
Por despacho do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, o Orfeão Famalicense é uma instituição de utilidade pública. «Cento e dez anos de história, sessenta e nove dos quais ininterruptamente, merecem esta prenda. Merecemos esta prenda! Estamos de parabéns», referiu o presidente da coletividade, Abílio Nogueira Dias, a propósito desta distinção.
A informação foi adiantada aos orfeonistas antes do último ensaio para o concerto com a Banda de Música de Famalicão, que se realizou no passado sábado na Igreja Matriz (nova) de Vila Nova de Famalicão.
Foram vários documentos, páginas de história e muitas horas de trabalho, reunidos num dossier e enviados ao CEJURE, entidade afeta à Presidência do Concelho de Ministros, que deram sustentação e sucesso ao requerimento apresentado pelo Orfeão Famalicense.
«Na passagem do 110º aniversário, a atribuição deste estatuto é para nós, também, uma homenagem a todos os que doaram o seu tempo e os seus dotes para “arte divina”, ao Orfeão Famalicense. Não cabendo neste espaço o nome de todos, recordamos os seus diretores artísticos, saudosos: Adolfo Lima, Padre Benjamim Salgado e Padre Manuel Simões e deixamos a nossa palavra de gratidão ao senhor Laurentino Martins e ao seu sucessor, professor Fernando Dantas Moreira, pelo seu incontestável amor ao Orfeão Famalicense e à qualidade do seu trabalho», sublinha o presidente.
110 homens cantaram com a Banda de Música de Famalicão
Inserido nas atividades de celebração da Páscoa, o Orfeão Famalicense juntou-se à Banda de Música de Famalicão, cumprindo o objetivo de juntar em “palco” 110 homens, representando os 110 anos da coletividade, para um concerto. O evento teve lugar na Igreja Matriz (nova), sábado, e contou com a presença de um público entusiasta que não regateou os aplausos aos artistas das duas formações.




















