Famalicão: Já são conhecidos os vencedores do Carnaval de Ribeirão

A 19ª edição do Carnaval de Ribeirão saiu à rua na tarde deste domingo, onde vários foliões desfilaram por algumas das principais artérias da vila famalicense, com olhar atento de centenas de pessoas que se reuniram para assistir ao desfile.
Como é já habitual, a concurso estiveram diversos prémios, que totalizam um valor superior a 1 000€, em várias categorias e os vencedores são agora conhecidos:

Melhor Som – De volta aos anos 90
Melhor Animação de Rua – Deputado do Chega
Melhor Individual – Mamma Mia
Melhor Carro – Lobitos Super Heróis
Melhor Grupo – Loucos Anos 20

Prémios sem categoria:
– Homem Invisível
– Miss da Cachoeira de Ribeirão
– Los Sombreros
– Os Agricultores da Grande Feira
– As Meninas da Pecuária
– Natérsia Babysitter

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Famalicão: Autor de ameaças é apanhado com armas e munições

Esta sexta-feira, a GNR de Famalicão identificou e constituiu arguido, um homem de 49 anos, pelo crime de ameaças.

No âmbito do respetivo inquérito crime por ameaças, foram realizadas buscas domiciliárias – uma em oficina e seis em viaturas – que culminaram na apreensão de quatro espingardas calibre 12; uma arma de ar comprimido; e 97 cartuchos de calibre 12.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Famalicão: Alunos da D. Sancho experimentaram a vida militar

Quarenta jovens do 10.º e 12.º anos da Escola Secundária D. Sancho I visitaram o Regimento de Artilharia n.º 5 do Exército Português, em Vendas Novas.

A participação, que decorreu nos dias 28 e 29 de maio, esteve inserida no projeto Ser Militar, com o objetivo de desenvolver competências fundamentais como a camaradagem, a resiliência, a liderança e a capacidade de tomada de decisão sob pressão; além de aproximar os jovens das Forças Armadas e dos seus valores.

Acompanhados por 3 professores e 2 assistentes operacionais, executaram diversos exercícios como pista de obstáculos, topografia diurna e noturna, provas de liderança, demonstração de capacidades militares e hastear da Bandeira Nacional.

Famalicão: Dia do Dador de Sangue com colheita nos BV Famalicenses

No âmbito do vigésimo Dia do Dador de Sangue Famalicense, no dia 10 de junho, o quartel dos Bombeiros Voluntários Famalicenses recebe, entre as 9 e as 12h30, uma colheita de sangue, pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Esta iniciativa, levada a cabo pela Associação de Dadores de Sangue de VN Famalicão faz parte da programação das Festas Antoninas. Antes da colheita de sangue, às 9 horas, na Matriz Antiga será celebrada eucaristia em memória dos dadores e diretores falecidos.

Mais tarde, às 13 horas, no Centro Pastoral de Santo Adrião, decorre o almoço de confraternização, seguido da sessão solene para entrega de galardões, com animação com Vítor Faria.

Famalicão: Gracafe promove noite de música e convívio

Na noite de 9 de junho, a partir das 21 horas, a GRACAFE – Associação Cultural de Pedome promove um convívio, na Rua de Faldrães, com atuação de Miguel Riva e Banda.
A associação de Pedome promete ambiente acolhedor, boa disposição e muita música ao vivo. A entrada é livre.

Famalicão: Fim de semana de festa Ruivães

Este fim de semana, na paróquia de Ruivães celebra-se a festa em honra da Senhora da Soledade. Amanhã, sábado, às 21h30, decorre a procissão de velas do Calvário para a igreja paroquial, com a participação dos escuteiros da freguesia.

No domingo, às 10h30, nova procissão, desta feita da igreja para o Calvário; às 11h15, na capela, celebra-se a missa solene. Na tarde deste dia, a partir das 16 horas, procissão do Calvário ao Cruzeiro. No final decorre um arraial minhoto.

Famalicão: Diogo Barros apresenta romance “O Chão Que a Minha Mãe Lava”

O ativista e escritor famalicense apresenta o seu primeiro romance, “O Chão Que A Minha Mãe Lava”, no próximo dia 10 de junho, quarta-feira, às 14h30, no Café 25 de Abril, localizado na Rua 25 de Abril, N 87, em Delães, terra natal do autor.

Diogo Barros, conhecido pelo seu envolvimento no cenário político e como cofundador do movimento Humanamente, diz que o livro pretende ser um «grito de guerra contra a precariedade laboral e a ascensão de discursos extremistas». A narrativa centra-se na jovem Maria, de 18 anos, e na sua mãe, Rosa, uma mulher que se desdobra em três empregos para “lavar o chão que a elite pisa”.

Segundo o autor, o livro tem por preocupação confrontar o leitor com «a escolha entre o silêncio e o risco da luta, espelhando a raiva de uma geração que procura a teoria para transformar a sua realidade».

Os interessados terão a oportunidade de conhecer o autor e adquirir um exemplar autografado. A entrada é livre.