Covid-19: Jovens entre os 12 e os 17 anos podem autoagendar a vacina

O autoagendamento da vacina contra a Covid-19 para jovens entre 12 e 17 anos de idade está disponível a partir desta quinta-feira, estando limitada a marcação para as outras faixas etárias. A vacinação destes jovens decorre nos dias 28 e 29 de agosto.

As crianças entre os 12 e os 15 anos, que marcaram a sua inoculação entre os dias 12 e 14 de agosto, vão ser vacinadas no próximo fim de semana, nos dias 21 e 22 de agosto.

 

Covid-19: DGS prepara nova dose da vacina

A Direção-Geral da Saúde (DGS) está a preparar a norma para a nova campanha de vacinação contra a covid-19, avança a CNN Portugal. A norma deverá ser até ao início do mês de setembro.

Nem a DGS nem o Ministério da Saúde, no entanto, responderam se serão convocados todos os portugueses – no esquema de ordem decrescente de idade, tal como aconteceu com as campanhas anteriores de vacinação – ou se o serão apenas os mais vulneráveis, como até agora anunciado.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças como a Agência Europeia do Medicamento recomendam a administração de uma quarta dose das vacinas contra a covid-19 apenas aos cidadãos entre os 60 e 79 anos e a pessoas vulneráveis.

Fonte: CNN Portugal

Greve dos trabalhadores da IP vai afetar circulação de comboios nos dias 1, 3 e 5 de agosto

A organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal (gestor da infraestrutura ferroviária) convocou uma greve para os dias 1, 3 e 5 de agosto e a Comboios de Portugal (CP) prevê «fortes perturbações» na circulação.

Em comunicado, a CP reporta que, «por motivo de greve convocada por organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal preveem-se fortes perturbações na circulação de comboios, a nível nacional, em todos os serviços, nos dias 1, 3 e 5 de agosto de 2022».

Está prevista a realização de serviços mínimos nos dias da greve, sem prejuízo de poderem ser realizados comboios adicionais, cuja lista pode ser consultada em www.cp.pt

Famalicão: Município proporciona Férias de Verão Inclusivas

Desde o final do ano letivo que o Município de Famalicão está a proporcionar a crianças e jovens com multideficiência, um programa de acolhimento inclusivo que proporciona bem-estar aos utentes e uma ajuda às famílias, após a pausa letiva de verão.

As Férias de Verão Inclusivas, que terminam no final de julho, são asseguradas por uma dezena de técnicos do município e três terapeutas, que acompanham as crianças e os jovens acolhidos. O projeto oferece uma diversidade de experiências, através da realização de várias oficinas temáticas, que são complementadas com atividades de caráter lúdico e terapêutico, como a integração sensorial, snoezelen e arteterapia.

Serve alunos que estão integrados nas escolas, mas que nas férias escolares ficariam sem qualquer apoio, e o município, em articulação com os seus diferentes serviços educativos, criou um programa de acolhimento no Centro de Recursos Educativos.

Segundo o presidente da Câmara, «não existiam programas capazes de dar resposta a esta necessidade das famílias (…) mas com técnicos especializados e os equipamentos existentes no Centro de Recursos Educativos conseguimos oferecer este importante serviço, mantendo um sorriso no rosto destas crianças», realça Mário Passos.

«Se não conseguíssemos reunir esta equipa e prestar este apoio, os pais não teriam outra alternativa que não fosse deixar os seus trabalhos e acompanhar os filhos em casa. Aqui garantimos o seu acompanhamento e a continuidade das atividades de desenvolvimento e estimulação que tanto necessitam», acrescentou, ainda, o edil.

O Centro de Recursos Educativos é uma valência municipal instalada no Centro de Formação, Investigação e Inovação de Famalicão, sediado na freguesia de Vale São Cosme, constituída por vários espaços, como salas de intervenção terapêutica e especializada – sala snoezelen e sala de integração sensorial.

 

Covid-19: Mortalidade em Portugal está em tendência decrescente

De acordo com o documento da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, a mortalidade específica por covid-19 está nos 24 óbitos a 14 dias por um milhão de habitantes.

Este valor está agora mais próximo do limiar de 20 óbitos definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC), sendo significativamente inferior às 41 mortes por um milhão de habitantes registadas no final de maio em Portugal.

Já a mortalidade por todas as causas, na última semana encontrava-se acima do limite superior dos valores esperados para esta época do ano, o que indica um excesso de mortalidade por todas as causas, em parte associado à covid-19, refere o relatório.

Na quinta-feira, a DGS anunciou que Portugal registou um excesso de mortalidade entre 07 e 13 de julho correspondente a 238 óbitos, atribuídos à onda de calor que se verifica no continente nos últimos dias.

Quanto à ocupação hospitalar por casos de covid-19, a DGS e o INSA avançam que regista também uma tendência decrescente, com os 1.140 internados na segunda-feira a representarem uma redução de 6% em relação à semana anterior.

O documento refere ainda que o número de 57 doentes em cuidados intensivos corresponde a 22,4% do limiar definido como crítico de 255 camas ocupadas nessas unidades, quando na semana anterior era de 28,2%.

“O impacto na mortalidade geral está a diminuir. É expectável a manutenção da diminuição da procura de cuidados de saúde” devido à covid-19, prevê o relatório, que continua a recomendar a vigilância da situação epidemiológica, a vacinação de reforço e as medidas de proteção individual.

A DGS e o INSA referem também que a linhagem BA.5 da variante Ómicron, com maior capacidade de transmissão, é responsável por 92% das infeções registadas em Portugal e que a percentagem de testes positivos para o SARS-CoV-2 nos últimos sete dias foi de 35,1%, com tendência decrescente.

Desde 03 de março de 2020 e até à última segunda-feira, foram registados 5.265.951 casos em Portugal, 332.671 dos quais suspeitas de reinfeção, que representam 6,3% do total de casos.

Associação Têxtil e Vestuário crítica falta de apoios à internacionalização

A direção da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal está preocupada com o que diz serem atrasos e incertezas no apoio à internacionalização para este setor do têxtil e vestuário.

Mário Jorge Machado, presidente da ATP, garante que a Associação tem procurado informações junto das entidades competentes e que não tem obtido as respostas que precisa.

«As manifestações de preocupação foram dirigidas ao mais alto nível, a diversas entidades e responsáveis políticos, desde a membros do Governo, ao COMPETE, à AICEP Portugal Global, à própria CIP, e, nalguns casos, manifestações reiteradas», acusa.

Mário Jorge Machado recorda que as «últimas calls do Portugal 2020 para a internacionalização das empresas ficaram muito aquém das necessidades, com cortes orçamentais que não eram de todo esperados. Sobretudo numa altura essencial em que deveríamos estar a ajudar as empresas a reverter os efeitos provocados, primeiro, por uma pandemia, a que somaram, recentemente, outros provenientes da guerra, com crise de preços na energia e matérias-primas, subida da inflação e recuo da procura», frisa.

Ainda que reconheça que as verbas do Portugal 2020 possam estar esgotadas, Mário Jorge Machado lembra que há um «Programa como o Portugal 2030 que devia estar ao serviço da economia desde 2021, e estamos no 3.º trimestre de 2022 e ainda ninguém consegue antecipar quando poderá estar operacional, com abertura de calls nestas e noutras áreas».