Covid-19: Maioria contra o fim da obrigatoriedade do uso de máscara de proteção em espaços fechados

Segundo uma sondagem para o DN, JN e TSF, realizada entre 19 e 24 de maio, mais de metade dos portugueses está contra o fim da obrigatoriedade do uso de máscara de proteção contra a Covid-19 em espaços fechados. Recorde-se que o Governo determinou o fim do uso obrigatório de máscara nestes locais no dia 21 de abril passado, mas segundo a sondagem, divulgada este sábado, a maioria discorda.

A decisão de pôr fim às máscaras, com exceção dos serviços de saúde e transportes públicos, não agrada a 55% dos inquiridos. Ainda segundo o inquérito, é na região Norte que se encontra a maioria dos críticos da decisão governamental; já Área Metropolitana do Porto a maior parte concorda. Por grupos etários, são os idosos que mais discordam da decisão do Governo de António Costa.

Este inquérito permitiu aferir que 46% dos inquiridos garante usar máscara em espaços fechados e 32% fazem-no às vezes.

Amanhã, Famalicão está em alerta vermelho devido ao calor

Esta quarta-feira, dia 24 de julho, o concelho de Famalicão está em alerta vermelho, devido às elevadas temperaturas. Informação transmitida pela Unidade de Saúde Pública.

Segundo as recomendações da Direção-Geral da Saúde é importante beber água ou sumos de fruta natural, mesmo quando não tem sede, evitando o consumo de bebidas alcoólicas; fazer refeições frias e leves, comendo mais vezes ao dia; utilizar roupa larga, que cubra a maior parte do corpo, e chapéu de abas largas e óculos de sol; manter-se em ambientes frescos, pelo menos 2 a 3 horas por dia; evitar a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas; utilizar protetor solar com fator > 30 e renovar a sua aplicação de 2 em 2 horas; se trabalhar no exterior fazê-lo acompanhado, porque em situações de calor extremo poderá ficar confuso ou perder a consciência; ter especial atenção com os doentes crónicos, crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida; no período de maior calor fechar as persianas ou portadas, e ao entardecer deixar que o ar circule pela casa; manter-se informado relativamente às condições climáticas para poder adotar os cuidados necessários.

Mantenha-se informado, hidratado e fresco.

 

Famalicão: Recolha de sangue a favor do Pedro

Esta quarta-feira, entre as 9 e as 12h30, decorre uma colheita de sangue, com inscrição para dadores de medula, a favor do Pedro, jovem aluno da Escola Júlio Brandão que sofre de leucemia.

A iniciativa decorre nas instalações da Júlio Brandão.

O Pedro, de 14 anos, está internado no IPO e precisa urgentemente de um dador de medula óssea. Para além disso, necessita de transfusões regulares de sangue para se manter estável enquanto aguarda por um dador compatível.

 

Famalicão: Colheita de Sangue em S. Cosme do Vale

A Associação de Dadores de Sangue de V. N. de Famalicão promove uma colheita de sangue, na sede dos Escuteiros de S. Cosme do Vale, no próximo domingo, dia 28 de julho.

Esta iniciativa, aberta à população em geral, tem o apoio do CNE n.º 364, do Grupo de Jovens e da paróquia.

A colheita de sangue será realizada entre as 9h00 e as 12h30 pelo Instituto Português do Sangue e do Transplantação.

 

Exportações têxteis voltam a cair em maio

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam uma descida de 2,75%, para 487,48 milhões de euros, nas exportações de matérias têxteis e suas obras no mês de maio.

Depois de um mês de abril que abria boas perspetivas, os dados voltaram a desanimar e no acumulado dos primeiros cinco meses do ano, as exportações desceram 5,9% face a igual período de 2023 e tiveram uma recuperação face aos primeiros quatro meses do ano, nos quais a queda foi de 7,8% em comparação com o período entre janeiro e abril de 2023.

As categorias de vestuário – as mais representativas em termos de valor – registaram quedas: -8,1% no vestuário e seus acessórios, de malha, para 909,9 milhões de euros, e -6,9% no vestuário e seus acessórios, exceto de malha, para 435,6 milhões de euros.

Ao nível dos mercados, a queda é generalizada entre os principais destinos das exportações portuguesas de têxteis e vestuário, com quedas entre os 5% e os 7% nos envios: Espanha -6,9%, para 556,19 milhões de euros, França -7%, para 386,87 milhões de euros, Alemanha -5,3%, para 211,4 milhões de euros e Itália -6,7%, para 165,82 milhões de euros – respetivamente os quatro maiores importadores de “made in Portugal”.

Porém, entre janeiro e maio, destacam-se, pela positiva, as exportações de outros artefactos têxteis confecionados, onde se inclui a maior parte dos têxteis-lar, com um aumento de 5,27%, para 306,7 milhões de euros, pastas, feltros e falsos tecidos, com uma subida de 2,2%, para 163,7 milhões de euros, e tapetes e outros revestimentos para pavimentos, de matérias têxteis, com um incremento de 8,8%, para 33,97 milhões de euros.

Na próxima semana descem os preços dos combustíveis

Na próxima semana, quer o litro da gasolina, quer o do gasóleo vão descer de preço. O litro do gasóleo deverá descer 2 cêntimos e o da gasolina 1 cêntimo. Os preços já tinham descido na semana anterior e a tendência mantém-se, o que são boas notícias para quem usa veículo para trabalhar ou está de férias e pretende deslocar-se.

A informação dos preços dos combustíveis é baseada nos cálculos que têm em conta a cotação nos mercados internacionais e outros fatores considerados na formação do preço dos combustíveis em Portugal.

Famalicão: Ministro da Educação anuncia mudanças no sistema de avaliação escolar

O Governo anunciou mudanças no sistema de avaliação escolar, com o plano “Avaliar melhor, aprender mais”. Assim, a partir do próximo ano letivo, as provas de aferição do ensino básico vão deixar de se realizar nos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade e passam a estar inscritas nos 4.º e 6.º anos de escolaridade. Também vão mudar de nome e passam a chamar-se “provas de monitorização de aprendizagem” (ModA). Serão em formato digital e, além de português e matemática, serão realizadas provas a uma disciplina rotativa a cada três anos.

O Ministro da Educação realça que as atuais provas de aferição «não têm consequências e não são levadas com a seriedade que deviam». Fernando Alexandre considera fundamental haver uma prova no final de cada ciclo de escolaridade, haver compatibilidade de resultados e monitorização dos mesmos.

Apesar de não contarem para a nota, a classificação do aluno ficará registada na sua ficha individual.

Já no que toca ao 9.º ano, as provas continuam a ser realizadas a português e matemática e a ter uma ponderação de 30% na classificação final. No entanto, a prova de matemática passará a ser realizada em formato híbrido (digital e papel), de modo a contornar as dificuldades da escrita matemática em computador. Ao mesmo tempo, além de haver uma escala de avaliação numérica (de 1 a 5), haverá também uma escala quantitativa (de 0 a 100).

Tal como nos 4.º e 6.º anos, os enunciados das provas de 9.º ano não vão ser tornados públicos, também à luz da “comparabilidade de resultados”. O secretário de Estado não antevê problemas com esta decisão, por considerar que apenas 0,15% dos alunos de 9.º pedem revisão de prova.