O Movimento Humanamente condena a aprovação de um Projeto de Lei que estabelece novas regras para a utilização de bandeiras em edifícios públicos. A proposta, aprovada por PSD, CDS-PP e Chega, é considerada pelo movimento uma restrição à liberdade de expressão e à promoção da inclusão.
A organização, liderada pelo famalicense Diogo Barros, entende que a medida integra uma estratégia de disputa cultural por parte da direita, que afasta a atenção das principais dificuldades do país, como a crise da habitação e a perda de poder de compra das famílias.
A lei passa a proibir a exibição de bandeiras de natureza ideológica, partidária ou associativa em edifícios públicos. Para o Movimento Humanamente, esta decisão representa um retrocesso, ao limitar a visibilidade de símbolos ligados a direitos humanos, como a bandeira LGBTQIA+, em datas internacionais de referência.
O movimento também aponta incoerências nos partidos proponentes, lembrando situações anteriores em que símbolos partidários surgiram em instituições públicas. A organização defende que o debate político deve focar-se em soluções para os problemas sociais e económicos do país e apela à defesa dos valores de liberdade, igualdade e inclusão.
Precipitação ou distração é forte dos acidentes. Enfim..
Ricardo Marques ando na estrada penso o mesmo todos os dias… Tem gente que nem sabe que podem usar a faixa da direita. Tem situações que a multa não resulta, era ficar sem a carta de imediato e em determinados casos nem poder voltar a tirar, esta gente coloca em risco os restantes utilizadores da via…
Triste é ver tanta gente a conduzir sem saber conduzir, mas as autoridades pouco fazem
Iam os chocolate de pistáchio!!… 🙄
Normal. O progresso no seu auge. Cada vez mais carros, mais pessoas, movimento , trânsito, supermercados, etc.
José Silva se tiverem cuidado e respeitar as regras de trânsito nada disto acontece
Meu Deus é muito triste sempre acidentes mais cuidado Senhores condutores
Tudo a procura do CHOCOLATE DUBAI 🤣🤣
Ninguém se cuida
As duas saídas dos Hipers estão muito próximas. E como se não bastasse, uma delas quase junto á rotunda…