Covid-19: Um quarto da população portuguesa pode ficar imune até ao final do mês

Cerca de 25% da população portuguesa vai ter imunidade até ao final do mês, seja por via da vacinação ou porque já esteve infetada.

Quer isto dizer que um quarto da população, ou seja 2,5 milhões de portugueses, vão ficar protegidos da covid-19 no fim de março.

Tanto o Governo como a task-force para o plano de vacinação, coordenada pelo vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, mantêm assim a previsão de que 70% da população estará imunizada no final do verão.

No entanto, a suspensão temporária da vacina da AstraZeneca, que será esta quinta-feira alvo de uma decisão da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) é encarada com alguma apreensão, no que diz respeito ao cumprimento do plano de vacinação.

Taça de Portugal conquistada pelo Desp. Aves em 2018 está a ser leiloada

Na sequência do processo de insolvência da SAD, o troféu mais importante da história do Desportivo das Aves está a ser leiloado.

O leilão está a ser gerido pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto.

Atualmente o Troféu da Taça de Portugal está a ser licitado por 1.600 euros (última licitação).

 

Estudo: População confia nos médicos e desconfia cada vez mais dos políticos

As profissões de médicos e cientistas são aquelas em que a grande maioria da população mais confia. Do outro lado da tabela estão os governantes e os políticos, respetivamente. Numa sondagem do Instituto Ipsos, e de acordo com o relatório divulgado, os homens e mulheres ligados à política são os menos credíveis.

Atendendo aos números divulgados, médicos e cientistas estão muito bem cotados, com uma preferência em termos de confiança de 59% e 57%, sendo que governantes e políticos surgem na ‘cauda’, com 16% e 12%.

É na Espanha que os médicos têm o índice de maior confiança, com um total de 71%, ao passo que, nos países onde o estudo foi desenvolvido, os polacos têm mais reservas quanto aos clínicos, com apenas 39%.

No que diz respeito então aos políticos, os indianos são os que mais aprovam esta profissão, com um total de 28%, ao passo que Japão, Polónia, Chile, Hungria e Perú foram aqueles que mais torceram o nariz a esta profissão, com 7%.

Este estudo, registe-se, foi realizado em 28 países, concretamente na Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, Dinamarca, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Holanda, Peru, Polônia, Arábia Saudita, África do SUl, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia e Estados Unidos.

Seguradoras estimam pagar oito milhões de euros em indemnizações por causa dos incêndios

As conclusões do inquérito aos associados, hoje divulgadas em comunicado da APS, indicam ainda que Leiria foi o distrito com mais sinistros participados, mas os sinistros que envolvem maiores prejuízos foram participados nos distritos de Faro e de Aveiro.

A quase totalidade dos prejuízos reportados diz respeito a seguros de multirrisco, tanto de comércio e indústria (49%) como de habitação (37%).

“A situação que o país atravessou recentemente, e a frequência cada vez maior dos eventos climáticos que estão na sua origem, reforçam a importância do seguro enquanto elemento de mitigação das perdas sofridas e fator de estabilidade da vida das pessoas e das empresas”, afirmou o presidente da APS, José Galamba de Oliveira, em comunicado.

O ano de 2022, segundo dados até 31 de julho do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), foi o quinto valor mais elevado em número de incêndios e o terceiro valor mais elevado de área ardida, desde 2012.

O mês de julho é este ano o que apresenta maior número de incêndios rurais, 40% do total, sendo também o mês de mais área ardida, 46.996 hectares, o que representa 81% de toda a área ardida registada este ano.

Os cinco maiores incêndios deste ano ocorreram todos no mês de julho, sendo o que consumiu mais área foi o que deflagrou no concelho de Murça, Vila Real, em 17 de julho (7.058 hectares). Segue-se o incêndio de Pombal, Leiria, com 5.126 hectares de área ardida (em 08 de julho).

Em terceiro lugar o incêndio de Chaves, Vila Real, de 15 de julho, com 3.368 hectares ardidos, depois Carrazeda de Ansiães, Bragança, em 07 de julho, com 3.330 hectares ardidos, e Ourém, Santarém, também em 07 de julho, que consumiu 2.936 hectares.

Manuais Escolares: Já pode pedir os vales para os livros do 5.º, 6.º, 7.º, 9.º, 10.º e 12.º anos de escolaridade

Começam a ser emitidos a partir desta terça-feira os vales para levantamento gratuito de livros escolares para os 5.º, 6.º, 7.º, 9.º, 10.º e 12.º anos de escolaridade, tal como foi anunciado pelo ministério da Educação.

Para se ter acesso a esta funcionalidade, é obrigatório o registo dos encarregados de educação na Plataforma MEGA.

Este ano já morreram 88 pessoas em meio aquático, o número mais alto dos últimos 5 anos

Portugal registou este ano, até 31 de julho, 88 mortes em meio aquático, um recorde dos últimos cinco anos, informou esta terça-feira a Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS).

Este é o valor mais elevado para os primeiros sete meses do ano desde que o Observatório do Afogamento, da FEPONS, começou a reunir estatísticas, em 2017, destacou a federação.

Segundo um comunicado, 35 mortes ocorreram em mar e 31 em rio, havendo ainda oito óbitos em poços, seis em barragens e três em piscinas domésticas.

Em 2021, também entre janeiro e julho, tinham sido registadas 62 mortes; 57 em 2020 e 2019; 66 em 2018 e 71 em 2017, de acordo com os dados do comunicado divulgado hoje.

Em 3 de agosto, um homem de 77 anos morreu depois de ter entrado em paragem cardiorrespiratória, na água, na praia da Quarteira, no concelho de Loulé, revelou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Em 12 de julho, o Observatório do Afogamento tinha divulgado o relatório relativo ao primeiro semestre, revelando que as vítimas são sobretudo homens (72,1%) e as fatalidades verificam-se em locais não vigiados (97,15%).

A federação verificou um aumento dos óbitos nas idades mais jovens, até aos 24 anos, e que a maioria das vítimas mortais estava a tomar banho (26,5%), mas que 5,9% encontrava-se a passear junto à água ou a pescar.

Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores apela a uma “urgente revisão da legislação”

“Num momento em que se está a registar uma enorme dificuldade na contratação de nadadores-salvadores, e num momento em que as temperaturas vão subir, estas conclusões preocupam a FEPONS, que apela à classe política uma urgente revisão da legislação deste setor”, pode ler-se no relatório.

Em 19 de julho, a AMN e a Direção-Geral da Saúde (DGS) associaram-se para sensibilizar a população portuguesa para os cuidados a ter nas praias com a campanha “Juntos Por Um Verão Mais Seguro”.

Para minimizar o número de acidentes durante a época balnear 2022, a AMN e a DGS recomendam que se vigie permanentemente as crianças, a frequentar praias vigiadas, utilizar calçado adequado nos acessos à praia e na utilização de apoios balneares e respeitar a sinalização das praias.

Recomendam igualmente às pessoas que se mantenham hidratadas, a tomar refeições ligeiras, a respeitar os períodos de digestão, a evitar as horas de maior exposição solar (11:00 — 17:00), usar protetor solar, a não se aproximarem de arribas instáveis e respeitar as indicações dos nadadores-salvadores, dos agentes da autoridade e dos elementos que reforçam a vigilância nas praias.