PSP já sinalizou quase 800 suspeitos de crime de violência doméstica

Este ano, a PSP sinalizou cerca de 800 suspeitos da prática de crime de violência doméstica e já elaborou mais de 32.000 planos de segurança individual neste contexto.

A informação é do diretor nacional adjunto da PSP, Constantino Ramos. Segundo o responsável, foram também sinalizadas mais de 8.100 crianças em situação de risco e apreendidas quase 200 armas de fogo em contexto de violência doméstica.

A PSP refere que entre 2017 e 2019 registou 309 ocorrências de violência doméstica com armas de fogo, sendo que em 74 delas houve uso efetivo da arma por parte do agressor.

O responsável da PSP adianta que o e-mail criado especificamente para a denúncia destes crimes tem-se revelado de grande utilidade, com a PSP a receber queixas e relatos que muitas vezes chegam via amigos ou colegas de trabalho das vítimas.

Greve dos trabalhadores da IP vai afetar circulação de comboios nos dias 1, 3 e 5 de agosto

A organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal (gestor da infraestrutura ferroviária) convocou uma greve para os dias 1, 3 e 5 de agosto e a Comboios de Portugal (CP) prevê «fortes perturbações» na circulação.

Em comunicado, a CP reporta que, «por motivo de greve convocada por organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal preveem-se fortes perturbações na circulação de comboios, a nível nacional, em todos os serviços, nos dias 1, 3 e 5 de agosto de 2022».

Está prevista a realização de serviços mínimos nos dias da greve, sem prejuízo de poderem ser realizados comboios adicionais, cuja lista pode ser consultada em www.cp.pt

Famalicão: Detido com 2,25 g/l no sangue

A PSP deteve, este fim de semana, um homem que conduzia embriagado, com uma taxa de alcoolemia muito superior à permitida por lei.

Submetido ao teste, o condutor de 35 anos, acusou uma TAS de 2,25 g/l no sangue.

Foi notificado para comparecer no Tribunal.

Famalicão: Jovem detido no Porto por tráfico de droga

Um jovem de 23 anos, estafeta e residente em Famalicão, foi detido pela PSP, esta quarta-feira, com duas doses de cocaína e 37 de heroína, na avenida da Boavista, na cidade do Porto.

No mesmo dia, dois homens de 45 e 53 anos, um operário da construção civil e desempregado, respetivamente, foram detidos com 64 doses de heroína, no bairro da Pasteleira Nova, também na cidade do Porto. Um dos detidos é residente em Famalicão e outro em Barcelos.

Famalicão: Mais um detido por conduzir sem carta

Na noite desta terça-feira, pelas 22H45, na cidade de Vila Nova de Famalicão, a PSP deteve um jovem, de 23 anos, que conduzia veículo automóvel sem estar habilitado para tal

Trata-se do quatro detido, em iguais circunstâncias, em 24 horas. Recorde-se que na segunda-feira, a PSP deteve três pessoas, com 29, 54 e 55 anos de idade, que conduziam sem a respetiva carta de condução.

Famalicão: PSP apanha três a conduzir sem carta

Esta segunda-feira, a PSP deteve três pessoas, com 29, 54 e 55 anos de idade, que conduziam veículo automóvel sem a respetiva carta de condução.

As detenções aconteceram na cidade de Famalicão e os cidadãos foram notificados para comparecerem no Tribunal Judicial.

Associação Têxtil e Vestuário crítica falta de apoios à internacionalização

A direção da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal está preocupada com o que diz serem atrasos e incertezas no apoio à internacionalização para este setor do têxtil e vestuário.

Mário Jorge Machado, presidente da ATP, garante que a Associação tem procurado informações junto das entidades competentes e que não tem obtido as respostas que precisa.

«As manifestações de preocupação foram dirigidas ao mais alto nível, a diversas entidades e responsáveis políticos, desde a membros do Governo, ao COMPETE, à AICEP Portugal Global, à própria CIP, e, nalguns casos, manifestações reiteradas», acusa.

Mário Jorge Machado recorda que as «últimas calls do Portugal 2020 para a internacionalização das empresas ficaram muito aquém das necessidades, com cortes orçamentais que não eram de todo esperados. Sobretudo numa altura essencial em que deveríamos estar a ajudar as empresas a reverter os efeitos provocados, primeiro, por uma pandemia, a que somaram, recentemente, outros provenientes da guerra, com crise de preços na energia e matérias-primas, subida da inflação e recuo da procura», frisa.

Ainda que reconheça que as verbas do Portugal 2020 possam estar esgotadas, Mário Jorge Machado lembra que há um «Programa como o Portugal 2030 que devia estar ao serviço da economia desde 2021, e estamos no 3.º trimestre de 2022 e ainda ninguém consegue antecipar quando poderá estar operacional, com abertura de calls nestas e noutras áreas».