GNR apreende 410 mil cigarros na A3

A Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal do Porto, apreendeu dia 26 de dezembro, 410 mil cigarros sem estampilha fiscal na A3, na zona de Barcelos.

No âmbito da Operação Natal e Ano Novo, os militares realizaram uma fiscalização rodoviária que culminou na interceção de um veículo que realizava o transporte dos cigarros de diversas marcas, sem que estes tivessem qualquer estampilha fiscal ou documentação que ateste a suspensão do imposto. Na sequência das diligências, foi detido um homem, de 42 anos e identificado um outro, com 46 anos, ambos pela prática do crime de introdução fraudulenta no consumo, tendo ainda sido apreendido o veículo, assim como a mercadoria, cujo valor ascende a 116 mil euros, representando um prejuízo para o estado, em sede de IT/IEC e IVA, de aproximadamente 63 mil euros.

O detido está, neste momento, a ser presente ao Tribunal Judicial de Barcelos.

Esta operação contou com o reforço do Destacamento de Ação Conjunta do Porto, da Unidade Nacional de Trânsito e com o Destacamento de Trânsito de Viana do Castelo.

Protótipo de casaco inovador para bombeiros testado na Escola Nacional de Bombeiros

O consórcio de investigação do DIF-Jacket reuniu-se nas instalações da Escola Nacional de Bombeiros, em S. João da Madeira, para os ensaios ergonómicos e de fogo, utilizando protótipos do projeto, um futuro equipamento de proteção individual (EPI) para bombeiros. Os ensaios visaram recolher informações dos profissionais sobre os modelos testados em termos de conforto, analisar eventuais otimizações e avaliar a performance.

O CeNTI, o CITEVE – Centro Tecnológico Têxtil e Vestuário e o Centro de Estudos de Fenómenos de Transporte da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto trabalham no projeto DIF-Jacket desde 2020. O objetivo é desenvolver um casaco para bombeiro, com caráter inovador, cujo principal objetivo é a segurança em diversos cenários de combate a incêndios, ou seja, pretende melhorar significativamente a capacidade de prever como um determinado equipamento protege o bombeiro num determinado cenário.

A otimização do vestuário tem em conta três variáveis: bombeiro + vestuário de proteção + ambiente de incêndio.

 

Portal das Finanças não está a funcionar

O Portal das Finanças está inacessível e, até ao momento, não se sabe o que está a acontecer e não há nenhuma informação oficial.

Além do Portal das Finanças, também o Portal do e-faturas está inoperacional.

Nas redes sociais os utilizadores estão a ser informados que «estão a ocorrer constrangimentos no acesso ao Portal das Finanças. Lamentamos pelo incómodo. Assim que a situação estiver resolvida informamos».

Rendimento Social de Inserção aumenta 20 euros

Depois de três anos sem atualização, o Rendimento Social de Inserção vai aumentar cerca de 20 euros, passando de 189,66 euros para 209,11 euros, já no mês de março, com efeitos retroativos a janeiro. Há mais de 198 mil pessoas a receber este apoio em Portugal.

A atualização do RSI para este ano foi hoje publicada em Diário da República. Os novos valores começam a ser pagos em março, abrangendo 198 mil pessoas, numa medida com um custo estimado em 30 milhões de euros.

 

 

Famalicão: GNR recupera bicicleta de 1200 euros

O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Guimarães recuperou, esta quinta-feira, no concelho de Famalicão, uma bicicleta furtada e identificou um homem, de 39 anos, que tinha em sua posse o veículo.

Na sequência de uma denúncia por furto de bicicleta, em maio de 2022, foram realizadas diligências de investigação que permitiram localizar e recuperar a bicicleta, no valor de 1 200 euros.

Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Verde e a bicicleta restituída ao seu legitimo proprietário.

 

 

Oito detidos por conduzirem com excesso de álcool

No âmbito de operações de fiscalização rodoviária e de prevenção e combate à criminalidade, o Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Braga deteve, entre 29 de dezembro e o primeiro dia do ano, oito pessoas, com idades compreendidas entre os 23 e 49 anos, por condução de veículo automóvel com taxa de alcoolemia superior à permitida por lei.

Submetidas aos testes, acusaram uma TAS entre 1,20 e 2,55 g/l no sangue. As detenções aconteceram nas cidades de Famalicão e Barcelos.

AEMinho pede alívio efetivo da carga fiscal sobre o trabalho

Para 2023, a AEMinho pede «mais rigor na utilização de recursos, desburocratização e maior eficiência da máquina do estado e alívio efetivo da carga fiscal sobre o trabalho». Em comunicado emitido na tarde desta quinta-feira, a Associação Empresarial do Minho apresenta o balanço de 2022 e projeta o novo ano. Internamente, a associação aponta uma ação «francamente positiva», enquanto que política e economicamente «o país continua letárgico e sem um rumo estratégico definido».

O ano que agora finda começou «num contexto diferente». A conjuntura internacional mudou «e isso teve impacto na economia», reconhece a associação liderada por Ricardo Costa. Para além de uma inflação «anormalmente alta e aparentemente descontrolada, temos escassez de recursos e matérias-primas; um quadro macroeconómico não favorável para os tempos que se avizinham». Por outro lado, a energia e os custos energéticos são apontados como «um flagelo para os cidadãos e para as empresas e o esforço governamental, no sentido de auxiliar a resolução do problema, tem sido manifestamente ineficaz e insuficiente», acusa.

Por outro lado, a AEMinho lamenta os «brutais e desproporcionais» impostos sobre o trabalho, com a as empresas a debaterem-se, «todos os dias, com o dilema de pagarem valores elevados aos trabalhadores, para eles receberem valores reduzidos por via da arrecadação fiscal do estado». Uma situação que classifica como socialmente injusta, «sobretudo quando o dinheiro público é gasto de uma forma tão ineficiente e aleatória, não devolvendo às pessoas em serviços públicos os que de facto pagam por via dos seus descontos». A carga fiscal é, ainda, «um fator que retira imensa competitividade às empresas no momento de contratar, com os reflexos óbvios que tem na economia». Os custos da habitação, «em valores incomportáveis para os jovens e para os trabalhadores em geral» representam, também, «um fator que dificulta a contratação». Sobre isto tudo, a Associação Empresarial, aponta as «más decisões estratégicas, o deficiente uso dos recursos do estado e uma administração pública que na trilogia mais ligada à atividade empresarial, a saber finanças / justiça / regulação da atividade financeira, não funciona».

No segundo ano de atividade, a AEMinho aumentou em 68% o número de associados que, na atualidade, representam um volume total de faturação de 12.000 milhões de euros, alcançados pelas quase duas centenas de associados, com um volume de exportações de cerca de 3,5 mil milhões de euros, criando emprego para cerca de 45 mil pessoas. Nota, ainda, a realização de 100 iniciativas e atividades, entre missões empresariais, jantares-debate e eventos temáticos.

Para o novo ano, aponta como fulcral a criação do Cluster da Energia, daquele que é um setor vital para a economia portuguesa e que permitirá ter um espaço específico para toda a comunidade empresarial dedicada a este setor; diversificar as missões empresariais e ser uma voz ativa e independente. A promoção de transferência de conhecimento que permita dotar os quadros médios e superiores das empresas de maior capacidade competitiva é outra meta a que se propõe, em conjunto com a comunidade empresarial, mas também com as Universidades e Institutos. «Aproximar e integrar as empresas neste mundo do conhecimento é um objetivo assumido pela AEMinho para 2023».