
O piloto de Famalicão vai estar no Rally de Portugal, pontuável para Mundial de Ralis e para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), com as classificativas do dia de sexta-feira a pontuarem para a prova nacional.
Pedro Almeida é atualmente o quarto classificado do CPR e o foco da jornada está «em manter a regularidade. Partimos muito atrás e vamos encontrar os pisos muito degradados pela passagem dos pilotos prioritários e do mundial de ralis. Tentar somar pontos e terminar esta última prova da fase de terra do CPR de forma positiva», é o objetivo a que se propõe.
O Rally de Portugal começa na quinta-feira e termina domingo, embora Pedro Almeida vá apenas realizar a prova destinada ao CPR, que termina ao final do dia de sexta-feira. «Não vamos fazer todo o Rally de Portugal, como em outras edições, porque o nosso foco é o calendário nacional e este é o último rali em terra, pelo que não há necessidade de somar mais quilómetros ou testar nestes pisos. Assim, optamos por restringir a nossa participação ao CPR» esclarece o piloto que vai estar acompanhado de Mário Castro e assistido pela Mapomotosport.
O Rally de Portugal começa com o Shakedown e Qualificação em Baltar, seguido da cerimónia de partida ao final do dia de quinta-feira, em Coimbra. Na sexta-feira o piloto do CPR tem pela frente oito provas especiais de classificação, com cerca de 120 quilómetros cronometrados com as especiais em Góis, Lousão, Arganil e Mortágua e a Super-Especial na Figueira da Foz.
Depois desta prova, Pedro Almeida não vai estar nas provas de asfalto de Castelo Branco e da Madeira, «porque contávamos ter um carro, encetamos um processo negocial que correu mal e não avançou. Essa negociação nunca foi feita diretamente com a Skoda ou por qualquer intermediário seu, como foi entendido do que dissemos no final do rali, nem sequer envolve a MapoMotosport».




















