Covid-19: Vacina portuguesa aguarda apoio público para avançar com ensaios clínicos

Após resultados promissores nos ensaios pré-clínicos (em animais) anunciados no mês passado, a vacina portuguesa contra o novo coronavírus, que está a ser desenvolvida na Immunethep, em Cantanhede, está pronta para os ensaios clínicos em Portugal, mas carece de apoio público para avançar, disse à agência Lusa o diretor executivo da empresa.

Bruno Santos assevera que «é isso que falta para dar por arrancada a parte clínica», adiantando que tem havido «algumas conversas com o Governo». Se já houvesse a certeza desse investimento, a empresa poderia iniciar a produção das vacinas em condições para serem usadas na primeira fase dos ensaios clínicos. Apesar deste necessário apoio público, a Immunethep também tem reunido com privados, «mas a maior parte do investimento nestas situações vem de fontes públicas e os privados complementam esse investimento», esclarece o diretor executivo da empresa.

Além da possibilidade de a vacina ser apoiada através de fundos comunitários, Bruno Santos realça que se deveria pensar em formas alternativas de financiamento para acelerar o processo, por exemplo, pela compra antecipada de vacinas por parte do Governo, tal como aconteceu noutros países.

Prevê-se um gasto de cerca de 20 milhões de euros na fase de ensaios clínicos (onde é testada a segurança da vacina em humanos e os seus primeiros sinais de eficácia) que vão decorrer em Portugal.

Numa fase mais alargada, que envolverá duas a cinco mil pessoas, como a maioria dos indivíduos de risco em Portugal já se encontra vacinada, a Immunethep terá de desenvolver ensaios noutros países. Bruno Santos realçou ainda que a vacina desenvolvida em Cantanhede usa o vírus como um todo, o que a torna «mais robusta» perante diferentes variantes do novo coronavírus.

Guardas florestais da GNR em greve no domingo

Em comunicado, no qual anunciam a greve, os guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR (SEPNA/GNR) querem a “definição da tabela remuneratória específica para a carreira profissional de guarda-florestal”, a “consagração dos suplementos remuneratórios, designadamente, por exercício de funções da carreira de guarda florestal e por trabalho em equipa de proteção florestal”.

Reivindicam ainda a “criação do Corpo de Guardas Florestais, com a adequada autonomia hierárquica e funcional”.

A greve dos guardas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, da GNR, foi marcada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais.

A federação diz ter aguardado até 10 de agosto por uma resposta da secretária de Estado da Proteção Civil, a quem diz ter enviado propostas “para serem debatidas num calendário de reuniões entre 27 de agosto e 07 de outubro”.

Como não recebeu resposta “decidiu avançar com uma paralisação de 24 horas” no domingo, dia da reabertura da caça a várias espécies cinegéticas.

Os guardas florestais já cumpriram um dia de greve e uma concentração junto ao ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa, a 15 de julho, também para exigir do Governo a abertura de um processo negocial para resolver as reivindicações apresentadas.

Praia da Lagoa na Póvoa de Varzim interditada a banhos

Na sua página de internet, a Autoridade Marítima Nacional explica que “após ter recebido a informação por parte da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) a desaconselhar a ida a banhos na praia da Lagoa, foram dadas instruções para que fosse hasteada a bandeira vermelha e colocados os avisos nos acessos” àquela praia no distrito do Porto.

No distrito do Porto, estão também interditadas a banhos, desde terça-feira, as praias de Canide Norte, Madalena Sul, Valadares Norte e Valadares Sul, todas no concelho de Vila Nova de Gaia.

Já na quarta-feira, também em Gaia, foi interditada a praia de Salgueiros, estando a câmara municipal a “aguardar os resultados de novas análises para poder reabrir as praias”, disse à Lusa fonte daquela autarquia.

Segundo a referida fonte, “a precipitação intensa ocorrida na madrugada do dia 16 provocou o arrastamento de matéria orgânica nas zonas urbanas de proximidade marítima, com elevada concentração de pessoas e afluência turística, e influenciaram os resultados da monitorização da qualidade da água balnear em algumas praias, realizada na manhã desse mesmo dia”.

Mais a sul, no distrito de Aveiro, estão interditadas a banhos, desde quinta-feira, também pela deteção de valores microbiológicos acima dos parâmetros de referência, as praias da Baía, Rua 37, Frente Azul, Paramos, Seca e Silvalde, no concelho de Espinho.

Morreu o ator Orlando Costa

Morreu esta sexta-feira, aos 74 anos, Orlando Costa.

O ator estreou-se no Teatro Experimental de Cascais em 1969 com a peça “Um Chapéu de Palha de Itália”, sob a direção de Carlos Avilez.

Na televisão interpretou várias personagens destacando-se o papel na série “Zé Gato” (1979) e em “Duarte e Companhia” (1985).

Contou ainda com papéis no cinema e na música, tendo colaborado em 1984 em discos de Júlio Pereira, Fausto e Sérgio Godinho.

Fonte: SIC Notícias

Apple alerta para falha de segurança que permite controlar iPhones e Macs

A Apple alertou para uma falha que permite a hackers assumir o controlo de iPhones, iPads e computadores Mac — e pediu aos utilizadores que instalem a última atualização de emergência do software.

A gigante tecnológica oferece desde quarta-feira atualizações de sistema para corrigir uma vulnerabilidade detectada por hackers.

“A Apple está ciente de um relatório que indica que este problema pode ter sido explorado ativamente”, indicou a empresa com sede em Silicon Valley.

A Apple não adiantou, porém, se tem informações sobre como a falha de segurança pode ter sido explorada por hackers.

De acordo com a descrição técnica, um hacker poderia aproveitar a falha para assumir o controlo dos dispositivos, ganhando acesso a todos os seus dados e funcionalidades.

SAPO24

Combustíveis devem voltar a descer na próxima segunda-feira

É quase certo que os combustíveis voltem a descer no arranque da próxima semana, avança a SIC Notícias.

Em causa está a cotação do petróleo abaixo dos 100 dólares por barril.

Na terça-feira passada foi registada uma quebra de três por cento na cotação do petróleo, atingindo assim o valor mais baixo desde o início da invasão russa à Ucrânia.