Carro furtado na Urbanização do Vinhal

Um Renault Clio foi furtado esta madrugada, na Urbanização do Vinhal, em Vila Nova de Famalicão. O carro foi deixado por volta das 02h00 da manhã pela proprietária à porta de casa, tendo desaparecido depois disso.

A condutora só deu pela falta dele, quando se preparava para sair de casa, às 08h00.

Se avistar uma viatura igual à da imagem, com a matrícula 23-PG-61 do ano de 2014 entre em contacto de imediato com as autoridades ou com os números 918884025 / 911164793.

O furto já foi reportado às autoridades.

Autor de assalto violento em Famalicão vê pena reduzida

O Tribunal da Relação de Guimarães baixou para quatro anos e cinco meses de prisão efetiva a pena de um homem que, em agosto de 2016, protagonizou um assalto violento a uma residência em Famalicão.

Na primeira instância, o arguido tinha sido condenado a cinco anos e quatro meses, por um crime de roubo qualificado, agravado pela circunstância de ser reincidente.

Segundo um acórdão hoje consultado pela Lusa, o arguido tem “graves antecedentes criminais”, somando, desde 1997, 18 condenações por crimes diversos, entre os quais coação sexual, dano, atentado ao pudor, ameaça e roubo.

Já lhe tinham sido aplicadas três penas de prisão suspensas na sua execução e três penas de prisão efetiva, a última de oito anos e três meses pela prática de dois crimes de roubo.

Conta também com mais de uma dúzia de condenações em penas de multa.

Em 08 de agosto de 2016, numa altura em que se encontrava em liberdade condicional, o arguido assaltou, conjuntamente com outro indivíduo não identificado, uma residência em Famalicão, agredindo com “vários murros” na cara e na cabeça e com pontapés nas pernas um homem que ali morava.

Roubou quatro botões de punho, num valor que, segundo o tribunal de primeira instância, seria de, pelo menos, 120 euros.

O arguido recorreu para a Relação, que considerou que o valor dos botões não foi apurado, desqualificando assim o crime e, consequentemente, baixando a pena aplicada.

No acórdão, a Relação sublinha que são “elevadíssimas” as exigências de prevenção especial, face aos “graves” antecedentes criminais do arguido.

Diz ainda que o arguido agiu com “grave ilicitude” e dolo direto, “provocando ferimentos significativos e gratuitos” ao dono da habitação assaltada, que se encontrava sozinho e em “total inferioridade”.

Acrescenta que o arguido não confessou os factos e não demonstrou arrependimento, além de ter perpetrado o roubo num período em que se encontrava em liberdade condicional relativamente a uma pena grave e pela prática do mesmo crime.

Por isso, e mesmo tendo reduzido a pena, manteve a prisão efetiva.

Juiz liberta padeiro de Famalicão que violou criança

Já foi ouvido por um juiz de instrução criminal o padeiro de 20 anos acusado de ter violado uma jovem de 13 anos que terá conhecido nas redes sociais.

De acordo com o Jornal Correio da Manhã, o profissional da panificação, para além de ter violado essa menor num lugar ermo do concelho, tentou fazer o mesmo com outras duas, tendo estas conseguido escapar do homem depois de perceberem o que ele procurava, na sequência de encontros marcados através do facebook.

O mesmo jornal avança que a jovem de 13 anos, para além de violada, ficou infetada com uma doença sexualmente transmissível proveniente da relação que manteve com o pedófilo.

A queixa de violação foi feita há algumas semanas, quando o pai da menor se apercebeu das conversas que a filha tinha com o padeiro no Messenger. Depois de confrontada pelo progenitor, a menor de idade terá confessado ter sido abusada pelo homem de 20 anos que conheceu nas redes sociais.

Depois da detenção, a PJ fez uma busca domiciliária onde apreendeu diverso material informático. No telemóvel e computador do padeiro foram encontradas várias imagens das vitimas a simular atos sexuais, material que o abusador utilizava para chantagear as crianças com o objetivo de manter os encontros com elas.

O padeiro, ouvido na passada quarta-feira por um juiz de instrução criminal em primeiro interrogatório, vai aguardar pelo julgamento em liberdade.

Regionalização, ética e liberdade marcam comemorações do 25 de abril em Famalicão

“Há uma tendência que evidencia um Estado cada vez mais afastado, cada vez mais indiferente, mais fechado no seu casulo, isolado do contexto nacional. Um estado que não conhece a realidade, que não pisa o terreno, que não fala com as pessoas”. O crescente centralismo dos órgãos do Estado foi uma das principais preocupações deixadas, esta quinta-feira, nas comemorações do 45.º aniversário do 25 de abril, pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha. O autarca que abriu a sessão solene comemorativa que decorreu nos Paços do Concelho, com uma análise crítica ao Estado administrativo e legislativo atual, afirmou que “não queremos um Estado que seja indiferente ao território onde exerce as suas funções, não queremos um Estado que se refugie em Lisboa numa posição centralista, eximindo-se das suas responsabilidades e ignorando a realidade, onde os gráficos são mais importantes que as pessoas”.

Defensor assumido em diversas ocasiões da regionalização e reconhecido a nível nacional pelas suas ideias descentralizadoras do Estado, Paulo Cunha afirmou que “é fundamental reivindicar uma mudança”.“Queremos um Estado consciente, atuante, próximo, não só do ponto de vista físico, mas também da intuição, que consiga auscultar a comunidade”, afirmou acrescentando que “algo tem que ser feito”. “Nós queremos governantes que conheçam o país real, que respirem o mesmo ar das comunidades, não queremos governantes que tomem o todo pela parte”.

Mas o autarca famalicense aproveitou a presença de todos os partidos políticos com estrutura concelhia para abordar outra questão atual, a ética e o Estado legislador. Referindo-se mais uma vez a uma“tendência crescente” dos órgãos nacionais, Paulo Cunha afirmou “temos um Estado com tiques legislativos, um Estado que sente que fazer uma lei é sempre a melhor solução, como se as leis fossem resolver os problemas da comunidade”.

Para o autarca “é preciso saber combater esta tendência, que é mais uma tentação do Estado moderno”.Mas Paulo Cunha foi ainda mais longe e referiu que “mais recentemente legisla-se acerca da ética”, numa clara alusão às ligações familiares entre os membros do Governo.

“Aquilo que são os comportamentos, as condutas, as ações, aquilo que resulta da perceção que cada um tem acerca do exercício dos poderes públicos e políticos está agora a ser acoplado numa qualquer previsão legislativa e isto é o extremo do desnorte legislativo em Portugal”, salientou. Aliás para o presidente de Câmara, esta tendência “é um erro e é muito preocupante, porque constitui também um risco para a democracia”.

Apesar de todas as preocupações demonstradas, Paulo Cunha não tem dúvidas em afirmar que “o 25 de abril valeu a pena e sempre valerá a pena, mas é fundamental que não nos acomodemos pensando que tudo está feito para que eternamente tenhamos liberdade e democracia”.

Esta mesma ideia foi sublinhada pelo presidente da Assembleia Municipal de Famalicão, Nuno Melo, que encerrou a cerimónia.

Para o responsável “o 25 de abril é muito mais do que esta cerimónia, é lutando todos os dias pela liberdade”, aliás “a democracia não se faz em sessões que se realizam uma vez por ano, a democracia exerce-se através da liberdade”. Neste âmbito, Nuno Melo fez um forte apelo ao voto, salientando que “o voto é a essência da democracia”, recordando a elevada taxa de abstenção nas eleições, principalmente entre os jovens “o que contradiz abril”.

Refira-se que a sessão solene do 25 de abril foi presidida pelo Presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão, e contou com intervenção de representantes de todos os partidos políticos com estrutura concelhia – PSD, CDS, PS, BE e CDU.

Santa Casa recusa-se a entregar 10 mil euros por “micro” rasgo em raspadinha

Maria Freitas, desempregada de 57 anos, natural e residente em Guimarães, comprou no passado mês de fevereiro uma raspadinha dos jogos santa casa com um prémio de 10 mil euros.

Quando foi reclamar o prémio viu o mesmo ser-lhe negado pelo facto da raspadinha estar ligeiramente rasgada numa das pontas, como é possível ver na imagem. A vencedora deste prémio, indignada com toda a situação, diz não entender a decisão da Santa Casa uma vez que o rasgo não impede a leitura do boletim.

Apesar de ter recorrido da decisão, o Departamento de Jogos de Santa Casa voltou a reafirmar que Maria Freitas não tem direito ao prémio devido ao rasgo, independentemente do mesmo possibilitar a leitura correta da raspadinha.