Famalicão: Obras a mais levam a mais custos e alargamento do prazo na Central de Camionagem

São necessários trabalhos a mais e prolongamento do prazo no caso da obra da Estação Rodoviária de Passageiros, mais conhecida como Central de Camionagem. As obras a mais têm o valor de 460.529,31 euros, mais IVA, que representa 16,9% do valor total da empreitada, que foi adjudicada por mais de dois milhões de euros (2.719 mil euros), à empresa Costeira – Engenharia e Construção SA.

O alargamento do prazo de conclusão da obra, por força destes trabalhos a mais, é de 120 dias.

Há uma série de trabalhos a mais, considerados necessários para a boa execução da obra, e que dizem respeito a canalizações, águas pluviais, pala de passageiros, pavimentos, etc.

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, diz que não gosta de obras que derrapem, pelos custos e atrasos. Diz que já reuniu com os gabinetes de especialidades que trabalharam o projeto, para perceber o que era pedido. A conclusão é que tudo tem a ver «com a tipologia da obra. Em obras de reabilitação são muito difíceis de antecipar os trabalhos necessários; quando se começa a mexer é que começam a aparecer os problemas. Dois exemplos: as canalizações e a eletricidade», analisa o presidente da Câmara, no final da reunião do executivo desta quinta-feira. Acrescenta que «não gostava que acontecesse, mas havendo trabalhos a mais é preciso pagá-los», adverte.

Quanto aos atrasos na conclusão dos trabalhos, Mário Passos diz que devem-se a mais obras e, também, à falta de matéria-prima e de trabalhadores para a área da construção civil. «Os atrasos acontecem em Famalicão e em Portugal inteiro, não há nenhuma obra que neste momento possa ser cumprida no prazo», conclui o autarca.

Famalicão: Mais de duas centenas de pessoas na última iniciativa do Move-Te

Terminou, na noite desta sexta-feira, a edição 2026 do programa municipal Move-te. A caminhada, que partiu de Requião, com passagem por Vale S. Martinho e Vermoim, reuniu mais de 200 participantes.

O Move-te começou no final do mês de maio, com várias propostas de exercício físico em espaços públicos de todo o concelho. A iniciativa é da Câmara Municipal, com o apoio das juntas de freguesia e ginásios do concelho. Foram mais de 260 aulas, de 43 modalidades, e igual número de horas de atividade física gratuita ao ar livre.

PS de Famalicão prepara Autárquicas’29 com nova estrutura focada na continuidade

A sede do Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão recebeu a cerimónia de tomada de posse da nova Comissão Política Concelhia, numa sessão que marcou também a eleição da nova Mesa da Concelhia e do Secretariado.

A Mesa da Comissão Política será presidida por Nuno Azevedo, de Cabeçudos, tendo Matilde Costa e Paulo Pinto como secretários.

Durante a cerimónia, o presidente da Comissão Política Concelhia, Jorge Costa, destacou a continuidade do projeto político do PS no concelho, elogiou o trabalho desenvolvido por Eduardo Oliveira e apontou como prioridades a valorização das freguesias, a preparação das eleições autárquicas de 2029, o reforço da organização interna e a promoção da coesão do partido.

Eduardo Oliveira fez um balanço do trabalho realizado nos últimos anos e agradeceu o contributo dos militantes. O antigo líder da estrutura continuará a integrar o Secretariado, por indicação de Jorge Costa.

Famalicão: Ricardo Silva orienta equipa no primeiro jogo de preparação

Com Hugo Oliveira a caminho dos franceses do Estrasburgo e ainda sem anunciar o novo treinador, que deverá ser Carlos Carvalhal, o Famalicão realizou o seu primeiro jogo de preparação e goleou, por 5-0, a equipa sub-23.

Abubakar e Rudi Almeida bisaram e o reforço Tomás Szucs apontou um golo. O adjunto Ricardo Silva foi o responsável pela orientação da equipa neste jogo.

O plantel sénior do Famalicão fechou os primeiros 15 dias de treinos, enquanto que os sub-23 entraram ao serviço está semana e com um novo treinador, Marco Alves.

Famalicão: Bombeiros acionados para queda de árvore em Calendário

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão foram acionados, na noite de sexta-feira, para a queda de uma árvore, na freguesia de Calendário, em Vila Nova de Famalicão.

O incidente aconteceu na Rua do Outeiro e não terá provocado feridos.

4º Marcha LGBTQIAP+ vai hoje para as ruas de Famalicão

Realiza-se hoje, sábado, 11 de julho, a 4.ª Marcha LGBTQIAP+ de Vila Nova de Famalicão, uma iniciativa que, segundo os promotores, «afirma-se como um ato de profunda cidadania e luta política».

O ponto de encontro está marcado para as 15 horas, na Praça D. Maria II. Antes do início da marcha, às 14 horas, decorre uma Oficina de Cartaz junto à Fundação Cupertino de Miranda.

A iniciativa é organizada pela Humanamente, movimento liderado por Diogo Barros, que se apresenta como defensor dos direitos humanos e com presença ativa em várias cidades do país.

Para a organização, a marcha representa mais do que um desfile, sendo descrita como «um grito de revolta e um compromisso inabalável com a liberdade e a dignidade». O manifesto político e social da iniciativa, subscrito por mais de 70 ativistas e organizações, entre as quais o Bloco de Esquerda, AMPLOS, Porto Inclusive, SintraFriendly, Núcleo Antifascista de Barcelos, UMAR, Covilhã a Marchar, Grupo de Ação Revolucionária Antifascista, Organização Comunista Esquerda Revolucionária e GAC Comunidade e Vida Justa, defende a necessidade de combater aquilo que considera ser um sistema marcado pela precariedade, invisibilidade e falta de direitos.

Diogo Barros destaca a dimensão política da marcha. «A nossa presença nas ruas de Famalicão é um ato de insubmissão contra a normalização da opressão e a tentativa de apagar as nossas identidades. Reafirmamos que a nossa existência é política e que a nossa luta é pela construção de um futuro onde a diversidade seja a norma e a justiça social o alicerce.»

A organização espera que a iniciativa seja um momento de visibilidade, resistência e reivindicação, reforçando a defesa de uma sociedade mais justa e igualitária.

Famalicão: Antiga filial da Mabor em Angola está à venda por 6 milhões de euros

As antigas instalações da Manufatura Angolana de Borracha (Mabor-Angola), empresa criada como filial da histórica Mabor de Lousado, em Vila Nova de Famalicão, foram colocadas à venda em leilão eletrónico pelo Estado angolano, com um preço base de 6,5 mil milhões de kwanzas, o equivalente a cerca de seis milhões de euros.

Localizada no município do Cazenga, em Luanda, a antiga unidade industrial ocupa uma área de cerca de 64 mil metros quadrados e integra o edifício fabril, armazéns, oficinas, áreas técnicas, refeitório, portaria e outras infraestruturas de apoio.

A Mabor-Angola foi criada como filial da Mabor, empresa fundada em 1940 em Vila Nova de Famalicão e pioneira da indústria de pneus em Portugal. A fábrica angolana iniciou atividade na segunda metade da década de 1960, em regime de exclusividade para o fabrico de pneus e câmaras de ar destinados ao mercado local.

Após a independência de Angola, em 1975, a empresa foi nacionalizada e a produção acabou por terminar no final da década de 1980, devido à falta de matérias-primas e à degradação das instalações.

Em 2023, o Presidente de Angola, João Lourenço, aprovou o fim da empresa por considerar que já não reunia condições para cumprir os objetivos para os quais foi criada.

Imagem: cockpitautomovel.com