Governo decide apoiar famílias com crianças pequenas e que estejam em teletrabalho

O Governo propõe-se a apoiar famílias em teletrabalho que tenham crianças pequenas (da creche até ao 4.º ano de escolaridade), ou que tenham dependentes com deficiência e incapacidade igual ou superior a 60% e, ainda, as famílias monoparentais. Os pais que cuidem dos filhos de forma alternada vão ter direito a receber o salário a 100%.

Isto por causa do fecho das escolas e das instituições devido à pandemia.

Atualmente, o apoio não é atribuído se um dos pais estiver em teletrabalho. A ajuda corresponde a 66% do vencimento base, num mínimo de 665 euros e um máximo equivalente a três salários mínimos, que é de 1.995 euros. A proposta é de que o apoio suba para os 100% mesmo que os pais estejam em teletrabalho.

Covid-19: DGS prepara nova dose da vacina

A Direção-Geral da Saúde (DGS) está a preparar a norma para a nova campanha de vacinação contra a covid-19, avança a CNN Portugal. A norma deverá ser até ao início do mês de setembro.

Nem a DGS nem o Ministério da Saúde, no entanto, responderam se serão convocados todos os portugueses – no esquema de ordem decrescente de idade, tal como aconteceu com as campanhas anteriores de vacinação – ou se o serão apenas os mais vulneráveis, como até agora anunciado.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças como a Agência Europeia do Medicamento recomendam a administração de uma quarta dose das vacinas contra a covid-19 apenas aos cidadãos entre os 60 e 79 anos e a pessoas vulneráveis.

Fonte: CNN Portugal

AF Braga entrega presentes às crianças internadas no hospital de Famalicão

No âmbito do programa comemorativo do seu Centenário, a Associação de Futebol de Braga visitou, na manhã desta quarta-feira, os quatro serviços de Pediatria dos Hospitais Públicos do Distrito – Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães – para oferecer um presente simbólico a cada criança internada – uma mochila, uma bola, lápis de cor e desenhos para colorir.

No Centro Hospitalar do Médio Ave, em Famalicão, a visita coube aos vice-presidentes Miguel Azevedo e Custódio Ribeiro que foram recebidos pela enfermeira diretora Deolinda do Vale e pela enfermeira Angélica Vilaça, enfermeira chefe do serviço de Pediatria. Os vice-presidentes visitaram o espaço e entregaram lembranças a cada criança.

Greve dos trabalhadores da IP vai afetar circulação de comboios nos dias 1, 3 e 5 de agosto

A organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal (gestor da infraestrutura ferroviária) convocou uma greve para os dias 1, 3 e 5 de agosto e a Comboios de Portugal (CP) prevê «fortes perturbações» na circulação.

Em comunicado, a CP reporta que, «por motivo de greve convocada por organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal preveem-se fortes perturbações na circulação de comboios, a nível nacional, em todos os serviços, nos dias 1, 3 e 5 de agosto de 2022».

Está prevista a realização de serviços mínimos nos dias da greve, sem prejuízo de poderem ser realizados comboios adicionais, cuja lista pode ser consultada em www.cp.pt

Famalicão: Alunos fecham ciclo na Engenho com festa

A Engenho realizou a festa de finalistas dos alunos do pré-escolar para assinalar os cinco anos na instituição e a passagem para outro nível de ensino. É sempre um momento marcante para as crianças, para as suas famílias mas também para a instituição.

A festa aconteceu na passada sexta-feira, dia 22 de julho, no Centro de Apoio Comunitário, com a presença de crianças, familiares e educadores.

«Foram 5 anos que a Engenho acolheu, cuidou, educou e viu crescer, nos diferentes domínios, os vossos filhos, crianças de hoje e cidadãos de amanhã. Que continuem a cresce felizes na vossa companhia», referiu o presidente da direção, Manuel Augusto de Araújo, que se dirigiu aos pais, agradecendo também o facto de terem escolhido a Engenho como ” instituição educadora” para os seus filhos.

Nas palavras que dirigiu aos presentes, o responsável enalteceu ainda o profissionalismo e a dedicação dos colaboradores da Engenho, postos à prova em momentos «críticos e de forte adversidade, como os que se têm vivido com a pandemia».

A direção da Engenho recorda que o seu projeto educativo, subordinado ao tema “Minha Terra, Meu Mundo”, está patente em iniciativas, atividades e metodologias específicas, procurando «valorizar a vivência familiar, o diálogo, o convívio e aprendizagem intergeracionais, o gosto pela descoberta e conhecimento dos sítios e do território e o contacto com a natureza».

Este é um projeto global e articulado com os utentes das diferentes respostas sociais e serviços da Associação e agentes/parceiros da Comunidade.

Famalicão: Mário Passos congratula-se com avanços no processo de descentralização

Segundo o presidente da Câmara de Famalicão, «o princípio de acordo que os municípios aprovaram ontem com o Governo para a descentralização de competências nas áreas da Educação e Saúde prova que Vila Nova de Famalicão, assim como muitos outros municípios portugueses, tiveram razão ao recusar até ontem as propostas sugeridas pela Administração Central para os dois domínios».

A declaração de Mário Passos surge na sequência da reunião do Conselho Geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), do qual é membro efetivo, que teve lugar esta segunda-feira, dia 18, em Coimbra, e na qual acompanhou os seus colegas autarcas na aprovação da nova proposta setorial para a Educação e Saúde.

No caso de Vila Nova de Famalicão, para além do financiamento previsto, o autarca famalicense garantiu a inclusão no documento de um conjunto de obras a realizar até 2030, nomeadamente, a reabilitação e modernização da Escola Secundária Padre Benjamim Salgado e da Escola Básica Bernardino Machado, em Joane, as escolas básicas D. Maria II, Júlio Brandão e Nuno Simões, e a Escola Básica de Gondifelos. Ao nível da Saúde ficou garantida a construção de duas novas unidades de saúde, em S. Miguel-o-Anjo e Joane, estando ainda em negociações com a Administração Regional de Saúde para a inclusão da reabilitação das Unidades de Saúde sediadas em Famalicão.

Em declarações à imprensa, o autarca lembra que Famalicão começou por recusar assumir em 2019 a transferência das competências para as autarquias locais «por se tratarem de tarefas e não de competências e, ainda por cima, desacompanhadas das indispensáveis garantias para a sua execução».

No final do ano passado e início deste ano, o município voltou a adiar essa decisão por considerar não estarem reunidas as condições necessárias para o efeito, nomeadamente ao nível da transferência do respetivo envelope financeiro, que garantisse uma gestão eficaz das áreas.

Para o presidente da Câmara de Famalicão, «as reivindicações dos municípios foi justa e legítima» e permitiu «um acordo mais equilibrado», que reserva mais verbas para as Câmaras Municipais, destinadas à manutenção de equipamentos, para as refeições escolares, fórmulas de financiamento mais equilibradas e a garantia de obras de modernização em equipamentos ainda não intervencionados. É igualmente reservada a possibilidade para as Câmaras e as Comunidades Intermunicipais poderem vir a ter alguma autonomia na gestão dos Centros de Saúde, por exemplo, ao nível dos horários de funcionamento.

Por isso, Mário Passos fala em «avanços positivos» e espera agora que o Governo materialize este acordo.

 

Covid-19: Mortalidade em Portugal está em tendência decrescente

De acordo com o documento da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgado, a mortalidade específica por covid-19 está nos 24 óbitos a 14 dias por um milhão de habitantes.

Este valor está agora mais próximo do limiar de 20 óbitos definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC), sendo significativamente inferior às 41 mortes por um milhão de habitantes registadas no final de maio em Portugal.

Já a mortalidade por todas as causas, na última semana encontrava-se acima do limite superior dos valores esperados para esta época do ano, o que indica um excesso de mortalidade por todas as causas, em parte associado à covid-19, refere o relatório.

Na quinta-feira, a DGS anunciou que Portugal registou um excesso de mortalidade entre 07 e 13 de julho correspondente a 238 óbitos, atribuídos à onda de calor que se verifica no continente nos últimos dias.

Quanto à ocupação hospitalar por casos de covid-19, a DGS e o INSA avançam que regista também uma tendência decrescente, com os 1.140 internados na segunda-feira a representarem uma redução de 6% em relação à semana anterior.

O documento refere ainda que o número de 57 doentes em cuidados intensivos corresponde a 22,4% do limiar definido como crítico de 255 camas ocupadas nessas unidades, quando na semana anterior era de 28,2%.

“O impacto na mortalidade geral está a diminuir. É expectável a manutenção da diminuição da procura de cuidados de saúde” devido à covid-19, prevê o relatório, que continua a recomendar a vigilância da situação epidemiológica, a vacinação de reforço e as medidas de proteção individual.

A DGS e o INSA referem também que a linhagem BA.5 da variante Ómicron, com maior capacidade de transmissão, é responsável por 92% das infeções registadas em Portugal e que a percentagem de testes positivos para o SARS-CoV-2 nos últimos sete dias foi de 35,1%, com tendência decrescente.

Desde 03 de março de 2020 e até à última segunda-feira, foram registados 5.265.951 casos em Portugal, 332.671 dos quais suspeitas de reinfeção, que representam 6,3% do total de casos.