Famalicão: Assembleia Municipal reúne sexta-feira para discutir serviço público de transporte de passageiros

A Assembleia Municipal reúne na noite desta sexta-feira, às 21 horas, no salão nobre do quartel dos BV Famalicenses. Trata-se da segunda reunião no mesmo espaço, depois da realizada no passado dia 25 de fevereiro.

Da ordem de trabalhos constam apenas dois pontos relativos ao serviço público de transporte rodoviários de passageiros: discussão e votação da proposta da Câmara Municipal do contrato interadministrativo com os municípios da Trofa e Santo Tirso e a abertura do procedimento, aprovação das peças do concurso e nomeação do júri.

Ténis: Famalicense Miguel Cunha vence torneio em Gondomar

Miguel Cunha do Ténis Clube de Famalicão (à direita na imagem) venceu em Gondomar o torneio de Verão ANAG no escalão +35.

O atleta famalicense defrontou na final o seu opositor Miguel Dias do Clube de Ténis do Porto e venceu-o por 6-2 e 7-5.

Famalicão: Semáforos junto à PSP já estão em funcionamento

Entrou em funcionamento a sinalização luminosa instalada ao lado da PSP de Vila Nova de Famalicão.

Estes semáforos controlam, a partir de agora, todo o trânsito que circula na Avenida 25 de Abril, Rua de Sta Maria Madalena e Rua António Sérgio.

Desta foram estão criadas as condições para uma maior fluidez do trânsito automóvel e uma maior segurança para condutores e peões.

 

Famalicão vai ter uma Equipa Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas

O Município de Vila Nova de Famalicão vai criar uma equipa de trabalho para acompanhamento da política climática, bem como políticas setoriais com impacto nos objetivos municipais em matéria de descarbonização e alterações climáticas, denominada de Equipa Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas. A coordenação da equipa ficará a cargo do Vereador do Ambiente, Hélder Pereira, e vem no seguimento do desenvolvimento da Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas.

As alterações climáticas constituem o fenómeno que alicerça a criação desta equipa, dado tratar-se de um desafio universal que impõe a necessidade de promoção de uma resposta consistente e determinada às alterações climáticas, de forma a colocar o Município de Famalicão na linha da frente, a nível nacional, no que diz respeito à gestão eficaz destes desafios que impactam a vida dos cidadãos.

Recorde-se que, em 2017, o Município assumiu o compromisso de cumprir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), tendo obtido, no Índice de Sustentabilidade Municipal do Centro de Estudos e Sondagem de Opinião (CESAOP) da Universidade Católica, um índice global de 69,5%, no ano de 2021, superando a média nacional que se situa nos 65,7%. Este índice avalia a performance municipal na concretização dos 17 ODS propostos pela ONU, sendo que um dos objetivos abrangidos relaciona-se com a Ação Climática (n.º 13).

No âmbito da ação climática, é de destacar o projeto municipal «Life – Natural Adapt 4 Rural Areas», que avançou para o terreno este ano, que visa a minimização das alterações climáticas no território. Através deste projeto estão a ser implementadas soluções baseadas no ecossistema, nomeadamente, a replicação e aproveitamento dos «serviços» que a natureza providencia naturalmente, bem como a recuperação de habitats naturais que têm a capacidade de reter a água e infiltrá-la nos lençóis freáticos, evitando assim o efeito das cheias a montante e aumentando a quantidade de água nos lençóis para utilização durante o verão, em períodos de seca, obtendo, por conseguinte, um melhor desempenho ambiental e climático pela redução de resíduos, maior resiliência a inundações, melhoria da qualidade das águas residuais para reutilizações económicas e humanas.

Refira-se que a criação da Equipa Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas vem no seguimento da Lei 98/2021, de dezembro de 2021, que impõe aos municípios que, no prazo de dois anos, a partir da sua entrada em vigor, procedam à elaboração de um Plano Municipal de Ação Climática, surgindo a necessidade de alocar recurso humanos qualificados para a elaboração deste manifesto, que servirá de guia da ação municipal no âmbito ambiental.

Nova sede da Frutivinhos mais perto da realidade

A Frutivinhos, Cooperativa Agrícola de Vila Nova de Famalicão, vai ganhar um novo edifício sede. A escritura de cedência de direito de superfície de uma propriedade, foi assinada na passada segunda-feira, 8 de agosto, entre o Município de Vila Nova de Famalicão e a cooperativa, e vigorará durante um período de 71 anos.

A propriedade, com cerca de 1418 m2 e sob alçada municipal, encontra-se localizada no Lugar do Longo, na Rua D. Sancho I, União de Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, e será cedida a título gratuito à cooperativa famalicense. Destina-se única e exclusivamente a construção de um equipamento destinado ao desenvolvimento da atividade da Frutivinhos, que permita dar resposta às necessidades de crescimento da cooperativa, ficando esta construção a cargo da entidade.

O projeto inclui uma área de construção que ronda os 600 m2 e que inclui a criação de uma loja, aberta ao público, para venda dos vinhos da cooperativa, bem como produtos de parceiros locais, uma zona de degustação e prova de vinhos, uma sala de formação e pequeno auditório, gabinetes, um armazém para acondicionamento dos produtos e zona de cargas e descargas.

Recorde-se que a Frutivinhos é uma cooperativa sem fins lucrativos famalicense, constituída em 1960, que tem como objetivo a transformação, conservação e venda de produtos agrícolas provenientes dos seus cooperadores.

Este ano já morreram 88 pessoas em meio aquático, o número mais alto dos últimos 5 anos

Portugal registou este ano, até 31 de julho, 88 mortes em meio aquático, um recorde dos últimos cinco anos, informou esta terça-feira a Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores (FEPONS).

Este é o valor mais elevado para os primeiros sete meses do ano desde que o Observatório do Afogamento, da FEPONS, começou a reunir estatísticas, em 2017, destacou a federação.

Segundo um comunicado, 35 mortes ocorreram em mar e 31 em rio, havendo ainda oito óbitos em poços, seis em barragens e três em piscinas domésticas.

Em 2021, também entre janeiro e julho, tinham sido registadas 62 mortes; 57 em 2020 e 2019; 66 em 2018 e 71 em 2017, de acordo com os dados do comunicado divulgado hoje.

Em 3 de agosto, um homem de 77 anos morreu depois de ter entrado em paragem cardiorrespiratória, na água, na praia da Quarteira, no concelho de Loulé, revelou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Em 12 de julho, o Observatório do Afogamento tinha divulgado o relatório relativo ao primeiro semestre, revelando que as vítimas são sobretudo homens (72,1%) e as fatalidades verificam-se em locais não vigiados (97,15%).

A federação verificou um aumento dos óbitos nas idades mais jovens, até aos 24 anos, e que a maioria das vítimas mortais estava a tomar banho (26,5%), mas que 5,9% encontrava-se a passear junto à água ou a pescar.

Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores apela a uma “urgente revisão da legislação”

“Num momento em que se está a registar uma enorme dificuldade na contratação de nadadores-salvadores, e num momento em que as temperaturas vão subir, estas conclusões preocupam a FEPONS, que apela à classe política uma urgente revisão da legislação deste setor”, pode ler-se no relatório.

Em 19 de julho, a AMN e a Direção-Geral da Saúde (DGS) associaram-se para sensibilizar a população portuguesa para os cuidados a ter nas praias com a campanha “Juntos Por Um Verão Mais Seguro”.

Para minimizar o número de acidentes durante a época balnear 2022, a AMN e a DGS recomendam que se vigie permanentemente as crianças, a frequentar praias vigiadas, utilizar calçado adequado nos acessos à praia e na utilização de apoios balneares e respeitar a sinalização das praias.

Recomendam igualmente às pessoas que se mantenham hidratadas, a tomar refeições ligeiras, a respeitar os períodos de digestão, a evitar as horas de maior exposição solar (11:00 — 17:00), usar protetor solar, a não se aproximarem de arribas instáveis e respeitar as indicações dos nadadores-salvadores, dos agentes da autoridade e dos elementos que reforçam a vigilância nas praias.