Temperaturas vão chegar perto dos 30 graus nos próximos dias e com isso sobe também o risco de incêndio

De acordo com informação disponível hoje no ‘site’ do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), para hoje está previsto risco de incêndio elevado e muito elevado em seis concelhos do distrito de Faro.

No sábado o risco aumenta, prevendo-se que seja muito elevado para quatro concelhos do distrito de Faro e elevado em 11 concelhos de Faro, Beja, Santarém e Portalegre.

O IPMA prevê para domingo um risco muito elevado de incêndio para três concelhos de Portalegre e Faro e elevado em 22 concelhos de Faro, Beja, Castelo Branco, Santarém e Portalegre.

Na segunda—feira volta a subir e na terça-feira já são mais de 70 os concelhos em risco elevado de incêndio, 16 em muito elevado e um em risco máximo (Mação, no distrito de Santarém).

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre o “reduzido” e o “máximo”.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para os próximos dias um aumento dos valores da temperatura máxima em Portugal continental.

A previsão aponta para céu geralmente limpo, vento em geral fraco do quadrante leste, soprando moderado no Algarve, acentuado arrefecimento noturno e subida da temperatura máxima.

No sábado os termómetros vão chegar aos 28 graus em Setúbal e 27 em Santarém. Em Lisboa vão estar 25 graus, Faro 21 e Porto 23. Para domingo prevê-se 27 graus para Setúbal e Santarém, 26 em Leiria e Braga, em Lisboa 25, Faro 21 e no Porto 24.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou entre 01 de janeiro e 17 de março 1.344 incêndios, que provocaram 1.608 hectares de área ardida.

Segundo a ANPC, a maior parte da área ardida provocada por estes incêndios de inverno foi em matos, 1.192 hectares, seguido de povoamentos (382) e de agricultura (34).

A Proteção Civil indica também que, até 17 de março, se registaram mais fogos nos distritos de Vila Real (201), Viseu (190) e Porto (185), mas “em qualquer um dos casos, os incêndios são maioritariamente de reduzida dimensão”, não ultrapassando um hectare.

Os 1.344 incêndios que deflagram em pleno inverno foram combatidos por 13.056 operacionais e envolveram 3.873 veículos e 212 meios aéreos.

Mulher colhida por comboio era um dos casos “prioridade máxima” de violência doméstica

A mulher, que faleceu esta quinta-feira, depois de ter sido colhida por um comboio, no apeadeiro de Mouquim, em Vila Nova de Famalicão, era um dos casos de violência doméstica com prioridade máxima para as autoridades.

O Semanário V avança que a vítima estaria num processo de divórcio, na sequência de uma relação marcada por agressões físicas e psicológicas por parte do companheiro.

A publicação adianta que a vítima, que residiu com o marido de 60 anos na Trofa, terá vindo para Famalicão de forma a afastar-se dele. Ao que tudo indica, as perseguições e ameaças por parte do ex companheiro continuaram e acabaram por levar a este desfecho.

Durante os últimos meses a vítima mortal apresentou diversas queixas contra o agressor nas autoridades, a última em Fevereiro, na esquadra da PSP de Famalicão. Apesar de tudo, o homem continua em liberdade.

 

 

Mulher colhida por comboio em Mouquim

Uma mulher, com cerca de 50 anos, foi colhida por um comboio, na noite desta quinta-feira, no apeadeiro da freguesia de Mouquim, em Vila Nova de Famalicão.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, a ocorrência aconteceu por volta das 20h00, à passagem de um comboio que seguia no sentido Famalicão – Braga, e o alerta foi dado momentos depois via 112.

A circulação de comboios na linha do minho esteve interrompida até ficarem concluídas as operações de recolha do cadáver.

Desconhece-se para já mais detalhes sobre esta situação.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses e a GNR de Famalicão.

Atos de vandalismo na central da Vodafone em Famalicão deixa milhares sem serviço

Milhares de clientes da Vodafone estou esta quinta-feira privados do serviço que contrataram. Durante a última madrugada, a central técnica desta operadora, localizada na freguesia de Calendário, em Vila Nova de Famalicão, foi vandalizada por desconhecidos.

O material responsável pela distribuição do serviço para o concelho de Famalicão e arredores ficou destruído e aguarda reparação / substituição.

Até lá vão-se verificar constrangimentos no serviço de fibra (televisão + internet + telefone) e falhas momentâneas no serviço móvel.

Os furtos a este tipo de infraestruturas são habituais. Regra geral os larápios procuram levar as baterias que alimentam os equipamentos.

Administração da NOCIR reuniu com funcionários sem boas notícias para dar

A administração da têxtil NOCIR, que ocupou parte das instalações da Ricon, na vila de Ribeirão, reuniu esta terça-feira com as trabalhadoras que foram dispensadas no final da passada semana.

O encontro serviu para tratar de formalidades relacionadas com a nova situação profissional das colaboradoras e, mais uma vez, explicar a todas elas que não houve volta a dar na questão do encerramento da fábrica, alegando que tudo o que podia ter falhado nas negociações para a compra das instalações falhou.

Uma nova reunião ficou marcada para a próxima segunda-feira. Entretanto as funcionárias aguardam com esperança um contacto da Valérius, uma têxtil de Barcelos que já terá mostrado vontade em empregar as profissionais dispensadas pela sucessora da Ricon.

Incendiária de carros apanha seis anos prisão

A autora dos incêndios em viaturas, entre fevereiro e abril de 2018, nas imediações do Supermercado E. Leclerc, foi condenada pelo Tribunal de Guimarães a seis anos de prisão. Foi provada a autoria dos crimes de incêndio, em seis viaturas estacionadas na via pública, que terão causado um dano avaliado em 14.500 euros, além de alarme social na zona.

A mulher, de 41 anos, que em Tribunal nunca se mostrou arrependida dos crimes, terá agido por ciúmes do marido, a quem suspeitava de ter relações extraconjugais.

Para incendiar os veículos, a mulher usava garrafas de álcool e panos embebidos, chegando a usar acendalhas para atear os fogos.

Esta mulher foi identificada e detida pela PSP em 2018 e encontrava-se a aguardar sentença em prisão domiciliária, com pulseira eletrónica.