
A primeira edição do Grande Prémio de Conto Branquinho da Fonseca teve como vencedor o escritor famalicense, com a obra “A Hipótese de Gaia” (2022). O valor monetário do prémio é de 12.500 euros. O prémio foi decidido, por unanimidade, pelo júri constituído por Isabel Pires de Lima, José Carlos Seabra Pereira e Leonor Martins Coelho.
O Grande Prémio de Conto Branquinho da Fonseca foi instituído este ano pela Associação Portuguesa de Escritores, com o patrocínio do Município de Cascais e Fundação D. Luís I, com o objetivo distinguir anualmente uma obra de contos em português, publicada em livro e em primeira edição.
Ficcionista, poeta, cronista, Jorge Reis-Sá escreveu, ao longo dos anos, um vasto conjunto de contos que reuniu na obra agora galardoada. Na sinopse, pode ler-se que «movidos pela estranheza, onde Borges se toca em Kafka ou onde Vergílio Ferreira se junta a uma linguagem por vezes poética, são pequenas prosas com o azul, a terra e a rua como sustentáculo: Gaia e a sua Hipótese, portanto».
Jorge Reis-Sá é licenciado em Biologia. Em 1999 estreou-se na escrita com um livro de poemas e fundou a Quasi Edições, que editou até 2009; foi editor na Babel, entre 2010 e 2013, ano em que passou para editor da Glaciar, sendo, também, consultor editorial de várias instituições e editoras.

O escritor famalicense, que reside em Lisboa, publicou poesia, contos, crónicas, romances e outros textos. Destaque-se, entre as muitas obras, o romance «Todos os Dias», a crónica biográfica «Campo dos Bargos – O futebol ou a recuperação semanal da infância», publicada na coleção Retratos da Fundação Francisco Manuel dos Santos e, mais recentemente, o livro de contos «A Hipótese de Gaia», editado já n’A Casa dos Ceifeiros que o próprio criou em 2017.





















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