PSP reforça proteção às vítimas de violência doméstica

A PSP recebeu em março 585 denúncias de violência doméstica, menos 15% do que no mês homólogo de 2019, uma quebra que, no entanto, pode não corresponder à realidade, pelo que vai reforçar a proteção às vítimas.

A força de segurança já iniciou a intensificação dos contactos pessoais com as vítimas de violência doméstica, no sentido de apurar da estabilidade da vivência familiar e, se necessário, proceder à imediata reavaliação individualizada de risco e reajuste das medidas de proteção da(s) vítima(s), lê-se num comunicado da Polícia de Segurança Pública (PSP.

A PSP refere que no contexto de emergência na pandemia de covid-19 tem dedicado grande atenção a algumas tipologias criminais que, potencialmente, podem conhecer agravamentos e ou novas formas de concretização.

Neste contexto, o crime de violência doméstica merece maior atenção e cuidado na análise e resposta. O confinamento domiciliário que as famílias têm de observar poderá propiciar condições particularmente gravosas para que este crime ocorra de forma pouco percetível.

Apesar do diminuição de queixas face ao período homólogo, em março foram feitas 36 detenções, mais quatro do que no mesmo mês de 2019.

A PSP lembra que o crime de violência doméstica continua a ser um dos que merece reação e investigação prioritárias, mesmo em estado de emergência.

Greve dos trabalhadores da IP vai afetar circulação de comboios nos dias 1, 3 e 5 de agosto

A organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal (gestor da infraestrutura ferroviária) convocou uma greve para os dias 1, 3 e 5 de agosto e a Comboios de Portugal (CP) prevê «fortes perturbações» na circulação.

Em comunicado, a CP reporta que, «por motivo de greve convocada por organização sindical representativa dos trabalhadores da IP – Infraestruturas de Portugal preveem-se fortes perturbações na circulação de comboios, a nível nacional, em todos os serviços, nos dias 1, 3 e 5 de agosto de 2022».

Está prevista a realização de serviços mínimos nos dias da greve, sem prejuízo de poderem ser realizados comboios adicionais, cuja lista pode ser consultada em www.cp.pt

Famalicão: Detido com 2,25 g/l no sangue

A PSP deteve, este fim de semana, um homem que conduzia embriagado, com uma taxa de alcoolemia muito superior à permitida por lei.

Submetido ao teste, o condutor de 35 anos, acusou uma TAS de 2,25 g/l no sangue.

Foi notificado para comparecer no Tribunal.

Famalicão: Jovem detido no Porto por tráfico de droga

Um jovem de 23 anos, estafeta e residente em Famalicão, foi detido pela PSP, esta quarta-feira, com duas doses de cocaína e 37 de heroína, na avenida da Boavista, na cidade do Porto.

No mesmo dia, dois homens de 45 e 53 anos, um operário da construção civil e desempregado, respetivamente, foram detidos com 64 doses de heroína, no bairro da Pasteleira Nova, também na cidade do Porto. Um dos detidos é residente em Famalicão e outro em Barcelos.

Famalicão: Mais um detido por conduzir sem carta

Na noite desta terça-feira, pelas 22H45, na cidade de Vila Nova de Famalicão, a PSP deteve um jovem, de 23 anos, que conduzia veículo automóvel sem estar habilitado para tal

Trata-se do quatro detido, em iguais circunstâncias, em 24 horas. Recorde-se que na segunda-feira, a PSP deteve três pessoas, com 29, 54 e 55 anos de idade, que conduziam sem a respetiva carta de condução.

Famalicão: PSP apanha três a conduzir sem carta

Esta segunda-feira, a PSP deteve três pessoas, com 29, 54 e 55 anos de idade, que conduziam veículo automóvel sem a respetiva carta de condução.

As detenções aconteceram na cidade de Famalicão e os cidadãos foram notificados para comparecerem no Tribunal Judicial.

Associação Têxtil e Vestuário crítica falta de apoios à internacionalização

A direção da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal está preocupada com o que diz serem atrasos e incertezas no apoio à internacionalização para este setor do têxtil e vestuário.

Mário Jorge Machado, presidente da ATP, garante que a Associação tem procurado informações junto das entidades competentes e que não tem obtido as respostas que precisa.

«As manifestações de preocupação foram dirigidas ao mais alto nível, a diversas entidades e responsáveis políticos, desde a membros do Governo, ao COMPETE, à AICEP Portugal Global, à própria CIP, e, nalguns casos, manifestações reiteradas», acusa.

Mário Jorge Machado recorda que as «últimas calls do Portugal 2020 para a internacionalização das empresas ficaram muito aquém das necessidades, com cortes orçamentais que não eram de todo esperados. Sobretudo numa altura essencial em que deveríamos estar a ajudar as empresas a reverter os efeitos provocados, primeiro, por uma pandemia, a que somaram, recentemente, outros provenientes da guerra, com crise de preços na energia e matérias-primas, subida da inflação e recuo da procura», frisa.

Ainda que reconheça que as verbas do Portugal 2020 possam estar esgotadas, Mário Jorge Machado lembra que há um «Programa como o Portugal 2030 que devia estar ao serviço da economia desde 2021, e estamos no 3.º trimestre de 2022 e ainda ninguém consegue antecipar quando poderá estar operacional, com abertura de calls nestas e noutras áreas».