
A Casa do Território abriu ao público ‘Pós-Terra’, de Miguel Ângelo Marques. A instalação artística visa sensibilizar para as alterações climáticas e para a forma como a ação humana pode e deve melhorar.
A exposição inclui vários objetos, como esculturas em vidro, fotografia, pinturas em parede, vídeos e ainda uma pequena biblioteca com livros relacionados com a temática.
A exposição, aberta até março do próximo ano, é de entrada gratuita e durante a sua vigência tem lugar um programa paralelo com atividades artísticas e de sensibilização ambiental para todas as idades, com ênfase para as atividades destinadas à comunidade escolar ao longo do ano letivo 2025/2026.
No próximo domingo, a exposição é o mote para a sessão do Devesa em Família, desta vez sob o tema “Imaginar o Pós-Terra – Ideias para um mundo melhor”. Os inscritos poderão contar com uma oficina e uma visita guiada à exposição pelo próprio artista. As inscrições são gratuitas, mas de caráter obrigatório. Os interessados poderão fazê-lo através do site www.parquedadevesa.com
O artista plástico é um pintor figurativo natural de Guimarães, tendo concluído o Mestrado em Artes Plásticas na Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha. É fundador da Escola de Desenho Inconvencional, em Braga, e atualmente é professor assistente de Desenho e Composição no Instituto Politécnico Cávado e do Ave. O artista expõe os seus projetos desde 2015, quando tinha apenas 21 anos de idade.





















A exposição brada aos céus, qual Cassandra moderna, sobre os estragos que se perpetram em nome do progresso — mas o nosso mui zeloso município, com a obstinação dos que não lêem sinais nem presságios, prossegue impávido no desbaste das árvores, como quem rega com fogo o campo já ressequido. E assim, por entre o estertor dos troncos tombando e o grito metálico da serra impiedosa, nasceu entre nós a lenda do Fantasma da Motosserra de Famalicão — espectro mais diligente que os próprios serviços camarários. 😏