Quinta-feira, Agosto 13, 2026
  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • CCF
No Result
View All Result
Cidade Hoje
  • Notícias
Ouvir Rádio
Ler Jornal
Cidade Hoje
  • Notícias
No Result
View All Result
Cidade Hoje
No Result
View All Result
PUB PUB PUB

Ministra da Saúde diz estar revoltada com agressões no Hospital de Famalicão: “É inqualificável”

Cidade Hoje by Cidade Hoje
23 de Fevereiro, 2022
in Concelho, Sociedade, Última Hora
A A
Escolha a Cidade Hoje como a sua fonte principal de informação Prefira o jornalismo de proximidade
Seguir
Alertas Cidade Hoje no seu WhatsApp Fique a par de todas as notícias em primeira mão!
Canal Oficial Subscrever
PUB PUB PUB

A ministra da Saúde, Marta Temido, repudiou hoje a agressão a dois profissionais de saúde e a um segurança do Hospital de Vila Nova de Famalicão, solidarizando-se com as vítimas deste ato que considerou “inqualificável”.

“Só posso repudiar tudo aquilo que são atos de agressão contra quem está a fazer o seu trabalho, particularmente pessoas que estão a trabalhar no sentido do socorro a outros e solidarizar-me com as vítimas deste ato inqualificável”, afirmou Marta Temido aos jornalistas, à margem do curso temático “SARS-CoV-2 e Covid-19 – Onde estamos e para onde vamos?” que está a decorrer em Lisboa e que antecede as Jornadas de Atualização em Doenças Infecciosas do Hospital de Curry Cabral.

A ministra disse ver com “grande preocupação e uma sensação de grande mágoa” o que ocorreu no Hospital de Vila Nova de Famalicão, em que um grupo de pessoas, alegadamente da mesma família, agrediu dois profissionais de saúde e um segurança.

Adiantou que já falou com o presidente do conselho de administração do hospital e que o secretário de Estado Adjunto da Saúde, António Lacerda Sales, “que acompanha mais a área do programa de luta contra a violência em profissionais de saúde”, falou com os profissionais.

“O relato é de facto de uma situação de extrema violência que culminou em agressões físicas a um elemento da segurança e a elementos de enfermagem que só foi possível relatar às autoridades em momento posterior porque, entretanto, os agressores deixaram o local”, contou.

A ministra da Saúde relatou que foi uma agressão “inesperada” perpetrada por “um grupo de vários indivíduos que irrompeu pelo serviço de urgência e iniciou uma agressão completamente despropositada”.

Segundo Marta Temido, o hospital está a acompanhar os profissionais de saúde a nível de apoio jurídico e psicológico e a administração “está já a intervir no sentido de implementar algumas medidas que reforcem a vigilância e a segurança deste local”.

“Naturalmente que o Ministério da Saúde, através do hospital, está a fazer o mesmo tipo de acompanhamento e de apoio”, sublinhou.

Marta Temido disse que o Ministério da Saúde tem feito um acompanhamento deste tipo de situações, através de um gabinete específico, do programa de prevenção e de combate à violência contra profissionais de saúde e com o reforço dos dispositivos de prevenção no terreno.

Quando o caso se transforma num caso de agressão, as vítimas são acompanhadas, explicou, adiantando que no ano anterior houve mais relatos, mas também maior adesão das instituições e dos profissionais para notificar a este tipo de situação.

Marta Temido salientou que este é um problema com variadas dimensões: “Há uma dimensão evidentemente de prevenção que é essencial e há uma dimensão de apoio às vítimas destas situações e de melhoria das condições infraestruturais e de policiamento quando são identificadas falhas”.

Dados divulgados em janeiro pelo coordenador do Gabinete de Segurança do Ministério da Saúde, indicavam que nos 10 primeiros meses de 2020 foram reportadas 752 situações de violência contra profissionais de saúde, mais 4% face ao período homólogo de 2020 e menos 24% relativamente a 2019, ano pré-pandemia.

A “grande maioria” destas situações reportadas são de violência psicológica, que representaram, em 2021, 63% das queixas, em 2020, 66%, e em 2019 57%”, adiantou o subintendente da Polícia de Segurança Pública Sérgio Barata.

Relativamente à violência física, afirmou que tem tido uma evolução decrescente. “Se em 2019 representava 23% das situações reportadas, em 2021 representou 17%”.

Share234Tweet146SendSend
Next Post

Famalicão: Bombeiros acionados para incêndio em apartamento na freguesia de Calendário

Notícias Populares

  • Só este sábado: Cerca de 20 pessoas assistidas nas praias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim

    Só este sábado: Cerca de 20 pessoas assistidas nas praias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim

    5172 shares
    Share 2069 Tweet 1293
  • Famalicão: Motociclista morre na N14 na freguesia de Cruz

    4785 shares
    Share 1914 Tweet 1196
  • Combustíveis: Vem aí mais uma subida do preço do gasóleo

    3792 shares
    Share 1517 Tweet 948

Publicidade

  • Contactos
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • CCF
Contacto 252 301 780

© 2026 Cidade Hoje - Circulo de Cultura Famalicense | Parceiro tecnológico Softbit | Stock images by Depositphotos

No Result
View All Result
  • Notícias
  • Ler Jornal
  • Ouvir Rádio
  • Contactos

© 2026 Cidade Hoje - Circulo de Cultura Famalicense | Parceiro tecnológico Softbit | Stock images by Depositphotos