Trofa leva tradição dos Santeiros ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro

A Câmara Municipal da Trofa vai “invadir” a Loja Interativa do Turismo do Porto e Norte de Portugal, no aeroporto Francisco Sá Carneiro, instalando no local uma “oficina de arte sacra”.

Esta ação promocional decorre no dia 1 de agosto e tem como propósito projetar o concelho da Trofa como destino turístico. «Estas ações permitem mostrar ao turista o concelho, dando a conhecer as nossas particularidades e a nossa identidade tão própria e tão diferenciadora» refere Sérgio Humberto, presidente da Câmara Municipal. A ação de promoção prevê, também, a distribuição de informação turística bilingue para melhor compreensão do visitante estrangeiro.

Para além da Arte Sacra, haverá momentos de animação com atuações das escolas de dança do concelho e degustação do doce tradicional da Trofa, o Castrinho.

A Loja Interativa terá, durante o dia, a promoção da Arte Sacra, um dos ex-libris trofenses, com demonstração ao vivo da Oficina do Santeiro Jorge Brás. Esta arte ancestral teve o seu maior impulso em 1920 quando o santeiro José ferreira Thedim criou a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que está na Capelinha das Aparições, no Santuário de Fátima.

Foi amplamente desenvolvida no vale do Coronado até ao final dos anos 70, existindo naquelas freguesias inúmeras oficinas-escola que produziram imaginária religiosa para todo o mundo.

Recorde-se que os Santeiros de São Mamede foram reconhecidos como uma das 7 Maravilhas da Cultura Popular Portuguesa e encontra-se em curso o processo para iniciar o dossier de candidatura deste ofício a Património Imaterial da Humanidade.

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Famalicão: Cantigas de Natal em Joane

A igreja paroquial de Joane recebe, na tarde de domingo, às 15h30, um concerto de “Melodias de Natal” promovido pela Rusga de Joane.

O concerto começa com o grupo anfitrião, a Rusga de Joane, com cantigas tradicionais religiosas, alusivas ao Natal e recolhidas na comunidade e nos cancioneiros populares da região minhota. Nesta iniciativa atua, também, a fadista Patrícia Costa com “Um Natal Português”, apresentando melodias quase perdidas na memória, que devolvem lugares, pessoas e vivências, envoltos no sentimento mais português: a saudade.

 

Famalicão: Projeto ‘ADN’ da PASEC vence Programar em Rede 2022

O projeto ‘ADN’ de Famalicão, da PASEC – Plataforma de Animadores Socioeducativos e Culturais, venceu a edição 2022/2023 do Programar em Rede, iniciativa do Município de Vila Nova de Famalicão que contempla uma verba, até 10 mil euros, para financiar um projeto cultural que seja apresentado em rede por várias entidades do concelho.

O ‘ADN’ será desenvolvido em parceria com o Centro Artístico ‘A Casa ao Lado’, o Agrupamento de Escolas D. Maria II, a Associação Famalicense de Prevenção e Apoio à Deficiência (AFPAD) e a APDASC Norte – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural.

Partindo de um processo de investigação-relação-ação, ‘ADN’ pretende levar os jovens e adultos famalicenses, nomeadamente os que estão em situação de exclusão, a refletir e retratar os principais autores e figuras históricas de Famalicão, através de um espetáculo interativo de rua e em espaços culturais com as populações locais por todo o concelho. Os textos, bandas sonoras, cenários amovíveis e encenações de dança e expressão corporal serão desenvolvidos pelos cidadãos numa lógica de cocriação.

A esta edição do Programar em Rede, concorreu, ainda, a Ribeirão Musical – Sociedade Artística e Musical com o projeto ‘Imbricações Artísticas’. A proposta vencedora conquistou cerca de 10 dos 18 votos apurados pelo Conselho Municipal da Cultura, do qual fazem parte as entidades culturais do concelho. A reunião decorreu na passada segunda-feira, 28 de novembro, na Casa das Artes.

Lançado em 2016, o programa municipal já apoiou cerca de seis projetos culturais de cooperação, que constituíram um investimento municipal na ordem dos 59 mil euros, tendo servido de alavanca para a concretização de «Museus Ilustrados em Rede» (2016), «Traço» (2017), «Poesia Invade a Cidade» (2018), «Marc@s, Intervenção pela Arte & Cultura – Pela Coesão Comunitária» (2019), «Intervenções artísticas na Unidade Hospitalar de Famalicão» (2020) e «Obras Sobrepostas» (2021).

 

Os Meninos Cantores da Trofa apresentam «Cantata de Pedra»

Depois do sucesso na Fundação José Saramago – Casa dos Bicos, em Lisboa e na Antiga Estação, na Alameda da Estação, chegou a vez da Casa da Cultura receber a interpretação dos Meninos Cantores do Município da Trofa, da «Cantata de Pedra», a partir do livro “José, Será Mago?”, com texto e música de Mário João Alves. O espetáculo decorre este domingo, às 11 horas.

O coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa, fundado a 1 de outubro de 1999, foi o primeiro projeto avançado pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Trofa. O coro é formado por cerca de 40 elementos e é dirigido desde a sua fundação pela maestrina Antónia Maria Serra.

«Falar nos Meninos Cantores do Município da Trofa é falar, inevitavelmente, em magia. As atuações dos nossos meninos são um orgulho não só para a autarquia, não só para o concelho, mas para o nosso país. O resultado de qualquer atuação é sempre algo brilhante», refere Renato Pinto Ribeiro, vereador da Cultura da Câmara Municipal da Trofa.

Exposição fotográfica sobre os Museus de Famalicão está patente no Mercado Municipal

A exposição “Museus de Famalicão. O outro lado” pode ser visitada na Praça-Mercado de Famalicão até ao dia 31 de maio de 2023. A mostra reúne uma seleção de trabalhos do fotojornalista Alfredo Cunha em torno dos museus de Famalicão, para um catálogo fotográfico com o mesmo nome.

O trabalho, que resulta de uma parceria entre o fotojornalista e o município de Famalicão, foi apresentado ao público no dia 26 de novembro, e está inserido no 10.º aniversário da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão.

«Confesso que quando recebi o convite, encarei-o com algum ceticismo», comentou Alfredo Cunha na apresentação. Depois da experiência, o fotógrafo admitiu que foi um trabalho que «me deu bastante prazer».

Alfredo Cunha percorreu cada um dos 11 museus-membro da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão, e ficou surpreendido com o que encontrou. «Nunca pensei que Famalicão tivesse museus tão diferentes Quando eu entro naqueles museus sou remetido para aquele tempo, para aquelas vivências. A dinâmica que os museus têm e a diversidade e a qualidade fizeram com que este projeto ganhasse vida própria», comentou sobre a sua experiência nos espaços museológicos.

O fotojornalista acrescentou que o «mais surpreendente de tudo é que eu fotografei os Museus de Famalicão com uma máquina fabricada em Famalicão», referindo-se à marca Leica. No final, admitiu que «sinto -me honrado, agradecido. Espero que gostem do livro».

Para o presidente da Câmara, «é esta riqueza e esta diversidade que fazem com que os Museus de Vila Nova de Famalicão sejam um produto atrativo». Mário Passos considera, ainda, que o legado e a polivalência dos museus famalicenses são o reflexo de «um passado riquíssimo, que queremos que perdure e vamos continuar a potenciar», afirmou o edil, que também enfatizou que «este trabalho fotográfico eterniza os nossos museus e o catálogo vai fazê-los perdurar no tempo».

De referir que a exposição ‘Museus de Famalicão. O outro lado’ é composta por 22 imagens dos Museus de Famalicão, selecionadas de entre o amplo registo fotográfico efetuado pelo fotojornalista Alfredo Cunha nos 11 museus-membros da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão. A publicação que originou a exposição pode ser adquirida na livraria municipal, localizada na Casa do Território do Parque da Devesa, em Famalicão, ou no Posto de Turismo, junto ao mercado municipal.

Famalicão: Teatro na Portela, Castelões, Mogege, Requião, Cruz e Mouquim

O grupo PASEC apresenta esta quinta-feira, dia 1, a peça “Ser ou não ser personagem secundária” no salão paroquial da Portela.

No mesmo dia, Castelões recebe na EB1 de Castelões, pelas 16h00, a peça “Procura-se morto… ou morto”, protagonizado pelo Núcleo de Teatro da ACV – Associação Cultural de Vermoim.

Sábado, dia 3, será apresentada a obra “Salsada de Comédia”, protagonizada pela Associação Projeto Amarcultura. Será às 16h00, no salão da Junta de Freguesia de Mogege.

Nesse mesmo dia, Requião acolhe “Eu, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles”, protagonizado pelo Grutaca, Grupo de Teatro Amador Camiliano, no Pavilhão Multiusos, pelas 21h30.

Domingo é dia de ‘Beatriz e o Peixe Palhaço”, protagonizado por Elsa Pinho, na Junta de Freguesia de Cruz, pelas 16h00.

Mouquim convida para a peça “O Julgamento”, protagonizado por Greculeme, Grupo Recreativo e Cultural de Lemenhe, no salão paroquial, às 16 horas.

Todas as sessões têm entrada livre.

Recorde-se que o Teatro N’Aldeia é uma iniciativa promovida pelo Município de Vila Nova de Famalicão que acontece até dia 18 de dezembro. Todas as semanas há sessões de teatro nas freguesias do concelho, às sextas, sábados ou domingos, em horários que variam entre as 16h00 e as 21h30.

Toda a programação em www.famalicao.pt/agenda-municipal-famalicao

 

Famalicão: Município gasta anualmente 160 mil euros no ensino articulado da dança, música e teatro

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão investe por ano cerca de 160 mil euros em meio milhar de alunos famalicenses que frequentam o ensino artístico articulado nas áreas da música, da dança e do teatro, do segundo ciclo ao ensino secundário. Os apoios incluem comparticipação de propinas, pagamento de transporte e cedência de instalações.

A dança é ministrada pela AN-Dança Conservatório de Dança de Vila Nova de Famalicão. Existe desde o ano de 2020/21, e conta atualmente com 67 alunos. Na última reunião de Câmara, esta instituição de ensino recebeu um apoio financeiro municipal de 45 mil euros.

O Curso Básico de Música, em regime articulado, existe desde os anos 90, sendo da responsabilidade da Artave/CCM Centro de Cultura Musical e pela ArtEduca – Conservatório de Música, com um total de cerca de 400 alunos.

Depois da música e da dança, o município famalicense avançou este ano letivo 2022/23 com o ensino artístico especializado de teatro, ministrado pela ACE – Escola de Artes. Frequentam cerca de 20 alunos de 5.º ano.