Na noite deste sábado, no fecho da edição 25/26 da I Liga, o FC Famalicão escreveu mais um capítulo no “Amor de Perdição” que sentiu desde que, em 2019/2020, regressou à I Liga. Hugo Oliveira, que na época passada já tinha colocado a equipa no sexto lugar, com a segunda melhor pontuação de sempre, desta vez esmerou-se e levou os seus jogadores ao 5.º lugar (o melhor de sempre), com 56 pontos (também maior de sempre).
A tudo isto acresce uma posição europeia se o Sporting vencer o Torreense no final da Taça. Mesmo que tal não aconteça – David vencer Golias – o FC Famalicão não deixou de fazer uma extraordinária época, a melhor nos seus 94 anos de vida. Pelos números, pelos recordes mas, acima de tudo, pelo jogo e por uma ideia que nunca foi colocada em causa e que os jogadores souberam interpretar na perfeição.
Na noite deste sábado, num Estádio Municipal cheio, a história que foi celebrada efusivamente após a vitória, 1-0, sobre o Alverca, com golo do jovem Umar Abubakar. Afinal foi o décimo segundo jogo consecutivo sem perder e o décimo sétimo sem sofrer golos.
Hugo Oliveira, que no Famalicão se estreou como treinador principal, entrou para a galeria dos notáveis, fazendo parte de um projeto desportivo onde a procura da estabilidade e qualidade é uma constante, assente na gestão da SAD, presidida pelo famalicense Miguel Ribeiro.
As férias já estão a começar, mas pode ser que os jogadores sejam chamados mais cedo para o regresso.
Foto FC Famalicão.
Cara de santo olha bem ele a fazer cara de teatro.. São todos santos… 🤨
😡 Sério ??? Onde é que estamos ??onde chegamos ?? Fica suspenso
Se fosse um bispo ou um ministro teria que acabar as religiões e os governantes ou para ti o futebol é que é o único culpado sejai sinceros e não ataques só o futebol ou tens medo de atacar as religiões esses sim devem acabar para mim já acabou
Ele só foi à festa tal como eu gostaria de ter ido ❤
O André Ventura tem razão quando fala dos pedófilos
Devia era ir cadeia
35? Inacreditável depois de ler este acórdão, alguém pensar que 35 meses é suficiente. Por todas as razões e até pelo próprio treinador, o futebol e o desporto tem de acabar.