Famalicão: Obras do Mercado, Centro Urbano e Teatro Narciso Ferreira satisfazem os famalicenses

Segundo um inquérito, os famalicenses estão satisfeitos com as obras de reabilitação realizadas na Praça – Mercado Municipal, no Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, e no centro urbano de Vila Nova de Famalicão.

A conclusão está no inquérito realizado pela empresa Spirituc – Investigação Aplicada juntos dos residentes do município para avaliar o grau de satisfação antes e depois das intervenções e identificar as mais valias que estes projetos trouxeram à comunidade famalicense.

Com base neste inquérito, a Câmara Municipal assinala que a intervenção no Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, foi a que registou resultados mais positivos. Numa escala de 1 (nada satisfeito) a 10 (muito satisfeito), o índice global de satisfação passou de 3,85 para 8,34. Este era o projeto que apresentava os níveis de satisfação mais baixos e o que mais cresceu com a intervenção (+4,49). À pergunta “Quantas vezes gostaria de ir ao Teatro Narciso Ferreira”, 53,6% dos 360 inquiridos respondeu 1 vez por mês. O cinema e o teatro dominam as preferências e 31,7% mostrou interesse em estar em palco e participar em projetos culturais.

Antes da reabilitação, o Mercado Municipal de Famalicão apresentava um índice de satisfação de 4.72, valor que subiu para os 8,21 (+3,49) após a obra. Aspeto/beleza da zona, animação do espaço público e a atratividade do espaço foram os fatores cujo níveis de satisfação mais evoluíram após a intervenção de requalificação.

Ainda sobre este espaço, 99.7% dos 369 inquiridos estão satisfeitos com o horário de funcionamento. O período da manhã foi eleito como mais adequado para os utilizadores, tanto nos dias úteis, como aos fins de semana. O sábado é o dia da semana que recolhe maior aprovação (75,6%).

Os níveis de satisfação relativos às obras de reabilitação do novo centro urbano também evoluíram, passando de um índice global de 5,31 antes da obra para 7,82 após a intervenção (+2,51). As condições de segurança, limpeza e salubridade merecem níveis de satisfação mais elevados. Para os 369 inquiridos, aspeto/beleza da zona, animação do espaço público e a atração de novos habitantes/comerciantes são os fatores que mais cresceram com a intervenção.

Estas três intervenções promovidas pela autarquia no quadro do Plano Estratégico para o Desenvolvimento Urbano, no âmbito do Programa Operacional Norte 2020, têm associadas, obrigatoriamente, um indicador de satisfação dos cidadãos. O processo de recolha de informação assentou numa metodologia de cariz quantitativo, segundo um questionário presencial. Nos estudos relativos a estes três projetos foram inquiridos indivíduos presentes nas redondezas dos locais a avaliar. De forma a garantir a maior aleatoriedade possível ao estudo, foram abordados/convidados a participar no estudo apenas 1 em cada 3 indivíduos.

A aplicação dos questionários durou, em média, 5 minutos. Os processos de inquirição decorreram nos dias 19 e 26 de novembro do ano findo. O intervalo de confiança do estudo é de 95%. A margem de erro é de 5%.

47 Comments

  1. Há que dar uns cursos rápidos sobre COMO e ONDE estacionar. E preparem-se para pagar estacionamento. Não tarda.

  2. Karla Alves somos duas, também não fui tida nem achada… Até porque não gosto de muitas das alterações que fizeram…

  3. Sário Valério isto só me parece um questionário com resultados prontos antes sequer de ter as perguntas feitas… Querem só se mostrar aos que não conhecem de verdade a porcaria que ficou o nosso centro urbano.. mas as coisas serão clarificadas.. mais tarde ou mais cedo

  4. Tantos prédios sem garagem e tão pouco estacionamento, uma miséria. E porque é que acabaram com a praça de táxis? Ao pé do pingo doce criaram uma mini praça e roubaram os lugares de estacionamento aos moradores. É uma vergonha 😡

  5. Maia Miguel quando caminhamos da praça D.Maria pingo doce,já vi cair mais de vinte pessoas que escorregam no ferro que não sei para que é.

  6. Mercado? Mais ao menos,praça D.Maria?Vergonhoso… tem que fazer de novo porra! Mas quem ficou contente? Se ficou muito pior. O povo paga

  7. Estou no estrangeiro e estive de férias este Natal e ano novo, e em tantos anos nunca tive tanto tempo para estacionar em dias de feira, 2 h para conseguir parque,faço ideia em dia de antoninas, muito bonito sim mas perde por não conseguirem resolver estacionamento.
    Ao fazer obras podiam fazer parques subterrâneos e até podiam ganhar dinheiro com eles, enfim, mas continuo a gostar muito da minha Cidade Vila Nova de FAMALICÃO.
    E mais não digo

  8. Acabaram as obras,devem começar de novo a repor as pedras soltas e partidas, que ainda vão dar origem a quedas. E que tal retirarem alguns vasos( cacos) que estão por todo o lado. Estas obras só vieram complicar o trânsito na cidade.

  9. Augusto Sá tive o mesmo pensamento, quem acha que está ali uma boa obra…ainda não passou por cima dos empedrados…

  10. Vitor Costa mesmo….formam labirintos à circulação dos carros, sinto que estou a contornar obstaculos, só percebo que não, quando enfio o pneu dentro das lacadas do novo pavimento caríssimo, já todo rachado e desnivelado. Tenho visto cada trambolhão….enfim🙄😘

  11. Ai é vou já ver se tenho meus vasos todos o São Pedro ainda vem longe mas as vezes o caraças!….

  12. António Costa Costa o número de inquiridos é baixo, ainda por cima sem dizerem quais foram os critérios da escolha da amostra, os resultados…. não têm q.q. relevância para se concluir o quer que seja.

  13. É só vasos por todo lado ! 😅
    Estacionamento nem vê-lo, descontinuação de ruas, inverteram o sentido de muitas onde não tem lógica .. não sei sinceramente não sei que inquérito e esse.

  14. Hummm…. ninguém me fez q.q. inquérito acerca do assunto, caso contrário… era só ripar em cima da borrada que fizeram. Se calhar já sabiam o teor das minhas respostas e daí nem me questionarem, afinal e como sempre, os resultados de uma q.q. sondagem, são sempre favoráveis a quem a encomenda e paga.

  15. Vitor Costa pois por isso a nossa câmara também está em averiguações miséria só se gasta e não se vê como é o que temos beijinhos boa noite

  16. As obras estão acabadas e já enauguradas.
    E de seguida todos nós iremos pagar todos os defeitos que estão à vista de todos para a reparação dos mesmos que não são poucos e que parte deles já existiam na data da inauguração.

  17. Maria De Lurdes Soares é incrível como se gasta tanto dinheiro e depois não há vasos de jeito para a inauguração, enfim ele há coisas k não se entendem

  18. Obras tão bem feitas que até mer… vão para a porta dos restaurantes na praça d Maria uma verdadeira vergonha

  19. É como a central de camionagem constou que ficava pronta e entregue a autarquia em dezembro só que ouve um problema de comunicação esqueceram de dizer o ano se era Dezembro 2022 ou Dezembro 2023 até com jeitinho Dezembro 2024

  20. António Costa Costa Só pode ser sondagens de amigos de comedores de fundos comunitários… tudo mama. Vejam o tempo da demora das obras do centro urbano em que o prazo foi ultrapassado várias vezes e já estão partidas as lajes e fizeram a inauguração ainda em falta a conclusão do mamarracho bem no centro na Praça D. Maria.

  21. Sou morador no Centro Urbano de Vila Nova de Famalicão e também não respondi a qualquer tipo de questionário!!!

  22. O melhor é o parque de estacionamento do parque D. Maria, as pessoas distraem se e esperam o carro no buraco e depois tirá- lo é que é bonito. Nem uma guia mais alta, nem um murinho, nem uma indicação, nada, só um “jardim” lamacento no fundo. Grande porcaria ali feita, mas só não vê quem não quer, porque fica bonito…Bonito era quem fez a obra enfiar lá o carro e ia ver.

  23. Porra depois de tanta merda feita no centro de Famalicão as pessoas para este inquérito foram pagas como nas eleições para o voto ou são da família da da câmara já descobri são todos empregados da Câmara todos avançaram com as orelhas !!!

  24. Que raio de inquérito é este onde só 369 pessoas foram ouvidas? Esta notícia só poderia vir mesmo deste Pasquim que em tudo o que escreve e faz é só para ficar bem perante a Câmara Municipal.

  25. Mesmo é a parte melhor das obras e adornos sem dúvida bom gosto primo só mesmo em Famalicão . Beijinhos

  26. Qual inquérito? Se 1 em cada 3 responderam algum vizinho meu deve ter respondido é não foi verdade, mas enfim, vamos tapar o sol com a peneira. Ah ok, quem respondeu devem ter sido os empreiteiros “amigos”!!! Lol

  27. Tanto dinheiro mal aproveitado e materiais que deixam muito a desejar no chão placas vidradas boas para as pessoas escorregar e já com várias partidas apenas um reparo é minha opinião

  28. Que inquérito? E qual os famalicenses?
    No geral aqueles que vivem no centro estão insatisfeitos, pela obras e a qualidade das mesmas.. ( o mercado é a única obra em condições, porque o campo da feira até mete medo o nível de degradação logo após a conclusão da obra, na praça D Maria só arrebentaram com com a calçada portuguesa e os orçamentos subiam de forma louca, tudo para as mesmas empresas do costume ) Para não falar no défice de estacionamentos..
    Que inquérito muito duvidoso.

  29. Obras estão bem feitas e vieram beneficiar em muito a nossa cidade, mas deveria ser proibido circular nessas vias, porque já está a ficar o pavimento todo danificado, tem alternativas a circulação

  30. Estradas mal se distinguem do q e passeio e estradas e passadeiras menos estacionamentos bonito ……

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Famalicão: Xutos e Pontapés dão concerto nas Antoninas’2023

Os Xutos e Pontapés são os primeiros artistas a estarem confirmados para a edição de 2023 das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão.

A icónica banda portuguesa vai atuar na Praça D.Maria II, na noite de quarta-feira, 7 de junho.

O ponto alto da animação das Antoninas está marcado para dia 12 de junho, nos Paços do Concelho, com o desfile das marchas deste ano.

 

Famalicão: Câmara investe mais 500 mil euros nas estruturas artísticas profissionais

No ano de 2023, o município de Famalicão vai investir mais de meio milhão de euros em 18 estruturas artísticas profissionais do concelho que fazem parte da Plataforma de Artes Performativas ‘Sobre o Palco’.

O presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, afirmou, esta segunda-feira, durante um encontro com as estruturas que compõem a plataforma ‘Sobre o Palco’, no Teatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave, que a autarquia vai «continuar a apoiar estas estruturas do ponto de vista financeiro, técnico e logístico», por forma a que «possam continuar a desenvolver o seu trabalho».

Este apoio pode ser mais relevante num ano em que algumas das entidades envolvidas ficaram sem o apoio da Direção-Geral das Artes para o desenvolvimento dos seus projetos. Foram excluídas no Programa de Apoio Sustentado 2023/2026 e 2023/2024 da DGArtes, a Associação Fértil Cultural, Cão Danado e Didascália. Estas entidades perderam, no seu conjunto, cerca de 600 mil euros, só em 2023.

As consequências são várias: para O Cão Danado ignificou «um início de ano catastrófico», refere a diretora artística, Sara Barbosa. «Foi toda uma equipa que de repente está no desemprego», acrescenta. Já Cláudia Berkeley, atriz do Teatro da Didascália, referiu que «houve uma necessidade de reescrita e adaptação dos nossos projetos» para 2023. «Estamos numa fase de resiliência (…) o apoio do município é fundamental e a solidariedade que sentimos (da parte de colegas e parceiros) face a este impasse foi, de algum modo, reconfortante», referiu. Para Rui Leitão, diretor artístico da Associação Fértil Cultural, «o nosso projeto está a prazo. Não temos uma visão como tínhamos há dois ou três anos, de uma continuidade longa» refere o diretor, acrescentando que «quando recebemos a notícia do fim do apoio da DGArtes, o nosso prazo era o próximo mês (de abril)». Um desígnio que só não será concretizado, devido a respostas positivas que obtiveram com outros projetos, com instituições como a Fundação Cupertino de Miranda, de Famalicão, «que nos manteve um pouco de pé e vamos aguentar pelo menos até dezembro».

O apoio municipal vem, por isso, dar alento a estes profissionais para que prossigam com os projetos artísticos. «Independentemente do parecer da DGArtes, a Câmara Municipal manteve os seus compromissos e acredita no trabalho destas estruturas artísticas», refere Mário Passos. Ainda assim, o autarca acredita que estas estruturas artísticas não poderão dar a mesma dimensão ao seu trabalho. «Espero que o Ministro da Cultura reveja esta situação de injustiça que criou em Famalicão», alertou.

Quanto a números referentes às companhias artísticas, é de referir que só em 2023, de um total de financiamento previsto de 920.900€, angariado pelas 18 estruturas da ‘Sobre o Palco’, cerca de 57% é proveniente da autarquia (528 mil euros), sendo o restante apoio financeiro proveniente de parceiros como DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian, entre outros.

Relativamente a 2021 e 2022, a autarquia investiu nestas entidades, respetivamente, perto de 418 mil euros e mais de 500,5 mil euros, em apoios associados ao desenvolvimento do plano de atividades e a obras, assim como apoio indireto em coproduções da Casa das Artes e do Teatro Narciso Ferreira.

Entre 2021 e 2023, mais de 360 mil euros foram investidos no desenvolvimento de coproduções entre os teatros municipais e as estruturas da plataforma de artes performativas.

Na opinião do diretor da Casa das Artes e do Teatro Narciso Ferreira, Álvaro Santos, «estes projetos de coprodução acabam por dar estabilidade às estruturas artísticas e motivá-las a desenvolverem os seus próprios projetos, para poderem concorrer aos fundos da DGArtes e aumentar a sua liquidez e estabilidade», que não deixa de salientar a forte aposta dos teatros municipais na ‘prata da casa’.

 

Famalicão: Parque da Devesa é ‘Cidade Orizuro’ a partir de amanhã

O Parque da Devesa é, a partir desta terça-feira, a ‘Cidade Orizuro’. A passagem do Gamelão de Porcelana e Cristal, a criação da instalação Metamorfose e os workshops Murmúrio das Árvores são exemplos de projetos artísticos e sensibilização ambiental que a Companhia de Música Teatral (CMT) tem desenvolvido em parceria com o Parque da Devesa, e que estarão patentes até ao dia 1 de outubro.

Promovida pelo Município em parceria com a CMT, a ‘Cidade Orizuro’ é inaugurada na tarde desta terça-feira, pelas 16h30, com a performance ‘Saudação da Primavera’ e pela estreia do documentário ‘Jardim Orizuro’, de Luís Magalhau, na Casa do Território. Um documentário que reflete aspetos do trabalho realizado em serviços municipais, no Jardim de Infância de Seide, no Centro Social da Paróquia de Castelões e no Centro Social Paroquial de Requião, ao longo do ano passado, no âmbito de um projeto apoiado pelo Fundo de Fomento Cultural, Programa Garantir Cultura do Ministério da Cultura.

A instalação ‘Cidade Orizuro’ é edificada a partir de memórias sonoras e imagéticas, que servem como ponto de partida para a reflexão e participação: uma cidade verde, colorida e feliz.

Durante o período em que ficará patente, a instalação terá uma programação paralela, promovida pelo Parque da Devesa, para públicos de todas as idades: visitas guiadas, oficinas, conversas, visitas ao território, entre outros. A primeira atividade acontece a 30 de abril, no âmbito do ‘Devesa em Família’ e tem o nome de ‘Esticar os sentidos’.

A Companhia de Música Teatral é uma cooperativa instalada em Vila Nova de Famalicão com um historial de quase 25 anos de atividade regular, com foco na criação artística. Colabora regularmente com municípios e universidades, com destaque para o Município famalicense.

Famalicão: Quatro atletas da Jing-She conquistam 11 ouros em 11 provas nos Nacionais de Wushu moderno

Lara Marques, Maria do Céu Sá, Tomás Marques e Tomás Nunes da Escola Jing-She de Famalicão, renovaram os títulos nacionais de 2022, em Wushu Moderno Esperanças. Em onze provas, conquistaram igual número de medalhas de ouro. O campeonato decorreu no passado domingo, no Pavilhão Municipal do Juncal, em Porto de Mós, distrito de Leiria.

Em juvenis, 12-14 anos, Lara Marques, 12 anos, é campeã nacional de Changquan (punhos longos), com ouros também nas provas de Jianshu (espada) e Qiangshu (lança). Maria do Céu Sá, 11 anos, subiu ao primeiro lugar do pódio em Nanquan (punhos curtos) e Nangun (bastão). Tomás Nunes, 13 anos, é campeão de Nanquan, Nandao (sabre) e Nangun. Já em cadetes 15-17 anos, Tomás Marques, 17 anos, é venceu em Nanquan, Nandao e Nangun.

Face às alterações dos regulamentos de provas da Federação Portuguesa de Artes Marciais Chinesas para 2023, as provas nacionais deixam de integrar competição de título de equipa, passando este a ser disputado na Taça de Portugal, prevista para o último trimestre do ano, finalizando a época competitiva.

Os treinadores Alexandre Oliveira e Ana Rita Rego estão satisfeitos com o trabalho realizado por estes atletas nesta primeira prova da época, estando já focados nos próximos campeonatos regionais e nacionais de Kungfu Tradicional.

Famalicão “desfalcado” com mais dois jogadores nas seleções dos seus países

O FC Famalicão tem mais dois jogadores convocados para as respetivas seleções nacionais, com vista aos jogos de qualificação para o Europeu do próximo ano.

O defesa central Enea Mihaj, que já soma 13 internacionalizações, faz parte da primeira convocatória do novo selecionador da Albânia. O brasileiro Sylvinho chamou o defesa para o arranque da fase de qualificação para o Campeonato da Europa 2024, com a formação albanesa a ter encontro marcado com a Polónia. A partida está marcada para o dia 27 de março.

Alex Dobre poderá cumprir um dos desejos revelados aquando do seu ingresso no Futebol Clube de Famalicão. O extremo foi convocado para a seleção da Roménia tendo em vista o início da fase de qualificação para o Europeu. Dobre integra a lista de eleitos de Edward Iordănescu para os duelos com Andorra (25 de março) e Bielorrússia (28 de março), ambos a contar para o Grupo I. Depois de várias internacionalizações pelas seleções jovens – incluindo a participação nos Jogos Olímpicos 2020 – o avançado espreita agora o primeiro jogo com a camisola da seleção principal.

Famalicão: Segundas Jornadas Autárquicas do PSD agendadas para sábado

As Jornadas Autárquicas do PSD de Vila Nova de Famalicão são no próximo sábado, 25 de março, no Museu do Automóvel, em Ribeirão. Vão reunir, entre as 14h30 e as 18h30, os autarcas locais eleitos pela coligação PSD/CDS-PP, ou com o apoio desta, desde elementos das Assembleias de Freguesia, Juntas, Assembleia Municipal e Câmara.

Participarão ainda, entre outros, os elementos da Comissão Política e da Mesa do Plenário do PSD, o presidente do CDS-PP, os presidentes da JSD e da JP, os presidentes dos Núcleos do PSD e da JSD e os representantes dos TSD e das MSD.

Além da análise à conjuntura nacional e do desafio eleitoral de 2025, o objetivo destas Jornadas Autárquicas é a formação e capacitação dos quadros autárquicos, assente na partilha de conhecimento e boas práticas, dotando-os de ferramentas relevantes para o exercício de funções.

«Sempre fomos uma referência na formação de quadros autárquicos», afirma o líder do PSD de Famalicão. Fernando Costa considera que, com esta iniciativa, «o partido pretende que também em Famalicão a prática de capacitação de todos aqueles que desempenham ou poderão vir a desempenhar cargos autárquicos, ou mesmo de quem de alguma forma intervém na vida autárquica, seja uma realidade».