Em Arouca dinheiro dos parquímetros é entregue a instituições da região

Olhados pelos automobilistas como uma praga endémica nos tempos que correm, os parquímetros são vistos pelas autarquias não só como uma forma de regular (ou até condicionar) o tráfego automóvel nas cidades e vilas, em especial nos seus centros urbanos, mas também como uma fonte de financiamento dos seus orçamentos.
Alugar o espaço público por breves minutos ou por dias inteiros passou a ser prática corrente em todos os municípios que alcançam com esse procedimento ganhos significativos.
Ora bem, Arouca não foge a essa regra, mas introduziu uma nuance inovadora e que seria interessante ver replicada por todo o País. A Câmara Municipal de Arouca investe todos os ganhos com o parqueamento no centro da vila nas IPSS do concelho.

Em 2017, o valor distribuído foram cerca de 27 mil euros, essencialmente por associações de cariz cultural, pois IPSS eram apenas quatro.

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Greves na educação, saúde, transportes e recolha de lixo

Estão marcadas, para os próximos dias, greves em vários setores, que ameaçam parar o país.

Na educação, há greve dos professores marcada pela Fenprof. Dependendo da adesão, esta greve pode afetar também os pais com filhos menores.

A saúde será também afetada, mas não apenas esta sexta-feira. Os enfermeiros iniciaram esta quinta-feira uma greve de três dias, que se prolongará também a 22 e 23 de novembro. O anúncio foi feito depois de uma reunião negocial com o Ministério da Saúde, em causa a progressão na carreira. Quem reivindica também “falta de resposta” por parte do governo devido à questão das “horas extraordinárias” são os técnicos de diagnóstico e terapêutica, por isso anunciaram também a realização de concentrações e uma greve para esta sexta-feira.

No que diz respeito aos transportes, os trabalhadores da Metro Transportes do Sul (MTS) iniciaram na quarta-feira uma greve que se prolongará até sábado. Exigem a abertura de negociações, aumentos salariais e progressão na carreira.

A recolha de lixo é também um setor afetado, mas mais na Área Metropolitana do Lisboa.

 

Famalicão: Vigésima quinta edição d´O Minhoto é apresentada terça-feira

A XXV gala de entrega dos troféus desportivos “O Minhoto” vai decorrer em Vila Nova de Famalicão, no dia 28 de novembro, na Casa das Artes e a apresentação da presente edição decorre na terça-feira, 15 de novembro, às 10h30, nos Paços do Concelho. O momento, que conta com a presença de representantes do Município e da organização do evento, dará a conhecer a iniciativa e seus objetivos, regulamento e troféus a atribuir, composição do júri, entre outras informações consideradas úteis.

A gala de «O Minhoto» Troféus Desportivos, que em Famalicão acontece pela segunda vez, tem como objetivo reconhecer e premiar publicamente o mérito de atletas, clubes, dirigentes desportivos, treinadores e árbitros que mais se destacaram na prática das suas modalidades na região do Minho. Trata-se de um evento, com meio milhar de convidados, onde serão atribuídos quase trinta troféus, entre eles o Grande Prémio do Júri, Revelação, Consagração e galardões destinados às modalidades.

Uma das características identitárias do evento é a rotatividade de concelhos na organização da gala, sendo que a mesma já ocorreu nos concelhos de Braga, Viana do Castelo, Esposende, Vila Nova de Cerveira, Monção, Barcelos, Vila Verde, Caminha, Arcos de Valdevez, Fafe, Ponte da Barca, Cabeceiras de Basto, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença, Amares, Vieira do Minho, Guimarães, Melgaço e Celorico de Basto.

À semelhança dos anos anteriores, o júri desta iniciativa (CIDADE HOJE incluído, desde a primeira edição) é responsável, através de votação em três fases distintas, pelas nomeações e escolha dos premiados, após ter aprovado o regulamento por onde se rege este evento. Integram-no mais de uma centena de membros, entre jornalistas desportivos (imprensa, rádio, televisão e digitais, que abrangem diferentes municípios da região Minho e de âmbito nacional) e entidades ligadas ao desporto (federações, associações de clubes e desporto escolar).

Recorde-se que este projeto, pelo seu valor e mérito, tem granjeado, ao longo dos anos, a colaboração de diversos organismos e entidades, entre os quais, o Ministério da Educação, o Instituto Português do Desporto e Juventude, o Comité Olímpico de Portugal, a Confederação do Desporto de Portugal, a Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência, o Turismo do Porto e Norte de Portugal (Entidade Regional), os 24 Municípios da região, várias Associações de Clubes e Federações.

Crédito Agrícola vai fazer pagamento extraordinário de 500 euros aos colaboradores

A Caixa Central de Crédito Agrícola vai atribuir um pagamento pontual de 500 euros a todos os seus colaboradores, para fazer face ao contexto económico.

Para acompanhar esta medida extraordinária, a Caixa Central emitiu orientações às Caixas de Crédito Agrícola e Empresas do Grupo permitindo que estas, de acordo com as suas condições financeiras, possam atribuir um prémio entre os 250 e os 750 euros.

Paulo Barreto, Diretor de Recursos Humanos do Grupo Crédito Agrícola, afirma que «esta é mais uma medida que visa o comprometimento do Banco com os seus colaboradores e um apoio extraordinário para atenuar os efeitos da subida da inflação e alguma perda do poder de compra. Este apoio extraordinário que o Crédito Agrícola vai atribuir é de extrema importância porque visa impactar positivamente a vida dos nossos colaboradores e reforça a retenção e fixação de talento no Banco».

Além desta medida, o Crédito Agrícola tem em vigor o modelo de teletrabalho que acredita ter impacto no bem-estar pessoal e profissional dos trabalhadores, mas também com a sustentabilidade nas vertentes ambiental e social, devido à poupança nas deslocações. Com um modelo na Caixa Central de três dias presenciais e dois dias em teletrabalho, os colaboradores ainda têm a possibilidade de num prazo de duas semanas terem quatro dias consecutivos em teletrabalho.

O Grupo Crédito Agrícola é um grupo financeiro de génese cooperativa. Com capitais exclusivamente nacionais, conta com mais de 430 mil associados, mais de 1 milhão e 900 mil clientes e mais de 600 agências, distribuídas pelo território nacional.

A Caixa de Crédito Agrícola foi o primeiro banco a disponibilizar o contactless em Portugal, a oferecer o primeiro cartão de pagamento com chip e o primeiro cartão vertical, tendo sido pioneiro na disponibilização de pagamentos com Apple Pay aos seus clientes.

 

Envolvidos em acidente foram detidos pela PSP por tráfico de droga

A PSP de Guimarães deteve, na noite desta segunda-feira, três pessoas, com 23, 27 e 28 anos de idade, por tráfico de droga. A detenção aconteceu, por volta das 23h15, depois de um acidente de viação no qual os detidos estiveram envolvidos.

No decurso da ação policial foi apreendida haxixe para cerca de 14.824 doses; cocaína para cerca de 189 doses; 12,4 gramas de anfetaminas; 39,70 gramas de liamba; 0,70 gramas de um produto suspeito de ser “Blum”; mais de 25 mil euros em dinheiro; uma balança de precisão; e vários recortes e plástico utilizados normalmente para acondicionar/dosear estupefacientes.

Duas viaturas e cinco telemóveis também foram apreendidos.

Famalicão: Festa de S. Martinho em Vermoim

A Junta de Freguesia de Vermoim organiza, no dia 12 de novembro, uma festa de S. Martinho para toda a comunidade. A Junta oferece as castanhas e um porto de honra.

Começa às 14h30 junto ao adro da capela de Vermoim. As Associações da Freguesia vão ter atividades (jogos tradicionais) e nesse dia a Comissão de Festas da Nossa Senhora do Rosário abre a cozinha regional.

 

Greve nos CTT a 31 de outubro e 2 de novembro

Os CTT – Correios de Portugal informam que foi marcada uma greve geral, no dia 31 de outubro, segunda-feira, e 2 de novembro, quarta-feira, avançando a possibilitada de perturbações na normal distribuição de correio e encomendas.

Os CTT prepararam um plano de contingência para minimizar eventuais impactos, nomeadamente a mobilização de meios no sábado seguinte, quando tal se justifique para recuperar de eventuais atrasos.

Os CTT respeitam o direito à greve, mas «estranha e repudia» as datas escolhidas pelos sindicatos promotores, numa semana com um feriado – «como já se tornou habitual nas greves anteriores», consta de comunicado, acrescentando o «repúdio pelas razões para a sua realização»