Este sábado, Vila Nova de Famalicão assinala os 52 anos da Revolução dos Cravos, evocando o 25 de abril de 1974 com um conjunto de iniciativas que celebram a liberdade e a democracia.
As comemorações começam pelas 10h00, nos Paços do Concelho, com o tradicional hastear da bandeira portuguesa ao som do hino nacional interpretado pela Banda de Música de Famalicão. Segue-se depois uma breve atuação musical protagonizada pelos seniores das Academias Seniores do concelho e a habitual Sessão Solene da Assembleia Municipal, com a intervenção de todos os partidos com representação, assim como do presidente da Câmara Municipal Mário Passos e do presidente da Assembleia Municipal João Nascimento.
Para o presidente da Assembleia, a evocação desta data “é um ato nobre de, pela memória, fazer perdurar a escolha firme pela liberdade e pela democracia. Foi ali o início do percurso que permitiu também, entre tantas outras conquistas e pretensões, reforçar o papel das Instituições. Também na Assembleia Municipal se honra esse legado, respeitando os valores, sem que, em momento algum, os tomemos por adquiridos.”
No sábado, pelas 12h00, a “Liberdade” é tema para o concerto de Ricardo Campos, no Parque do Quinteiro, em Oliveira S. Mateus. O dia termina com mais uma edição da Noite do Conto e da Poesia, com “Poemas de Abril”, a partir das 21h30, na Casa de Delães. Ainda no sábado, nota para a programação do Festival de Teatro Amador Terras de Camilo, com uma performance a partir do tema “Arte e Liberdade”, apresentada pelo Projeto Next, que decorre no Centro de Estudos Camilianos, em Seide São Miguel, a partir das 16h00.
O programa estende-se também por outros espaços do concelho. Na sexta-feira, dia 24, há uma conversa sobre “Ser mulher antes e depois de abril”, a partir das 21h00, no auditório do Agrupamento de Escolas de Ribeirão. Pelas 21h30, no Museu Bernardino Machado, a revolução é evocada no concerto “Versos e Sons de Abril: Canto Abril”.
Armindo Araujo exatamente
Luisa Oliveira Fonix
É melhor fazer um excelente treino no monte 🍀🙏
Fátima Oliveira claro que não
Luisa Oliveira não é a mesma coisa
Carlos Barbosa pode sempre fazer sem pagar
Armindo Araujo 1.10 € km
😂😂😂 Pagar para correr, ora bem 😂😂😂, anda tudo ao contrário.
Grande negócio !!!
Maria Pereira É melhor não dizer 😂se a junta começa a pensar que isto dá €€€€🫰😃😃
Eu corro aqui nas ruas da minha freguesia por enquanto ainda não se paga
Armindo Araujo sou do tempo que se corria a borlix, aparecam estes organizações criaram um monopólio só faturar
Armindo Araujo anda tudo atrás dos euros
Ricardo Fernanda deixa de ser uma festa e passa a ser um negócio
Isto já deve ter a nova taxa que a federação queria implementar,,
Abrir é este preço e como é o encerramento 🙏
A este preço que corram os organizadores e os representantes camarários.
Estas provas serem é para desanimar quem tem o gosto pela modalidade.
Vamos todos correr é sem dorsal tá um abuso
Chulos
100 palavras 🏴💔💘💘💘🏴
Ninguém devia ir
É muito caro
É caro 🫰 a autarquia tem que faturar 😄 Como se tem feito muitas obras alguém tem que pagar 🤔A estrada 🛣️ fica com desgaste 😂e então os mamões de sempre tem a Câmara tem interesse em ajudar , porque são os que patrocinam a campanha eleitoral.Nada se faz sem interesse 🫰😂😂
Fechem a cidade de vez.
Sempre a condicionarem o trânsito.
Uma aberração.
Usem o parque mal cheiroso.
Caro.
Eu quero fazer os 42,195km, à grande. Quanto custa?
Pedro Carvalho É verdade e depois pagam centenas de euros a um ou dois atletas de nome estrangeiros .
O dito desporto dos “pobres” virou moda ha muito que o atletismo virou negócio, que diga os srs da Runporto e companhia entre outros
Está caro o km
Antonio Machado e só Chulos
Hoje em dia é uma mina de ouro estas provas ..Tem os patrocinadores o apoio do município . Depois so alguns sao tratados como vips . O resto sao números ..desporto sim ,pagar um valor simbólico para o seguro sim .. o resto é um aproveitamento das organizações .E esta não é a pior..