
Anualmente são admitidos, para tratamento e orientação, no Serviço de Oncologia da Unidade Local de Saúde Médio Ave, cerca de 450 novos diagnósticos. Destes, 130 são doentes com patologia de cancro da mama, 60 de cancro colorretal e 45 de cancro gástrico.
No entanto, estes dados, e segundo informação prestada pela ULS Médio Ave, não traduzem a real incidência de novos casos na sua área de influência (Famalicão, Santo Tirso e Trofa), dado que alguns dos doentes continuam a ser orientados para outras unidades hospitalares.
A ULS Médio Ave assegura, atualmente, o tratamento do cancro da mama, gástrico, colorretal e da tiroide, com as restantes neoplasias malignas a serem orientadas para o IPO do Porto ou hospitais de referência de Braga ou Porto.
Para aumentar a consciencialização, melhorar a educação, promover a ação pessoal e coletiva na luta contra o cancro, a Unidade Local de Saúde assinala, a 4 de fevereiro, o Dia Mundial do Cancro, com uma ação de sensibilização da população para a adoção de medidas preventivas e de diagnóstico precoce, nomeadamente do cancro do pulmão, da mama, do aparelho digestivo e da próstata, que são os mais prevalentes.
O cancro é um dos maiores desafios de saúde pública, tendo um impacto significativo no doente e na sua família, ao longo das diversas fases da doença.
A incidência da doença continua a aumentar globalmente, sendo responsável por cerca de 10 milhões de mortes anualmente em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 1 em cada 5 pessoas desenvolverá cancro durante a vida, prevendo-se que 1 em cada 9 homens e 1 em cada 12 mulheres morrem de cancro.
A prevenção é, a longo prazo, a estratégia mais eficiente para controlar o cancro, pela adoção de hábitos e comportamentos saudáveis, tais como: não fumar; manter um peso saudável; comer de forma saudável; fazer exercício físico regular; limitar o consumo de bebidas alcoólicas; cumprir vacinação contra infeções como hepatite B ou o papiloma vírus humano; reduzir a exposição solar direta e proteger a pele da radiação ultravioleta, e aderir aos rastreios.





















Não digo nada meu Deus maldita Doença meu Deus.
Se o cancro fosse uma pandemia ja tinha disponível o tratamento, uma vacina em meio ano, mas o negócio fala mais alto…