50, 100 e 200 euros podem agora ser tratadas e processadas com mais facilidade pelas máquinas. Além disso, cabem melhor nas carteiras de quem as utiliza e têm maior durabilidade, visto que estarão sujeitas a menor desgaste e deterioração”, indica o Banco Central Europeu (BCE) no seu ‘site’.

Contudo, o comprimento das notas fica inalterado e, “quanto maior é o comprimento, mais elevado o valor da nota”, frisa a entidade liderada por Mario Draghi.

O BCE apresentou as novas notas de 100 e 200 euros ao público em 17 de setembro de 2018.

As novas notas contêm elementos de segurança novos e inovadores, e, à semelhança das outras denominações, permitem atestar a sua genuinidade através do método “tocar, observar e inclinar”.

As novas notas têm um holograma-satélite na parte superior da banda prateada que expõe pequenos símbolos do euro (€) que se movem em torno dos algarismos representativos do valor da nota e que se tornam mais nítidos quando são expostos a luz direta.

A banda prateada exibe também um retrato de Europa (figura mitológica grega que deu origem ao nome do continente europeu), o motivo arquitetónico e um símbolo do euro de grande dimensão. As novas notas de 100 e 200 euros incluem igualmente um número esmeralda melhorado.

“Se bem que o número esmeralda esteja presente em todas as restantes notas da série ‘Europa’, esta versão melhorada exibe também símbolos do euro dentro dos algarismos representativos do valor da nota”, frisa o BCE.

As novas notas mantêm os desenhos de estilo arquitetónico, com as notas de 100 a manterem a cor verde e o desenho em estilo barroco e rococó e as de 200 a continuarem com cor amarelo torrado e a retratar a arquitetura em ferro e vidro do século XIX.

As novas notas vão circular em simultâneo com as antigas, não sendo necessário trocar as notas antigas.

Cerca de 10,7 milhões de portugueses elegem 21 deputados ao Parlamento Europeu

Os eleitores com capacidade eleitoral ativa são 10.761.156, quando nas anteriores eleições para o Parlamento Europeu, em maio de 2014, eram 9.696.481.

O número de eleitores residentes no estrangeiro passou de menos de 300 mil nas eleições de 2014 para 1.431.825, resultado do processo de recenseamento automático.

Votam para as eleições ao Parlamento Europeu cerca de 400 milhões de cidadãos dos 28 países da União Europeia, que elegem 751 deputados, 21 dos quais portugueses.

Em Portugal, em termos das listas concorrentes, em 2014 o PSD e o CDS-PP formaram uma coligação e, este ano, apresentam-se às eleições com listas separadas.

A CDU, que junta tradicionalmente em atos eleitorais o PCP, o PEV e a Intervenção Democrática, volta a apresentar-se como coligação.

A concorrer pela primeira vez está a coligação Basta (composta pelo PPM e PPV-CDC), contando com o apoio do novo partido Chega e do Movimento Democracia 21.

O PDR, a Aliança, o Nós, cidadãos!, a Iniciativa Liberal e o PURP apresentam-se também pela primeira vez a eleições europeias.

No boletim de voto os partidos estão inscritos pela seguinte ordem: PCTP, PDR, PAN, PS, Aliança, PNR, Nós, cidadãos!, PTP, PSD, BE, Iniciativa Liberal, MAS, CDS, PURP, Basta, LIVRE e CDU.

Em 2014, o PS obteve oito mandatos, o PSD/CDS sete, o PCP-PEV três, o MPT dois e o BE um mandato.

Há cinco anos, votaram 33.91% de eleitores e a abstenção foi de 66.09%.

As europeias deste ano em Portugal ficam também marcadas pelo fim do número de eleitor e pela possibilidade de todos os eleitores poderem votar antecipadamente, desde que o peçam.

A abolição do número de eleitor foi uma das mudanças da lei, passando o votante a ser identificado pelo número de identificação civil.

Na prática, e uma vez que já tinha acabado o cartão de eleitor (o seu número constava do cartão de cidadão), a mudança mais visível será a ordenação dos cadernos, que passa a ser feita por ordem alfabética: cada cidadão terá de procurar a sua mesa de voto pelo primeiro nome, em vez do número de eleitor, o que, em alguns casos, poderá conduzir a mudanças nos locais de voto.

Outra das mudanças mais significativas na legislação eleitoral é que o recenseamento de cidadãos residentes no estrangeiro passa a ser automático, desde que tenham cartão de cidadão.

A introdução da matriz em braille para os eleitores com deficiência visual poderem votar de modo autónomo é outra alteração prevista na lei.

As matrizes de braile, em tudo idênticas aos boletins de voto, serão disponibilizadas em todas as mesas de voto. Os cidadãos com deficiência visual podem sobrepor as matrizes em braile ao boletim de voto, de forma a permitir a sua leitura e indicação expressa do voto, garantindo assim a autonomia e confidencialidade do voto.