Drible é responsável pela nova imagem do mais recente espaço de Brunch em Famalicão

A Drible, agência portuguesa com mais de 8 anos de experiência em Marketing, Branding e desenvolvimento web, reforça a sua posição de destaque no setor criativo. Reconhecida como a agência portuguesa mais premiada nos Prémios Lusófonos da Criatividade no primeiro semestre de 2024, a Drible tem no seu portfólio marcas como Roma Romã, Medium e Boomfit. Recentemente, a agência foi responsável pelo desenvolvimento da identidade visual do “Vinte e Quatro”, um espaço que combina brunch, padaria e pastelaria.

O ‘Vinte e Quatro’ apresenta-se como uma proposta inovadora ao oferecer um menu de brunch diversificado e de fabrico próprio, uma oferta pouco comum nas freguesias. Esta iniciativa contribui para a descentralização das experiências gastronómicas, proporcionando aos residentes locais acesso a opções culinárias que, tradicionalmente, estariam disponíveis apenas em centros urbanos.

Já para a estratégia de branding, a agência de Vila Nova de Famalicão teve como principais objetivos, criar um ambiente confortável e acolhedor, prolongar o tempo de permanência no espaço, atrair um público mais jovem e diversificado.

O Vinte e Quatro reafirma assim o compromisso da Drible em desenvolver soluções criativas e eficazes: “Quando nos lançaram o desafio, já sabíamos muito bem o que fazer e não podíamos estar mais orgulhosos do resultado final”, conclui o CEO da Drible.

O “Vinte e Quatro” distingue-se pela sua oferta diversificada e ambiente acolhedor. Com fabrico próprio, disponibiliza uma variedade de opções, incluindo tostas, panquecas e saladas. O espaço funciona diariamente das 07h00 às 20h00, oferecendo um menu especial de brunch aos fins de semana, ideal para quem procura uma experiência gastronômica completa.

 

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4 vantagens de investir em aforro digital

A digitalização dos serviços financeiros tem avançado sobre produtos antes associados a processos presenciais e burocráticos. Neste movimento, o aforro digital passa a ocupar um lugar de destaque entre as opções de poupança pública, ao permitir que cidadãos invistam em títulos do Estado através de plataformas online.

A modalidade tem vindo a ser apontada como uma alternativa que combina características tradicionais do aforro com ferramentas digitais que facilitam o acompanhamento e a gestão dos investimentos.

Num contexto de maior atenção à organização das finanças pessoais, o aforro digital surge como resposta à procura por soluções simples, acessíveis e alinhadas com os hábitos digitais da população. Seguem-se as principais vantagens associadas a este tipo de investimento.

1- Acesso facilitado e menos burocracia

Uma das principais vantagens do aforro digital está na facilidade de acesso. O investidor pode realizar a subscrição e a gestão dos títulos sem necessidade de deslocação a pontos de atendimento físico. Todo o processo ocorre em ambiente online, desde o registo inicial até à consulta de saldos e rendimentos.

A redução da burocracia também merece destaque. Operações que antes exigiam formulários em papel ou atendimento presencial passaram a ser feitas de forma mais directa, o que poupa tempo e simplifica a relação do cidadão com os produtos de poupança do Estado. Para quem vive longe dos centros urbanos ou tem uma rotina menos flexível, esta mudança representa um ganho significativo.

2- Transparência e controlo das aplicações

O ambiente digital oferece ao investidor maior visibilidade sobre o próprio dinheiro. Através das plataformas oficiais, é possível acompanhar o histórico de aplicações, verificar valores investidos, rendimentos acumulados e eventuais resgates efectuados.

Este nível de transparência contribui para um controlo mais rigoroso das finanças pessoais. Ao concentrar todas as informações num único canal, o aforro digital reduz a dependência de comprovativos físicos e minimiza o risco de perda de dados. Para muitos investidores, especialmente os menos experientes, esta clareza ajuda na tomada de decisões e no planeamento financeiro de médio e longo prazo.

3- Segurança associada aos títulos do Estado

Outra vantagem frequentemente associada ao aforro digital está ligada à natureza do próprio produto. Os títulos de aforro continuam a ser instrumentos de dívida pública, o que significa que o risco está directamente relacionado com a capacidade de pagamento do Estado emissor.

A digitalização não altera essa característica. Pelo contrário, tende a reforçar a confiança ao integrar os investimentos em sistemas oficiais, com mecanismos de identificação e protecção de dados. Embora nenhum sistema esteja imune a falhas, o uso de plataformas institucionais reduz a exposição a intermediários e concentra as operações em ambientes regulados.

4- Inclusão financeira e diversificação de perfis

O aforro digital também contribui para ampliar o alcance da poupança pública. Ao eliminar barreiras geográficas e simplificar processos, a modalidade atrai perfis de investidores que antes não se interessavam ou não tinham facilidade em aplicar em títulos do Estado.

Jovens adultos, trabalhadores com rotinas digitais e pessoas que já utilizam serviços bancários online encontram no aforro digital uma alternativa compatível com os seus hábitos. Ao mesmo tempo, o investimento mantém características conhecidas, como valores de entrada acessíveis e regras claras de funcionamento, o que favorece a diversificação da base de aforradores.

No conjunto, as vantagens do aforro digital mostram como a adaptação tecnológica pode renovar instrumentos tradicionais sem alterar a sua essência. Ao combinar segurança, simplicidade e maior autonomia para o investidor, a modalidade reforça o papel da poupança pública num ambiente financeiro cada vez mais digital, aproximando o Estado dos cidadãos e modernizando a forma de investir.

Famalicão: AMOB, do Louro para o Mundo

O Grupo AMOB foi distinguido com o prémio PME Líder 2024 pelo sólido desempenho financeiro, crescimento consistente e capacidade de gestão eficaz. Este prémio reconhece o grupo como uma referência no setor, destacando a sua fiabilidade, excelência operacional e compromisso com clientes e parceiros.

A distinção enaltece não apenas a empresa, mas também coloca Famalicão no mapa internacional, mostrando que o concelho tem empresas inovadoras e de referência no setor industrial. «Este reconhecimento como PME Líder 2024 é mais do que um prémio para o Grupo AMOB é uma celebração de Famalicão, do talento, da dedicação e da inovação que o concelho exporta para o mundo. Cada projeto, cada máquina entregue, cada cliente satisfeito é também uma forma de mostrar o valor do concelho lá fora, provando que aqui fazem-se máquinas com qualidade, com paixão e visão de futuro», refere a administração.

«Estamos implementados em mercados geograficamente muito diversificados com uma percentagem de exportações a rondar os 90%.

Fundada em 1960, por António Martins de Oliveira Barros (AMOB), e sucedida posteriormente pelo seu filho Manuel Barros e os pelos seus netos Inês Barros e Manuel António Barros, a AMOB tornou-se progressivamente líder mundial no fabrico de equipamentos para a indústria metalomecânica. O grupo serve o mercado global com um nível excecional de equipamentos e ferramentas para a conformação de tubo e chapa, dos mais simples equipamentos manuais aos mais complexos sistemas CNC totalmente elétricos.

O grupo AMOB desenvolve, projeta, produz, comercializa e presta assistência técnica a uma enorme variedade de produtos para um infindável número de setores industriais.

Na atualidade, destaca-se pela sua estrutura completamente vertical, significa que, desde o projeto e conceção das máquinas, passando pelo seu fabrico e montagem, é tudo desenvolvido internamente por uma equipa de profissionais altamente especializados. Conta com cerca de 180 colaboradores, muitos dos quais são da região, reforçando o impacto social do grupo na economia local.

A administração sublinha que, na atualidade, «estamos implementados em mercados geograficamente muito diversificados com uma percentagem de exportações a rondar os 90%. Não há nenhum mercado no mundo que represente mais do que 10% da nossa faturação». Na Europa, «temos clientes em praticamente todos os países, desde Espanha, à Alemanha, Reino Unido, Itália, todos com valores muito equilibrados e muito próximos uns dos outros».

Tarifas de Trump terão mais impacto nas empresas do Norte

Segundo um estudo da Universidade do Porto, para a Associação Comercial do Porto, o Norte será a região de Portugal mais afetada pela guerra comercial desencadeada pela administração Trump. Desde logo, com uma possibilidade de quebra de 3.300 empregos, impacto negativo na produção de 300 milhões de euros e de 45% ao nível do valor acrescentado bruto.

Por isso, a Associação Comercial do Porto pede a atenção do Governo português para este problema, nomeadamente para os impactos regionais assimétricos, especialmente para o Norte. Sugere apoios públicos seletivos aos setores mais expostos às tarifas, como eliminação da derrama.

Por outro lado, aponta que as empresas devem procurar diversificar os seus mercados. Incentiva ainda à inovação, diferenciação, modernização tecnológica e digitalização para aumentar a competitividade.

O documento, divulgado pela Lusa, explica que a região Norte será mais afetada pela concentração de uma parte relevante de atividades que sofrerão com as tarifas, excetuando os produtos petrolíferos e derivados.

Segundo Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto, o estudo confirma «o que muitas empresas já começaram a sentir no terreno, designadamente que a crescente instabilidade do comércio internacional tem efeitos assimétricos e penaliza de forma particular regiões com forte base industrial e exportadora».

A investigação Alterações Geopolíticas e Guerra Comercial – Cenários, Impactos e Recomendações na Política será apresentada na tarde de segunda-feira, às 15 horas, no Palácio da Bolsa, no Porto.

Famalicão: Centro Tecnológico Especializado da CIOR promoveu workshop sobre maquinação de alta performance

Na passada sexta-feira, a Escola Profissional CIOR realizou um workshop sobre “Maquinação de Alta Performance – Corte em Máquina de 5 Eixos ao Vivo”. A iniciativa visou a exploração de ferramentas, tecnologias e estratégias avançadas para a otimização dos processos de corte na indústria metalomecânica.

Orientado pela Cadnea, empresa de soluções do setor da metalomecânica, o workshop foi concebido para «proporcionar uma experiência prática e imersiva, permitindo aos formadores da escola e de várias empresas do setor observar aplicações reais e ao vivo de ferramentas de corte em máquinas de 5 eixos», explica Cristina Ferreira, coordenadora do Centro Tecnológico Especializado e diretora de curso.

Amadeu Dinis, diretor da CIOR, justifica que esta iniciativa, no âmbito do projeto/dinâmica “A Empresa na Escola”, serviu para aprofundar conhecimentos técnicos especializados, divulgar o CTE «e toda a sua capacidade tecnológica instalada, promover sinergias e reforçar parcerias com empresas deste importante cluster do tecido empresarial do município e da região».

O evento decorreu no novo Centro Tecnológico Especializado – Metalurgia e Metalomecânica, espaço de formação técnica, tecnológica e equipado para responder aos desafios atuais e futuros do setor industrial. O momento ficou ainda marcado pela celebração de um protocolo de cooperação entre a escola e Cadnea.

Famalicão: Rotary Clube promove discussão sobre finanças pessoais

O Rotary Clube de Famalicão organiza, no dia 22 de janeiro, às 21 horas, no auditório da CESPU de Famalicão, uma palestra sobre liberdade financeira. O Talks#2 quer dar algumas explicações e sugestões sobre poupanças e aplicações financeiras, com ideias claras e exemplos reais.

São oradores Ricardo Bomtempo (comunicador, especialista em estratégia comercial), André Vieira de Castro (especialista em comunicação), Filipe Grilo (professor, especialista em finanças) e Emília O. Vieira (Casa de Investimentos).

A entrada é livre e gratuita. Por questões logísticas, recomenda-se a inscrição prévia. Pode fazê-lo lendo o código QR ou através do link: https://wlinky.com/Rotarytalk2

 

Famalicão: CITEVE aderiu à Associação Europeia de Inteligência Artificial, Dados e Robótica

Esta adesão permite ao CITEVE valorizar a sua experiência em automação robótica, internet of Things e análise avançada de dados. Contributos que espera usar na transição digital e na competitividade da indústria.

A ADRA reúne cerca de 200 membros ao longo de toda a cadeia de valor da Inteligência Artificial, Dados e Robótica, integrando empresas, centros de investigação, universidades e outras entidades de referência a nível europeu, com o objetivo de juntar esforços, colaboração, partilha de conhecimento, eventos estratégicos e iniciativas orientadas para a inovação.

Segundo João Oliveira, diretor do Departamento de Transição Digital do CITEVE, com esta adesão, «o CITEVE reafirma o seu posicionamento como um ator central na inovação robótica europeia, com particular abordagem na automação inteligente, segura e sustentável de processos têxteis e industriais. A integração na ADRA reflete a determinação do CITEVE em contribuir para os objetivos europeus de competitividade, resiliência e autonomia tecnológica, reforçando simultaneamente o seu papel importante entre a indústria portuguesa e europeia e o ecossistema europeu de inovação de excelência».