Famalicense José Janela ao lado de Pedro Dias da Silva na Baja de Itália

A PRK Sport Rally Team está em Itália, para participar na jornada pontuável para Taça do Mundo e Taça da Europa FIA de Bajas e que arranca já esta sexta-feira. Nesta que é a penúltima prova da época em ambas as categorias, o piloto Pedro Dias da Silva terá a seu lado o navegador famalicense José Janela, na pick-up Ford EXR05 (nº 219). A formação leva, ainda, Filipe Nascimento / Paulo Torres, aos comandos de um Buggy PRK 002 (nº 304)

Pedro Dias da Silva aponta a um bom resultado, que compense a inesperada menor prestação na baja polaca, onde várias problemas impediram a equipa de alcançar os objetivos inicialmente definidos.

Oitava prova da Taça do Mundo FIA e 4ª da Taça da Europa FIA de Bajas, a 28.ª Italian Baja começa esta sexta-feira (10 setembro), com o Shakedown, e termina no sábado.

Corridas que estão 3 provas da Taça da Europa FIA de Bajas (Espanha, Hungria e Polónia), o PRK Sport Rally Team ocupa a 3ª posição na série, totalizando 23 pontos. Nos pilotos, Pedro Dias da Silva é 10º, com 10 pontos. Depois da Baja Itália, fica a faltar a última jornada, a Baja Portalegre 500.

“Navios do mundo, liguem os motores!”: Trump anuncia acordo e espera-se queda no preço dos combustíveis

Os Estados Unidos e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo que põe fim imediato às operações militares entre os dois países, após meses de conflito.

O entendimento prevê também a reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo, que esteve parcialmente bloqueada desde fevereiro.

Segundo as partes envolvidas, o acordo inclui ainda o levantamento de sanções e a normalização da navegação na região.

O principal impacto esperado é a possível descida do preço dos combustíveis, com os mercados internacionais já a reagirem à queda do petróleo. O acordo deverá ser assinado oficialmente na Suíça na próxima sexta-feira.

CIDADE HOJE ultrapassa 43 milhões de visualizações em um mês e reforça liderança no digital

A CIDADE HOJE voltou a registar um desempenho muito expressivo nas redes sociais, ultrapassando os 43,2 milhões de visualizações no Facebook e Instagram nos últimos 30 dias (de 13 de maio a 13 de junho de 2026).

Estes resultados ganham ainda maior relevância num período marcado pela cobertura das Festas Antoninas, que teve um impacto significativo no alcance e envolvimento do público nas plataformas digitais.

O grande destaque vai para a emissão da noite das Marchas Antoninas, que foi transmitida em duas partes: uma primeira com a habitual reportagem de rua e uma segunda diretamente a partir dos Paços do Concelho, onde foram exibidas as atuações de cada uma das 10 marchas a concurso.

Nessa noite, milhares de pessoas ligaram-se em direto à CIDADE HOJE, tornando esta emissão a mais acompanhada por quem procurou seguir as marchas nas redes sociais. A transmissão destacou-se ainda pelo elevado nível de interação, sendo a CIDADE HOJE, uma vez mais, o órgão de comunicação social com a emissão das marchas mais vista e com mais interações nas redes sociais.

Em dados gerais, e ao longo do período em análise, no Facebook, a CIDADE HOJE registou 28,2 milhões de visualizações, mais de 3 milhões de utilizadores alcançados e 262,8 mil interações com conteúdos publicados, além de 320 mil visitas à página.

No Instagram, os resultados também foram muito positivos, com 15 milhões de visualizações, 1,1 milhão de contas alcançadas e 327,3 mil interações, mantendo uma forte capacidade de chegar a novos públicos e gerar envolvimento.

No total, Facebook e Instagram somaram mais de 590 mil interações, confirmando o forte impacto dos conteúdos publicados e a crescente ligação da audiência ao projeto.

A CIDADE HOJE agradece a todos os leitores e seguidores pela confiança e reforça o compromisso de continuar a apostar numa cobertura próxima e em tempo real dos principais acontecimentos da região.

Nova taxa em alguns talhos: Cortar carne aos cubos ou em tiras pode custar +50cênt. o kg

Vários consumidores têm recorrido às redes sociais para relatar a cobrança de taxas adicionais em alguns talhos de supermercados quando solicitam cortes personalizados de carne, como carne aos cubos, tiras para strogonoff ou bifes preparados segundo indicações específicas.

Segundo os relatos, algumas cadeias de distribuição estarão a aplicar um custo adicional de 50 cêntimos por quilograma sempre que o cliente pede um corte diferente do mais básico.

De acordo com os estabelecimentos que aplicam esta cobrança, o valor adicional destina-se a compensar o trabalho extra realizado pelos funcionários da secção de talho, bem como o tempo necessário para efetuar cortes personalizados. A prática surge numa altura em que muitas superfícies comerciais apostam cada vez mais na venda de produtos previamente embalados e preparados, uma solução que permite acelerar o atendimento e reduzir custos operacionais.

No entanto, alguns clientes encaram a cobrança como uma forma de incentivar a compra da carne já embalada e disponível nos expositores, evitando pedidos que exijam manipulação adicional do produto. Nas redes sociais multiplicam-se comentários de consumidores surpreendidos com a existência desta taxa, sobretudo por considerarem que o serviço de corte sempre fez parte do atendimento tradicional nos talhos.

Há também quem defenda a medida, argumentando que qualquer serviço personalizado implica mão de obra adicional e que o cliente deve ter a possibilidade de escolher entre a opção standard e um serviço adaptado às suas necessidades.

Para já, não existe uma prática uniforme no setor. Enquanto algumas lojas aplicam a taxa de corte personalizado, outras continuam a disponibilizar este serviço sem qualquer custo acrescido.

Famalicão Beer Fest: Mais cerveja, mais street food e uma experiência para pedalar

O Dona Maria Famalicão Beer Fest regressa à Praça Mouzinho de Albuquerque, em Vila Nova de Famalicão, entre os dias 2 e 5 de julho de 2026, para a sua VII edição, prometendo reforçar a posição conquistada como um dos maiores festivais dedicados à cultura cervejeira do Norte de Portugal.

Depois do sucesso alcançado em 2025, com milhares de visitantes ao longo de quatro dias de evento, a organização prepara uma edição ainda mais ambiciosa, marcada por novas experiências, novas marcas, novas propostas gastronómicas e uma programação pensada para surpreender o público.

20 marcas de cerveja e mais de 145 estilos diferentes

A edição de 2026 voltará a reunir 20 marcas de cerveja nacionais e internacionais, disponibilizando ao público mais de 145 estilos diferentes de cerveja, entre referências clássicas, novidades, edições especiais e lançamentos.

Entre as estreias já confirmadas destacam-se:

  • Gloriana , proveniente da histórica Vila de Glória do Ribatejo
  • Fidelis , produzida no coração do Vale do Sousa

que se juntam a algumas das mais prestigiadas e reconhecidas marcas que já fazem parte da identidade do festival, como a Praxis, Post Scriptum, Pobeira, entre outras confirmações que serão anunciadas brevemente.

Gastronomia reforçada com novas propostas

A componente gastronómica continuará a assumir um papel central na experiência do festival.

A edição de 2026 contará com cerca de uma dezena de food trucks e espaços gastronómicos, reunindo propostas salgadas e doces para todos os gostos.

Entre as novidades já confirmadas encontram-se:

  • Presunto Sobre Rodas, com as suas reconhecidas sandes de presunto artesanal de fabrico próprio
  • Doce Maria, de Braga, que trará ao festival as tradicionais e famosas Tripas Doces de Aveiro

Juntando-se a outras propostas gastronómicas que ajudarão a tornar a experiência ainda mais completa.

Primeira grande novidade da programação

Entre as novas experiências preparadas para esta edição destaca-se a estreia da Not Guilty Cycling Experience, uma experiência coletiva de cycling ao ar livre integrada na programação oficial do festival.

A iniciativa decorrerá no sábado, dia 4 de julho, entre as 15h00 e as 17h00, reunindo 50 participantes numa experiência que combinará exercício físico, música, espetáculo e espírito de comunidade.

Sob o conceito “50 Pessoas. Uma Só Energia.”, a Praça Mouzinho transformar-se-á temporariamente num palco de performance e celebração, criando um momento único dentro do festival.

A experiência será desenvolvida em parceria com o Eugénios Health & SPA Club, contando ainda com parceiros associados à ativação.

Uma edição para surpreender

Ao longo dos quatro dias, o Dona Maria Famalicão Beer Fest continuará a oferecer música, animação, gastronomia, cerveja artesanal, momentos de convívio e experiências diferenciadoras, mantendo o ambiente próximo e acolhedor que o tornou uma referência regional.

“Queremos continuar a crescer sem perder a identidade que trouxe o festival até aqui. Em 2026 teremos mais cerveja, mais gastronomia, mais experiências e várias novidades que acreditamos que irão surpreender os visitantes. A Not Guilty Cycling Experience é apenas a primeira de várias novidades que iremos revelar nas próximas semanas.”

Ao longo das próximas semanas serão anunciadas novas marcas, experiências, parceiros, animação musical e restantes elementos da programação da edição de 2026.

Famalicão: Hugo Oliveira não continua na equipa de futsal

O FC Famalicão despediu-se, este domingo, de Hugo Oliveira, treinador da equipa de futsal. O anúncio foi feito nas redes sociais. O técnico, contratado em janeiro deste ano, para o lugar de Kitó Ferreira, treinou e orientou a equipa para a manutenção na Liga Placard no ano de estreia do clube ao mais alto nível. Um feito conseguido na última jornada e contra todas as expectativas.

Após o final da época, a direção e o treinador conversaram sobre o futuro. O elenco diretivo liderado por Pina Ferreira guarda os maiores elogios para Hugo Oliveira que, no entanto, entendeu colocar um ponto final na sua relação com o futsal do FC Famalicão.

O treinador esteve à frente da equipa durante 10 partidas, somando quatro vitórias, uma das quais sobre o Benfica naquele que foi o único desaire dos benfiquistas na fase regular.

“Complicado e pouco prático”: Milhares descontentes com o ‘Volta’

Dois meses após a entrada em funcionamento do sistema de depósito e reembolso “Volta”, multiplicam-se as reclamações de consumidores que dizem estar insatisfeitos com o modelo implementado, apesar dos mais de 10 milhões de embalagens já recolhidas em todo o país.

As principais críticas centram-se na forma como o reembolso é efetuado. Muitos utilizadores consideram injusto que os vales emitidos pelas máquinas só possam ser utilizados no mesmo supermercado onde as embalagens foram entregues, impedindo a sua utilização noutras superfícies aderentes.

Também os atrasos nos reembolsos estão a gerar descontentamento. Há consumidores que garantem ter optado pelo crédito em cartões de fidelização das grandes superfícies, mas que continuam sem receber os valores correspondentes dias ou mesmo semanas depois da devolução das embalagens.

Outro dos problemas mais apontados prende-se com o funcionamento das máquinas de recolha. Várias queixas relatam situações em que garrafas e latas com o símbolo “Volta”, código de barras legível e em perfeitas condições são sucessivamente rejeitadas pelos equipamentos, obrigando os consumidores a perder tempo sem conseguirem recuperar o depósito pago.

A praticidade do sistema também está a ser colocada em causa. Quem consome bebidas em restaurantes, centros comerciais, aeroportos ou durante deslocações considera pouco razoável ter de transportar embalagens vazias até um ponto de recolha para recuperar apenas 10 cêntimos. Alguns consumidores chegam mesmo a comparar o valor cobrado a uma espécie de taxa adicional difícil de recuperar em determinadas circunstâncias.

As críticas surgem numa altura em que a SDR Portugal celebra a marca de mais de 10 milhões de embalagens recolhidas desde 10 de abril. A entidade responsável pelo sistema considera que os números demonstram uma adesão significativa da população e destaca que a operação ainda se encontra numa fase de transição.

No entanto, para muitos consumidores, os problemas práticos continuam a sobrepor-se aos resultados apresentados. Entre falhas técnicas, reembolsos por receber e limitações na utilização dos vales, o sistema “Volta” enfrenta um crescente volume de contestação numa fase ainda inicial da sua implementação.