Vila do Conde: Jovem de 22 anos esfaqueado três vezes

Um jovem de 22 anos foi esfaqueado, esta segunda-feira, em Vila do Conde.

Segundo relata o Jornal Correio da Manhã, o crime aconteceu à noite na sequência de um desentendimento ocorrido durante a tarde entre a vítima e o agressor, junto à doca de Vila Chã.

O jovem foi socorrido pelos bombeiros de Vila do Conde e transportado para o hospital da Póvoa de Varzim.

Não corre risco de vida, garante a mesma fonte.

O agressor, apesar de se ter colocado em fuga, foi detido pela PSP.

 

 

 

Famalicão: Supermercado ALDI abre em Joane ainda este ano

Tal como a Cidade Hoje avançou, a rede de supermercados ALDI prepara-se para abrir uma loja em Vila Nova de Famalicão.

O espaço fica localizado na vila de Joane, na Avenida Padre Silva Rego, junto à VIM.

A cadeia de supermercados de origem Alemã ALDI está em expansão no território nacional, sendo que na região vai avançar com a construção de uma plataforma logística, em Santo Tirso.

A Cidade Hoje está em condições de avançar que a loja ALDI de Joane vai entrar em funcionamento ainda no decorrer deste ano.

Governo propõe aumento mínimo de 52 euros por ano até 2026 na função pública

O Governo propõe esta segunda-feira aos sindicatos da administração pública aumentos salariais entre 8% e 2%, com garantia de um mínimo de cerca de 52 euros por ano até 2026, disse a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

O aumento anual mínimo para a função pública será equivalente a uma mudança de nível remuneratório (cerca de 52 euros), variando entre 8% para a remuneração mais baixa da tabela, que é de 705 euros, e 2% para os rendimentos a partir de 2.570,82 euros.

“Isto significa que, através deste mecanismo de atualização salarial, os salários da administração pública subirão, em média, 3,6% durante o próximo ano”, salientou a ministra, em declarações à Lusa.

Este novo mecanismo de atualização é plurianual, sendo válido até 2026 o que, segundo Mariana Vieira da Silva, “confere alguma previsibilidade aos aumentos salariais ao longo dos quatro anos” da legislatura, embora possam ocorrer algumas revisões a cada ano, consoante a realidade económica e financeira do país, admitiu.

Mariana Vieira da Silva garantiu, no entanto, que nenhum funcionário público terá um aumento inferior a 208 euros no total dos quatro anos.

“Este mecanismo de atualização dos salários garante que todos os funcionários públicos têm, no mínimo, um valor próximo daquele que tem sido o aumento do salário mínimo, o que significa que não há nenhum funcionário público português que ao longo desta legislatura, até ao final, tenha um aumento inferior a 208 euros”, realçou a governante.

A ministra destacou ainda que, com o aumento de 8%, a remuneração base da administração pública (que corresponde atualmente ao salário mínimo nacional, de 705 euros) vai passar para os 761,58 euros no próximo ano, “de modo a garantir que não há, para estes funcionários públicos, nenhuma perda de salário em função do valor da inflação”, que o Governo estima em 7,4% para 2022.

O aumento de 8% irá abranger 123.607 funcionários públicos, de acordo com as contas do executivo.

Significa ainda que “todos os salários até 1.000 euros terão um aumento de, pelo menos, 5,5%”, sublinhou a ministra, acrescentando que nesta situação estão cerca de 260 mil trabalhadores, o equivalente a um terço da administração pública.

A Tabela Remuneratória Única (TRU) da função pública tem 115 níveis remuneratórios, que começam nos 705 euros indo até aos 6.427,06 euros.

Os aumentos propostos pelo Governo entre 2% e 8% resultam assim em acréscimos desde cerca de 52 euros (para rendimentos entre 709,46 euros e 2.570,82 euros) até ao máximo de 128,54 euros, para a remuneração mais alta da tabela (6.427,06 euros).

Por exemplo, um trabalhador com remuneração de 955,37 euros brutos tem um aumento de 5,5%, equivalente ao valor mínimo de cerca de 52 euros.

Já um funcionário que ganhe 3.039,82 euros terá um aumento de 60,80 euros (equivalente a 2%).

Além da proposta de aumentos salariais, o Governo propõe ainda aos sindicatos a revisão da TRU, como estava previsto no programa do Governo.

Neste âmbito, a proposta do Governo prevê para os próximos quatro anos uma valorização das carreiras de técnico superior e de assistente técnico e uma diferenciação salarial na carreira dos assistentes operacionais, que terão valores remuneratórios diferentes ao longo da carreira, consoante a antiguidade.

Os técnicos superiores terão um salto adicional de um nível remuneratório (mais 52 euros), que será faseado ao longo da legislatura, enquanto os assistentes técnicos verão esse acréscimo ser aplicado já no próximo ano, sendo assim aumentados em 104 euros no total.

Em 2022, a generalidade dos 740 mil funcionários públicos teve aumentos salariais de 0,9%, em linha com a inflação verificada em 2021, retirada a deflação.

Famalicão: PSP identifica sete adeptos envolvidos na confusão antes do Famalicão x Boavista

A PSP identificou sete envolvidos nos confrontos registados antes do Famalicão x Boavista, na noite deste domingo.

Em comunicado, aquela autoridade refere que no momento em que começaram os desacatos, a esplanada destruída estava ocupada por adeptos do Boavista F.C., tendo a confusão iniciado aquando da presença de apoiantes da equipa da casa.

 

A Polícia de Segurança Pública informa ainda que a pronta intervenção dos seus agentes evitou uma escalada ainda maior da violência e fez com que os desacatos terminassem rapidamente.

O processo vai seguir os trâmites habituais para o total apuramento dos factos.

O João Pedro chegou e o Famalicão goleou (4 – 0)

O Futebol Clube de Famalicão venceu, no Estádio Municipal, o Boavista, em partida da 8ª jornada Liga Portugal Bwin.

No jogo que marca o regresso de João Pedro Sousa ao emblema famalicense, os golos foram apontados por Ivo Rodrigues, J. Rodríguez, Youssouf e Gustavo Assunção.

Veja os golos:

Na próxima jornada, o Futebol Clube de Famalicão vai a casa do Arouca, numa partida marcada para dia 10 às 20h30.

Papa Francisco faz pedido a Putin

O papa Francisco dirigiu-se ao Presidente da Rússia, Vladimir Putin, para pedir que pare a “espiral de violência e morte” na Ucrânia, expressando preocupação com o risco de uma escalada nuclear.

O papa Francisco dirigiu-se este domingo ao Presidente da Rússia, Vladimir Putin, para pedir que pare a “espiral de violência e morte” na Ucrânia, expressando a sua preocupação com o risco de uma escalada nuclear. “O meu apelo é dirigido sobretudo ao Presidente da Federação Russa, implorando-lhe que pare, também por amor ao seu povo, esta espiral de violência e morte”, disse Francisco na celebração do Angelus, na Praça de São Pedro, dirigindo-se pela primeira vez em público a Putin, sem citar o seu nome.

Francisco pediu também ao mundo para recorrer a “instrumentos diplomáticos” para pôr fim a este conflito “grave, devastador e ameaçador”, além de encorajar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a “estar aberto a sérias propostas de paz”.

O papa, que falava da janela do Palácio Apostólico, falou ainda da “profunda dor” causada pelos “rios de sangue e lágrimas testemunhados nestes meses, os milhares de vítimas, principalmente crianças e as muitas destruições que deixaram desabrigadas muitas pessoas e famílias e ameaçam vastos territórios com frio e fome”. Além disso, questionou o facto de a humanidade se encontrar novamente “diante da ameaça atómica”, que disse ser um “absurdo”.

O papa pediu para que seja alcançado “um cessar-fogo imediato”, que “se calem as armas e se busquem condições para iniciar negociações capazes de levar a soluções não impostas pela força, mas acordadas, justas e estáveis”. Estas, realçou, “devem basear-se no respeito pelo sacrossanto valor da vida humana, a soberania e integridade territorial de cada país, bem como pelos direitos das minorias e pelas suas legítimas preocupações”.

Francisco também lamentou “a grave situação criada nos últimos dias com novas ações contrárias aos princípios do direito internacional”, numa referência à anexação russa de quatro regiões ucranianas, que o papa não nomeou. Essas ações “aumentam o risco de uma escalada nuclear a ponto de temer consequências incontroláveis e catastróficas em todo o mundo”, disse.

O apelo do papa, além de dirigido a Putin e Zelensky, também se dirigiu a “todos os protagonistas da vida internacional” para que “façam todo o possível para acabar com a guerra em curso” para não serem arrastados para “escaladas perigosas” e “promoverem e apoiarem” iniciativas de diálogo.

“Por favor, vamos fazer com que as novas gerações respirem o ar saudável da paz, não o ar poluído da guerra, que é uma loucura. Após sete meses de hostilidades, que todos os instrumentos diplomáticos sejam usados, incluindo os que eventualmente até agora não foram usados, para acabar com esta enorme tragédia”, salientou.

Francisco sempre mostrou preocupação com a guerra na Ucrânia, chegando a ponderar uma viagem a este país, e agora decidiu dedicar o Angelus a refletir sobre este problema, algo que raramente acontece, sendo que a última vez que ocorreu em 2013 para pedir a paz na Síria.