Artur Jorge Ramalho Rocha Gonçalves, natural de Vieira do Minho, e pároco, desde 2024, de Lousado, escreveu um livro, que resulta da sua tese de doutoramento, intitulado “As promessas de Deus e as nossas promessas. Um lugar de comunhão e de identidade”.
As apresentações vão decorrer no dia 27 de janeiro, às 21 horas, no Centro Pastoral da Arquidiocese de Braga (Rua de São Domingos, n.º 94); em Lousado, no dia 13 de fevereiro, às 21 horas, na Casa do Povo; em Vila Verde, no dia 20 de fevereiro, às 21 horas, na Biblioteca Municipal de Vila Verde.
O sacerdote, nascido em 1971, defendeu a tese de doutoramento em junho de 2025, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.
No livro, procura perceber todo o processo da promessa, desde a sua origem, o seu cumprimento e as consequências na vida pessoal e cristã dos seus intervenientes. Isto, sabendo que as promessas têm um forte impacto na vida de muitos cristãos e na vida da Igreja.
A investigação aprofunda a dimensão bíblica da promessa, onde se apresentam e aprofundam as várias promessas feitas por Deus a Abraão e seus descendentes até ao ponto mais alto que é Jesus Cristo.
Já para o estudo das promessas dos devotos partiu de dois exemplos concretos da Arquidiocese de Braga, que foram os santuários de São Bento da Porta Aberta e santuário da Senhora do Sameiro em Braga. Depois de uma análise sobre estes dois lugares foram entrevistadas, com profundidade, 12 pessoas que fizeram promessas, bom como os dois reitores dos santuários. Para além da fundamentação bibliográfica, estes testemunhos foram importantes para perceber as promessas a “partir de dentro”.
Referência, na parte final, para as várias propostas pastorais que foram apresentadas, que podem contribuir para uma nova cultura eclesial e para um novo olhar sobre as promessas.
O padre Artur Jorge Ramalho Rocha Gonçalves é, ainda, capelão militar no Exército, com a presença em três Missões de Apoio à paz, no Kosovo.
Joao Machado eu vivo paredes meias com a proteção civil é pior do lado direito e lado esquerdo na frente da própria entrada nem é bom um matagal deve ser para dar frescura para dormirem durante o serviço então pelas traseiras que liga a estação de Caniços é demais ninguém faz nada têm pavilhões evadido pelo mato têm bairros de casas mas não ligam nada passam lá porque vão para os cafés e pastelarias estão lá acampados quase todo o dia e não obrigam ninguém a l8mpar sabe já ando avisar disto há anos até já fui ameaçado põe essa gente da protecção parecem ciganos
Tanta gente la la so criticos fradelos e como outros ladoos
Isto é normal entre soluloses e madeireiros e claro o interesses das Câmaras nos fotovoltaicos como no monte de Santa Catarina destruíram agora com negócios feito dizem que vão voltar a relançar arvores que dizem que é o monte o pulmão de famalicão enfim primeiro destrói
A culpa disto é uma só a mão humana,mas também da câmara municipal e do departamento de fiscalização e dos fiscais pois têm lá chegado algumas denúncias de terrenos que deveriam estar limpos até 31de Maio os fiscais foram aos locais e até à data os mesmos continuam por limpar CÂMARA MUNICIPAL TEM CULPA DISTO pois se tivesse mão pesada isto poderia ser evitado se fosse perto da casa de algum funcionário da câmara de certeza que não ardia.
Que acontece é que ninguém quer saber de limpar os terrenos. A publicação também não quer saber que todos pensam que nunca vai chegar a casa deles ou perto da casa deles.
O governo devia ter mais mão nestas coisas, mas claro nao querem saber que mais vale gastar os nossos meios para ir lá combater os fogos em vez de evitarem.
Onde estás a limpeza em Fradelos!😡
Pensei que ao ouvir o elecopetero pensei que ia tomar café ao monte da Assunção mas afinal serviu para algo parabéns
A indústria do fogo, voltou a atacar… é o calor ou uma beata…
Rua da Alegria!? Perto do campo de futebol.
Rui Cruz pequenos focos perto de casas vem logo helicóptero.
😢😢😢😢😢😢
Virgílio Machado pede a Deus que não te toque a ti
Ricardo Ferreira
Afinal dezia avia incêndios com o costa será que ele ainda está no governo
Rui Cruz o pessoal nunca está bem com nada
Sérgio Oliveira enfim…..
Quando tiver perto das vossas casas IDEs moer porque que não veio o meio aerio
Rui Cruz é tudo um negócio, pagamos nós os contribuintes.
Um meio aéreo para uma fogueira destas……enfim