GNR detém oito pessoas por tráfico de droga

No âmbito de uma operação policial, que decorreu este sábado, nas cidades de Braga e Guimarães, e nos concelhos limítrofes, o Núcleo de Investigação Criminal de Braga da GNR deteve oito indivíduos, entre os 25 e os 35 anos e apreendeu 272 doses de cocaína; 228 doses de haxixe e 25 doses de MDMA. Os militares apreenderam, ainda, 5 248 euros em numerário; 15 telemóveis; 10 viaturas ligeiras; três computadores e diversos discos rígidos; três balanças e diverso material de corte; uma moto de cilindrada elevada; e várias armas proibidas e armas brancas.

A operação, relativa ao tráfico de droga, foi levada a cabo por 90 militares, dos Comandos Territoriais de Braga, Aveiro, Porto e Viana do Castelo, através das estruturas de Investigação Criminal, Territorial, Intervenção e Cinotécnica. Contou, ainda, com a colaboração PSP.

Famalicão: Carro entra em despiste e embate em caixa de eletricidade

Um carro entrou em despiste e embateu contra uma caixa de eletricidade, por volta das 07h00 deste domingo, na Avenida 9 de Julho, em Vila Nova de Famalicão.

Por razões ainda desconhecidas, o condutor terá perdido o controle da viatura e foi embater contra um poste e uma caixa que fornece energia a várias casas e estabelecimentos daquela área. O choque contra o poste acabou por travar a queda do carro ao jardim de uma casa.

Não há registo de feridos.

O acidente provocou ainda um corte de energia que obrigou ao encerramento temporário de um restaurante que funciona 24h por dia a poucos metros daquele local.

Associação da GNR diz que agressões a militares em serviço estão a aumentar

“Há cada vez mais agressões e nada se tem feito para considerar a profissão de risco”, disse à agência Lusa o presidente da APG, César Nogueira, a propósito dos militares que hoje de madrugada ficaram feridos numa operação de fiscalização de trânsito no distrito de Coimbra.

O presidente da associação socioprofissional mais representativa da Guarda Nacional Republicana adiantou que tem colocado várias vezes a questão dos militares agredidos em serviço ao Ministério da Administração Interna, mas esta profissão “ainda não é considerada pelo Estado como de risco”.

“O ministro da Administração Interna afirma vária vezes que sente um carinho especial pela GNR, mas esse carinho não se sente no trabalho do dia a dia”, disse, dando como exemplo que um militar da GNR recebe menos 100 euros do que um agente da PSP.

Questionado sobre se a APG tem números de quantos militares da GNR foram agredidos nos últimos tempos, César Nogueira disse que a associação não tem esse dados, mas adiantou que foram “bastantes este ano e no ano passado”.

“Há cada vez mais militares da GNR que são agredidos em serviço”, insistiu, sublinhando que este aumento é “consequência do sentimento de impunidade de quem pratica as agressões”.

O presidente da APG defendeu penas mais pesadas para quem agride um agente de autoridade, salientando que, apesar de ser um crime público, a maioria das vezes tal não é considerado pelos tribunais.

César Nogueira disse também que há outras questões para explicar as agressões aos militares da GNR, como a falta de efetivo.

“Enquanto não houver mais elementos, é diferente fazer uma patrulha constituído por dois elementos do que fazer uma patrulha com quatro militares”, frisou.

O presidente da APG disse também que o caso registado hoje de madrugada é diferente, uma vez que foi utilizada arma de fogo e a maior parte dos militares da GNR são alvo de agressões físicas.

Os dois militares da GNR sofreram ferimentos ligeiros depois de terem sido “atingidos com disparos de arma de fogo” numa operação de fiscalização de trânsito, cerca das 01:10 de hoje no Itinerário Complementar 2 (IC2), junto ao posto de combustível da Repsol, na freguesia de Cernache.

Segundo a GNR, um dos militares foi transportado para o hospital.

César Nogueira contou que esta patrulha de dois militares se deslocava para uma operação de trânsito programada pela GNR, mas no percurso teve de fazer a fiscalização a uma viatura.

Enquanto os militares estavam a ver os dados do carro, os ocupantes puseram-se em fuga e disparam tiros.

O presidente da APG disse ainda que os dados da viatura em fuga são conhecidos e que havia três ocupantes.

Oficiais de justiça marcam cinco dias de greve alternados em junho e julho

A greve nacional está marcada para 25 e 28 de junho e dois, quatro e 12 julho e o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) garante que os tribunais vão paralisar na sua totalidade no país, uma vez que não vão ser garantidos os serviços mínimos.

O secretário-geral do SFJ, António Marçal, disse hoje à agência Lusa que o sindicato marcou cinco dias alternados, uma vez que uma greve de 24 horas não tem serviços mínimos face aos recentes acórdãos do Tribunal da Relação de Lisboa.

Em causa está o Decreto-Lei de Execução Orçamental de 2019 que integra um suplemento de 10% no vencimento dos oficiais de justiça. Segundo o novo diploma, este valor é abonado 11 vezes por ano, mas o pagamento é dividido pelos 14 salários auferidos pelos trabalhadores durante um ano.

Atualmente, os oficiais de justiça recebem este subsídio 11 meses por ano e não está integrado no ordenado.

Estes profissionais exigem a sua integração no ordenado e o pagamento de 14 meses.

António Marçal sublinhou que o protesto está relacionado com “o continuar por parte do Ministério da Justiça em não cumprir com aquilo que se compromete com os oficiais de justiça”, tendo sido “a última gota de água” a não integração total do suplemento no vencimento.

O secretário-geral do sindicato recordou que a ministra da Justiça comprometeu-se na Assembleia da República a fazer essa integração.

“Aquilo que pretende é dividir o suplemento para que seja pago por 11 meses em vez dos 14, isto é, uma redução efetiva do vencimento, numa altura em que, por exemplo, para os juízes, a ministra não só passa a pagar 14 meses, como aumenta o valor do subsídio de forma a compensar a questão da tributação”, precisou.

O sindicalista classificou este tratamento “inaceitável”, considerando que “não pode haver uma política para filhos e outra para enteados como a senhora ministra tem vindo a fazer”.

O SFJ tem também marcadas para os dias de greve manifestações e concentrações para Lisboa, Porto, Ponta Delgada, Funchal e Faro.

O sindicato mais representativo dos oficiais de justiça promete ainda mais um conjunto de greves para o período eleitoral das legislativas caso o Governo não reveja esta situação.

“Vamos continuar esta jornada de luta se o Ministério não reverter esta posição com um conjunto de greves já marcadas para o período eleitoral”.

Segunda-feira arrancam duas semanas de provas para 260 mil alunos

Até ao final do mês, 159.840 alunos do ensino secundário vão realizar quase 350 mil exames, sendo que a maioria dos estudantes tem como objetivo conseguir uma nota que lhe permita entrar no ensino superior, segundo dados do Ministério da Educação.

São os alunos do 11.º ano quem vai inaugurar a época de exames, com a prova de Filosofia marcada para as 09:30 de segunda-feira.

Já na terça-feira, haverá provas para todos os níveis de ensino: os estudantes estrangeiros do 9.º ano têm exame de “Português Língua Não Materna” (PLNM); os do 11.º terão exame a Latim e os finalistas vão mostrar o que sabem a “Português”; “Português Língua Segunda” ou a PLNM.

O exame de Português do 12.º ano é a prova com mais inscritos (77.033 alunos), seguindo-se a prova de Matemática A que se realiza uma semana depois, a 25 de junho, e tem quase 48 mil alunos inscritos, segundo informações dos serviços do Ministério da Educação.

Biologia e Geologia, uma das provas necessárias para o acesso aos cursos de Medicina, é a terceira com mais inscritos: 46.067 alunos do 11.º ano vão realizar o exame a 26 de junho.

Já esta quarta-feira é dia de “Física e Química A” para 44.618 alunos do 11.º ano e de “Geografia A” para outros 25 mil alunos do mesmo ano de escolaridade.

Os quase 100 mil alunos do 9. ano fazem a prova nacional de Português a 21 de junho e a de Matemática uma semana depois, a 27 de junho.

A primeira fase dos exames nacionais do básico e secundário só termina no final do mês, estando marcado para meados de julho o arranque da 2.º fase dos exames nacionais do secundário.

Para os alunos mais novos, a próxima semana é também altura de regresso às provas de aferição e sinal de férias à porta: Na segunda-feira, é dia de “Português e Estudo do Meio” e na quarta-feira os alunos do 2.º ano de escolaridade mostram os seus conhecimentos a “Matemática e Estudo do Meio”. Esta não é uma estreia para os mais novos, que em maio já tinham realizado as provas de “Expressões Artísticas” e “Expressões Físico-Motoras”.

Também para os do 5.º ano, esta será a sua última semana de trabalho. Depois dos exames a Educação Física e “Matemática e Ciências Naturais”, os alunos do 2.º ciclo vão prestar provas a “História e Geografia de Portugal” na quarta-feira.

No mesmo dia, os estudantes do 8.º ano também fazem a sua última prova de aferição a “História e Geografia”, isto depois de a 6 de junho terem realizado a prova de Português.

Escolas de Famalicão foram a Fafe apresentar ideias para mudar o mundo

O Município de Vila Nova de Famalicão esteve este fim de semana em Fafe representado no seminário final do Projeto “Ter Ideias para Mudar o Mundo” por cinco educadoras de infância de Agrupamentos de Escolas.

Este grupo de educadoras do concelho integra o grupo das 15 educadoras dos cinco Municípios da NUT III Ave, que chegaram ao fim do processo de formação do projeto “Ter Ideias para Mudar o Mundo”.

Vila Nova de Famalicão apresentou cinco projetos: “Aromatizar saberes”, desenvolvido na EB de Bairro e “Os castelos”, da EB de Riba de Ave, ambas escolas do Agrupamento de Escolas de Pedome; “Hortinha biológica”, do Centro Escolar de Joane, e “Casinha”, desenvolvido no JI de Vermoim, os dois estabelecimentos do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado; e “Amigos do planeta”, realizado na EB1 Louro/Mouquim/Lemenhe, do Agrupamento de Escolas D. Maria II.

O “Ter Ideias para Mudar o Mundo” é um projeto que integra o Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar do Ave (PIICIE do Ave), promovido pela Comunidade Intermunicipal do Ave, em parceria com a Associação Coração Delta – Centro Educativo Alice Nabeiro.

Este projeto apresenta como principal objetivo a promoção de experiências inovadoras e o desenvolvimento do espírito empreendedor nas crianças do pré-escolar dos Municípios da NUT III Ave.

A apresentação dos mais variados projetos foi feita pelas crianças que os desenvolveram ao longo do ano.

“Como vamos mudar o mundo na CIM do Ave” foi o tema de um debate que contou com a intervenção, entre outros, do vereador da educação na Câmara de Famalicão Leonel Rocha, de um representante da Associação Coração Delta e da CIM do Ave.