F.C.Famalicão visitou Centro Social de Calendário

O Futebol Clube Famalicão deslocou-se, esta quinta-feira, a mais uma instituição do município de Vila Nova de Famalicão, desta vez ao Centro Social de Calendário.
Walterson e Guzzo foram os embaixadores da equipa de futebol profissional do FC Famalicão tendo sido recebidos em clima de festa, tanto pelos mais jovens, do jardim de infância e ATL assim como pelos mais adultos, na casa sénior.
Curiosos, os mais pequenos foram muito interventivos querendo tirar fotografias e questionar os jogadores sobre o seu dia a dia, reforçando o espirito do FC Famalicão.

Na casa sénior, os mais idosos foram de uma amabilidade extrema deixando pairar no ar a alma famalicense. Da sala de confraternização, os utentes conseguem visionar parte do estádio e há quem fique sempre atento a todos os treinos e jogos do clube.

Sobre esta temporada e a mudança de treinador no clube, Raphael Guzzo explicou que o mais “importante é que os objetivos continuem intactos com confiança nas nossas capacidades. Para Guzzo, ter Carlos Pinto como treinador é “um reencontro que nos dará máxima liberdade mas também máxima responsabilidade e é normal que os jogadores possam querer demonstrar tudo com a chegada de alguém novo. Continuaremos a trabalhar de forma séria e intensa e já contra o Cova da Piedade, equipa compacta, bem organizada e com um bom treinador, o objetivo é vencer perante os nossos adeptos que nunca nos abandonaram.”
Também Walterson deixou umas palavras sobre a fase do FC Famalicão com “a equipa a encarar com espirito positivo o que vem aí no campeonato. É claro que todos os jogadores querem conquistar o espaço na equipa e isso é bom para o grupo com a competitividade que sempre existiu no clube. Os três pontos na próxima jornada são “o mais importante mas sabemos que vai ser complicado pois o Cova da Piedade tem jogadores com bastante qualidade”.

Uma tarde diferente e cheia de sorrisos para os jogadores do Futebol Clube Famalicão que sentiram o carinho dos utentes do Centro Social de Calendário. No próximo desafio haverá apoio extra nas bancadas do Municipal de Famalicão frente ao Cova da Piedade, agendada para as 18H de domingo, dia 31 de março.

Câmara de Famalicão entrega 183 mil euros em bolsas de estudo

“A bolsa de estudo é um apoio fundamental na hora de decidir o prosseguimento dos estudos no ensino superior”. Ana Rute Cardoso, que frequenta o 3.º ano do curso de Comunicação e Multimédia na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro não tem dúvidas em afirmar que “estudar é essencial para a construção de um futuro melhor, no entanto, quando isso implica mudar de cidade, arranjar casa e gastar muito dinheiro em transportes, a dúvida instala-se e são apoios como estes que nos ajudam a prosseguir”. A jovem universitária recebeu esta tarde, pela segunda vez, uma bolsa de estudo. A cerimónia de entrega dos cheques decorreu na Casa das Artes e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

Numa intervenção desafiante, Paulo Cunha falou essencialmente de sonhos concretizados e de felicidade e deixou um apelo aos jovens: “Nunca se resignem e nunca deixem de ser ambiciosos. Sabemos que muitas vezes o mérito por si só não é o suficiente, mas nessas alturas a Câmara Municipal está aqui para ajudar e criar condições para que os sonhos sejam concretizados”.

“Queremos que os famalicenses sejam bem sucedidos nas suas escolhas e queremos um futuro com qualidade para Vila Nova de Famalicão. Precisamos de recursos humanos qualificados para dar resposta ao nosso mercado de trabalho e por isso estamos disponíveis para contribuir através destas bolsas de estudo e outros apoios importantes”, adiantou o autarca, salientando que se trata principalmente de “assegurar o direito de cada um alcançar a felicidade”.

Refira-se que a Câmara Municipal de Famalicão reforçou, este ano, o investimento na atribuição das bolsas de estudo ao ensino superior, passando dos 178 mil euros em 2018 para cerca de 183 mil euros, beneficiando 283 estudantes, mais dez do que no ano passado. Os apoios atribuídos oscilam entre os 1100 euros e os 500 euros.

“Ano após ano estamos disponíveis para perceber se é ou não necessário ir mais longe na atribuição dos apoios”, referiu ainda o presidente da Câmara Municipal, , realçando que “hoje em dia apoiamos mais jovens, porque eles estão melhor informados acerca dos apoios existentes, muito graças ao trabalho desenvolvido pelo município, através da divulgação das iniciativas, que tem levado a informação até todos, o que é ótimo, pois não queremos que ninguém fique de fora dos apoios por falta de informação”.

Por outro lado, segundo o autarca “atualmente, estamos a chegar cada vez mais longe, estamos a apoiar também os novos cursos Técnicos Superiores Profissionais, alargando assim a área de ação dos apoios”.

Desde 2013, o investimento municipal concedido às bolsas de estudo para o ensino superior já aumentou em mais de 50 por cento, sendo que a verba municipal passou de 120 mil euros, em 2013, para cerca de 183 mil euros, em 2019. Também no que diz respeito aos alunos beneficiados se regista um aumento significativo, tendo passado de 145 alunos, em 2013, para 283, em 2019.

F.C.Famalicão quer ajudar Moçambique e lança desafio aos adeptos

O Futebol Clube Famalicão associa-se à Liga Portugal em mais uma ação de responsabilidade social. O objetivo passa por ajudar Moçambique, devastado este mês por uma catástrofe natural.

O clube apela a todos os famalicenses que contribuam com a doação de material que vai ser encaminhado para África e distribuído junto daqueles que mais precisam.

O emblema famalicense está a pedir que lhes façam chegar até ao final do mês:
Barras energéticas
Solução oral hidratante
Pensos higiénicos
Redes mosquiteiras
Antimaláricos
Medicação para diarreia
Velas
Lençóis
Mantas

Os donativos podem ser entregues no dia 30 deste mês, na sede do clube, ou no Estádio Municipal aquando do Famalicão x Cova da Piedade.

Famalicão associa-se à Hora do Planeta

No próximo sábado, 30 de março, entre as 20h30 e as 21h30, vários edifícios públicos do concelho de Vila Nova de Famalicão vão ficar às escuras. O município associa-se, desta forma, ao apagão mundial da Hora do Planeta, uma iniciativa promovida pela World Wide Found for Nature (www.wwf.pt), uma das mais conhecidas Organizações Não Governamentais ambientalistas do mundo e pela Associação Nacional de Municípios Portugueses

Na cidade conta-se o edifício dos Paços do Concelho, a Casa das Artes e jardim envolvente, a Casa da Cultura e Largo dos Eixidos, a Casa da Juventude e o Palacete Barão da Trovisqueira onde está instalado o Museu Bernardino Machado. A estes equipamentos junta-se ainda o Centro de Estudos Camilianos, em S. Miguel de Seide, e a Casa do Território que ficarão iluminados apenas com a luz das estrelas.

A iniciativa representa uma ação simbólica à qual a Câmara Municipal de Famalicão se associa, alertando a população sobre a ameaça das mudanças climáticas. O objetivo é encorajar e incentivar todos os famalicenses a refletirem sobre esta problemática, começando por desligar as suas luzes por uma hora no próximo dia 30 de março.

A iniciativa que foi promovida pela primeira vez, em 2007 na cidade australiana de Sidney tem como principal objetivo alertar a população para a necessidade do Planeta ter essa Hora para respirar, para descansar, para se regenerar. Assim, encorajando as empresas, governos e cidadãos a desligarem as luzes por uma hora, deu-se um grito de alerta e criou-se uma plataforma de ação para todos os que estão interessados e atentos a questões que envolvem a luta contra as alterações climáticas e a defesa do nosso Planeta, permitindo uma redução na emissão de gases de efeito de estufa.

35 autocarros da TRANSDEV vandalizados em Barcelos

35 autocarros da Transdev Portugal foram vandalizados na madrugada de hoje, 27 de março, em Barcelos, com cortes de correias, esvaziamento de pneus e outros atos de sabotagem.

Para além de todo o prejuízo, na ordem dos milhares de euros, esta situação fez com que milhares de pessoas ficassem sem transporte para as escolas, empresas, centros de saúde, etc.

A Polícia Judiciária de Braga e a GNR tomaram conta da ocorrência e estão a investigar a origem destes atos criminosos que forem perpetrados em vários locais do concelho de Barcelos.

Trabalhadores das IPSS em greve

Os trabalhadores das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) vão estar hoje em greve e vão manifestar-se pela valorização das carreiras, aumentos salariais e do valor pago em dia feriado.

Célia Lopes, dirigente sindical do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal disse à Lusa na terça-feira que os trabalhadores das IPSS vão estar em greve durante o dia e vão concentrar-se no Porto, em frente à sede da Confederação Nacional das Instituições Particulares de Solidariedade Social (CNIS), para reivindicar melhores condições de trabalho para as cerca de 60 mil pessoas que trabalham nestas instituições.

Célia Lopes adiantou que os trabalhadores vão exigir a revisão do seu contrato coletivo de trabalho, uma matéria que começou a ser negociada em outubro do ano passado, mas cujo processo estagnou.

Segundo a dirigente sindical, o motivo dado pela CNIS foi o facto de ainda não ter sido assinado o novo acordo de cooperação com o Estado, e que deveria ter ficado fechado até ao final de 2018.

“Pese embora isso, os trabalhadores entendem que o salário mínimo nacional subiu, mais uma vez as suas carreiras profissionais foram desvalorizadas porque estão a receber salários muito próximos do salário mínimo nacional e entendem que a atualização do seu salário tem de ter efeitos a janeiro”, apontou.

Outra das questões que levam à ação de luta, é a forma de pagamento dos dias feriados, tendo a sindicalista adiantado que os trabalhadores das IPSS “sempre que prestam trabalho no feriado apenas são compensados com metade do tempo que trabalharam ou com o pagamento de metade das horas que trabalharam”, tudo por causa da não regulamentação do contrato coletivo de trabalho.

Célia Lopes sublinhou que esta é uma questão que afeta muitos trabalhadores das IPSS, sobretudo os que estão nas unidades de cuidados continuados, nos lares ou nos centros de acolhimento temporário de crianças e jovens em risco, e que têm de funcionar 24 horas por dia, 365 dias por ano.

“É uma questão que os trabalhadores consideram injusta, quase que trabalho forçado e é uma matéria que querem ver resolvida no âmbito da negociação deste contrato coletivo de trabalho”, destacou.