Sábado, Setembro 5, 2026
  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • CCF
No Result
View All Result
Cidade Hoje
  • Notícias
Ouvir Rádio
Ler Jornal
Cidade Hoje
  • Notícias
No Result
View All Result
Cidade Hoje
No Result
View All Result
PUB PUB PUB

Covid-19: Médicos reformados queixam-se de barreiras administrativas para poderem ajudar

Cidade Hoje by Cidade Hoje
8 de Fevereiro, 2021
in Sociedade
A A
Escolha a Cidade Hoje como a sua fonte principal de informação Prefira o jornalismo de proximidade
Seguir
Alertas Cidade Hoje no seu WhatsApp Fique a par de todas as notícias em primeira mão!
Canal Oficial Subscrever

Sublinhando que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) “vive um dos seus períodos mais exigentes de sempre”, situação na qual “todos são precisos e ninguém é dispensável”, os médicos dizem-se dispostos a ajudar, que já se ofereceram, mas que forem levantadas barreiras administrativas e ao trabalho voluntário.

Na carta, enviada também ao primeiro-ministro e ao Presidente da República e cujo primeiro signatário é o médico Gentil Martins, dizem que milhares responderam ao desafio lançado pelo bastonário da Ordem dos Médicos, que “a lista foi enviada ao Ministério da Saúde” e que “nada aconteceu ou foi colocado um conjunto de barreiras administrativas inexplicáveis, entre as quais a recusa de trabalho voluntário”.

“Somos um conjunto de médicos, alguns reformados, mas ativos. Queremos ajudar e declaramo-nos presentes”, afirmam, sublinhando que os médicos “têm estado nas primeiras linhas do combate à covid-19”, assegurando não só a frente de batalha, mas também “garantindo o apoio a todos os doentes não covid”.

“Mas somos poucos para tanto que está a atingir a nossa saúde e o nosso SNS”, lamentam os clínicos, dizendo que mantêm a “vontade de participar ativamente no combate à pandemia”, “na educação para a saúde das populações”, “nos inquéritos epidemiológicos”, “no trace covid”, “no apoio à vacinação” e “nos hospitais de campanha”.

Na carta, os médicos consideram incompreensível não terem sido chamados a participar “quando os hospitais e centros de saúde começam a claudicar por cansaço” e a “saúde pública todos os dias alerta para a falta de recursos”.

PUB PUB PUB

“Estamos aqui e queremos ajudar neste combate. Lutando com toda a nossa energia e materializando tudo aquilo que afirmámos no nosso Juramento de Hipócrates”, afirmam, pedindo aos governantes que assumam que é necessário o esforço de todos e que “o ‘exército’ pode ser reforçado”.

“Os portugueses não entenderão que se continue a não aceitar a nossa presença e que a nossa participação seja dificultada por burocracias inexplicáveis”, consideram, pedindo que a sua ajuda seja considerada como voluntária.

E concluem: “É com esse estatuto que nós desejamos organizar e participar nesta luta. Aguardamos saber onde somos precisos e onde nos devemos apresentar”.

Share234Tweet146SendSend
Next Post

Alunos são obrigados a ter a câmara ligada

Notícias Populares

  • Trofa: Homem tenta raptar criança de 10 anos em casa de banho pública

    Trofa: Homem tenta raptar criança de 10 anos em casa de banho pública

    10230 shares
    Share 4092 Tweet 2558
  • Só este sábado: Cerca de 20 pessoas assistidas nas praias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim

    5363 shares
    Share 2145 Tweet 1341
  • Famalicão: Motociclista morre na N14 na freguesia de Cruz

    4853 shares
    Share 1941 Tweet 1213

Publicidade

  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • CCF
Contacto 252 301 780

© 2026 Cidade Hoje - Circulo de Cultura Famalicense | Parceiro tecnológico Softbit | Stock images by Depositphotos

No Result
View All Result
  • Notícias
  • Ler Jornal
  • Ouvir Rádio
  • Contactos

© 2026 Cidade Hoje - Circulo de Cultura Famalicense | Parceiro tecnológico Softbit | Stock images by Depositphotos