Os Meninos Cantores da Trofa apresentam «Cantata de Pedra»

Depois do sucesso na Fundação José Saramago – Casa dos Bicos, em Lisboa e na Antiga Estação, na Alameda da Estação, chegou a vez da Casa da Cultura receber a interpretação dos Meninos Cantores do Município da Trofa, da «Cantata de Pedra», a partir do livro “José, Será Mago?”, com texto e música de Mário João Alves. O espetáculo decorre este domingo, às 11 horas.

O coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa, fundado a 1 de outubro de 1999, foi o primeiro projeto avançado pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Trofa. O coro é formado por cerca de 40 elementos e é dirigido desde a sua fundação pela maestrina Antónia Maria Serra.

«Falar nos Meninos Cantores do Município da Trofa é falar, inevitavelmente, em magia. As atuações dos nossos meninos são um orgulho não só para a autarquia, não só para o concelho, mas para o nosso país. O resultado de qualquer atuação é sempre algo brilhante», refere Renato Pinto Ribeiro, vereador da Cultura da Câmara Municipal da Trofa.

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Arranca na Trofa o curso de Escultura e Pintura de Arte Sacra

O Curso de Escultura e Pintura de Arte Sacra arranca no dia 13, às 11 horas, com 15 alunos, superando as expectativas dos impulsionadores que são a Câmara Municipal da Trofa, o Serviço de Formação do Porto e o Serviço de Emprego de Santo Tirso.

Este curso, que preserva a herança dos santeiros de S. Mamede do Coronado, vai decorrer na antiga escola de Feira Nova.

Uma das particularidades do curso será o envolvimento dos mestres santeiros no lecionamento de aulas teóricas e práticas, para proporcionar aos formandos o domínio das técnicas tradicionais de escultura e pintura de arte sacra.

Recorde-se que os Santeiros de São Mamede foram reconhecidos como uma das 7 Maravilhas da Cultura Popular Portuguesa e encontra-se em curso o processo para iniciar o dossier de candidatura deste ofício a Património Imaterial da Humanidade.

Promover na região a preservação da arte dos santeiros – escultores e pintores que produzem imagens de vulto devocionais para locais de culto é um dos principais desígnios do curso. A produção de arte sacra representa um importante legado específico e original para o património cultural trofense e nacional que, ao longo de décadas, se desenvolveu no Vale do Coronado, assumindo-se como um testemunho vivo de todo o saber que passou de mestres para aprendizes.

 

Famalicão: Festejos de Carnaval em Arnoso, Riba de Ave e Ribeirão

Não é só a cidade e Fradelos que vivem com intensidade o Carnaval. Também acontece nas freguesias de Arnoso (Santa Eulália), Riba de Ave e Ribeirão, que vão promover cortejos no domingo, dia 19 de fevereiro, da parte da tarde.

O 38.º Desfile de Carnaval de Rua de Arnoso Santa Eulália, promovido pela Associação Desportiva e Cultural de Arnoso (ADC), começa junto ao Café Extremo, pelas 14h30, e vai percorrer várias ruas da freguesia, terminando no salão polivalente da ADC.

Em Riba de Ave, o Circuito de Foliões sai à rua a partir das 14 horas. A iniciativa, que vai na 7.ª edição, é organizada pela Junta de Freguesia, no entanto, é da responsabilidade das associações a sua dinamização e concretização. A concentração será junto à Igreja Paroquial.

Já Ribeirão acolhe o 17.º Grandioso Desfile de Carnaval da Vila de Ribeirão, organizado pela Associação Recreativa Cultural e Desportiva da Graxa, que arranca em Aldeia Nova, às 14 horas, e termina em frente à sede da Junta de Freguesia, local onde também será feita a entrega dos prémios a concurso.

Famalicão: O galheiro vai arder em Fradelos

No dia 21 de fevereiro, a partir das 22 horas, vai arder o galheiro na freguesia de Fradelos, cumprindo-se, assim, a tradição. Simboliza o final do entrudo e entrada na Quaresma e se arder completamente é sinal de boas colheitas. Com crença ou sem ela, o importante é que todos se divirtam.

Este ano, a queima acontece nos lugares de Ferreirinhos e Sapugal/Quinta.

Anteriormente, a população sai à rua, amontoando os restos das sementeiras, os galhos velhos das árvores e o silvado, em redor de um tronco de pinheiro (galheiro); no topo colocam um boneco a que chamam ‘entrudo’ e pegam-lhe fogo. Os galheiros chegam a atingir os 15 metros de altura e há um despique entre os lugares da freguesia para ver quem queima o maior galheiro.

A queima do galheiro é dinamizada pela associação juvenil Koklus, que também promove o XXIV Desfile de Carnaval nesta freguesia. O corso carnavalesco arranca às 14h30 no Largo dos Reis, sendo que a entrega dos prémios, e término do desfile, acontece na Escola Básica de Valdossos.

Para a dinamização destas atividades, a associação conta com o apoio do IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, do Município de Vila Nova de Famalicão, da Junta de Freguesia de Fradelos e de empresas locais.

Projeto da Casa da Música regressa à Trofa

“Holograma”, projeto da Casa da Música, vai ser apresentado entre os dias 9 e 12 de fevereiro, no auditório da Junta de freguesia de Bougado, polo de São Martinho.

Este projeto, desenvolvido pela Área Metropolitana do Porto, e que vai passar por 17 municípios da Área Metropolitana do Porto, pretende possibilitar ao público em geral experiências musicais com raiz pedagógica e educativa.

Cada edição do “Holograma” é especialmente concebida para o Município em questão, com a qualidade artística e os cuidados de produção que são próprios da Fundação Casa da Música.

Na edição deste ano, o projeto “Holograma” apresenta um programa de acesso gratuito, dividido em apresentações para a comunidade escolar, 9 e 10 de fevereiro, e para o público em geral, 9, 10, 11 e 12 fevereiro.

Assim, dia 9, às 9h30 e às 11h00, o espetáculo “Ler” explora a relação entre a voz falada e a música. Num diálogo para que são convocados instrumentos eletrónicos e acústicos, o itinerário passa por vários momentos da História de Portugal, evocando também o prazer e a riqueza que a música nos tem legado ao longo do tempo.

No dia seguinte, também às 9h30 e às 11h00, “Fonte Fontaine” remete a comunidade escolar para as fábulas da infância com reinvenções e desfechos improváveis.

Direcionado para o público em geral e com entrada gratuita, a APPACDM apresenta, nos dias 9 e 12 de fevereiro, pelas 21h00, o espetáculo “Comunidades”.

No dia 10, pelas 21h00, o projeto Holograma apresenta “Sopa d’Urso”, um sexteto composto por Ricardo Folha na voz e guitarra; Xavier Santos na guitarra; Daniel Fernandes no baixo e voz; Sean Kong nos teclados e voz; Eduardo Santos nos teclados e Pedro Coelho na Bateria, que apresenta uma sonoridade pop-rock herdeira de alguns dos principais projetos portugueses revelados nas décadas de 80 e 90. Em 2020 o projeto apresentou o seu trabalho de estreia, “Colher de Pau”. Passados dois anos a banda reinventou-se com a saída e entrada de novos elementos e para breve promete apresentar novo álbum.

No sábado, 11 de fevereiro, dedicado às famílias e ao público infantil – dos 6 aos 12 anos, o espetáculo “Ler”, fará dois concertos no auditório, às 10h00 e às 11h30. À noite, a partir das 21h00, terá lugar o concerto “Solistas da Casa da Música”. Para além de ser um edifício dedicado à realização de concertos de todos os géneros, a Casa da Música é também a “casa” de vários agrupamentos profissionais, que ali ensaiam e se apresentam regularmente, entre os quais uma orquestra sinfónica, uma orquestra barroca, um ensemble de música contemporânea e um coro. Os Solistas da Casa da Música que se apresentam no Holograma são formados por músicos da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, da Orquestra Barroca Casa da Música ou do Remix Ensemble.

No dia 12 de fevereiro, o espetáculo “Fonte Fontaine” apresenta, às 10h00 e às 11h30, o concerto direcionado ao público infantil, dos 0 aos 6 anos.

 

Famalicão: Auto da Barca do Inferno em cena nas Casa das Artes para mais de mil alunos

Mais de mil alunos de turmas do 9.º ano de escolaridade de escolas de Vila Nova de Famalicão são esperados na Casa das Artes, nos dias 9 e 10 de fevereiro, para assistirem à estreia do Auto da Barca do Inferno, um clássico de Gil Vicente, levado a cena numa coprodução AGON/Momento – Artistas Independentes e Casa das Artes.

Trata-se de um espetáculo inserido também no Programa Educativo e Cultural “De Famalicão para o Mundo” e que vai ao encontro da matéria letiva da disciplina de Português do 9.º ano de escolaridade.

O Auto da Barca do Inferno é apresentado no dia 9 de fevereiro com sessões às 10h00 e às 15h00. E repete no dia 10, às 10h00.

Na obra destacam-se não só os percursos e ações de cada “figura-tipo”, mas também a identificação e a intemporalidade, recorrendo à dramatização, à tecnologia e à música como estratégias de aproximação desta obra para o público escolar jovem.

Ficha Artística – Encenação: Filipe Gouveia; Composição e música ao vivo: Paulo Pires; Interpretação: Bárbara Correia, Francisco Lima, Luísa Alves e Sara Maia; Conceção Plástica: Diogo Freitas; Desenho e Operação de Luz: Pedro Abreu; Músicos: Paulo Pires (piano); Luís Correia (baixo); Tiago Baldaia (Percussão); Operação de Som: António Cardoso; Produção: AGON / Momento – Artistas Independentes; Coprodução: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Toda a programação da Casa das Artes e do TNF pode ser consultada, todos os dias, no site (www.casadasartes.org) e nas redes sociais: www.facebook.com/CasadasArtesVNFamalicao e www.instagram.com/casadasartesdefamalicao.

Famalicão: Bailado a partir de “Todos os Nomes” de José Saramago

Na noite desta sexta-feira, a partir das 21h30, há bailado no grande auditório da Casa das Artes, com “Nuestros Nombres”, a partir da obra “Todos os Nomes” de José Saramago
A direção artística e interpretação está a cargo de Filipa de Castro e Carlos Pinillos, numa coprodução Casa das Artes de Famalicão e Companhia Nacional de Bailado.
Com o romance “Todos os Nomes”, de José Saramago, surgiu a ideia de fusionar música e teatralidade em forma de crónicas dançadas. Nuestros Nombres é uma proposta repleta de obras musicais, com o ponto de partida no período romântico acompanhado de Tchaikovsky, Rachmaninov, Liszt, Saint-Saëns ou Schubert, até chegar aos nossos dias com Astor Piazzolla.
Desde o homem que se enamora de uma mulher desconhecida até ao destino inevitável de uma morte segura, tudo se encontra presente em Nuestros Nombres.
Filipa de Castro e Carlos Pinillos, acompanhados pelo Trio Scherzo, propõem uma obra de caráter íntimo, demonstrando que a estética estilizada da dança clássica continua a ser um elemento poderoso de comunicação.