Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
- Novos casos: + 41.511
- Óbitos: + 44
- Recuperados: + 46.439
- Internados: 2.409 (-36)
- Internados em UCI: 169 (-5)
- Casos ativos: 637.821 (-4.972)
Uma mulher de 49 anos, está a ser julgada em Gondomar por um crime que cometeu no verão de 2020, a condução de um veículo com uma taxa de álcool de 3,48 gramas por litro no sangue.
Segundo avança o “Vilaverdense”, a mulher, residente em Vila Verde, Braga, foi fiscalizada pela PSP em Gondomar, depois de ter passado o dia a beber com amigas.
No julgamento, disse estar arrependida e explicou que tudo aconteceu na sequência de uma “almoçarada” que se prolongou até à noite.
De acordo com o Correio da Manhã, “o juiz do Tribunal de Gondomar disse, no julgamento, que nunca tinha julgado ninguém, sobretudo mulher, com uma taxa de álcool tão elevada”.
O Futebol Clube de Famalicão defronta, na noite deste domingo, o Sporting, na jornada 21 da Liga Portugal Bwin.
Na antevisão ao encontro, Rui Pedro Silva, o técnico famalicense, diz ter uma equipa confiante para uma boa exibição em Alvalade que se pode traduzir num bom resultado.
Confira as declarações do treinador do Futebol Clube de Famalicão
A Junta da União de Freguesia de Ruivães e Novais entregou, este fim de semana, mais um cheque de apoio à natalidade.
Desta vez a oferta foi à família do pequeno Vicente, que levou para casa um vale de 250 euros que pode ser utilizado no comércio local.
A medida, para além de apoiar os agregados familiares, tem como objetivo dinamizar o comércio de proximidade.
Todos os nascidos naquela união de freguesias recebem este apoio que já vigora há quatro anos.
A Junta de Ruivães e Novais decidiu associar-se à causa do Tiago, jovem famalicense que precisa de 500kg’s de tampinhas para conseguir uma cadeira de rodas apropriada à sua condição.
Assim, todos os interessados em deixar o seu contributo, podem fazê-lo na segue da junta de freguesia de Ruivães e Novais.
As tampinhas serão, depois, entregues aos responsáveis por esta angariação.
Este calendário foi avançado à agência Lusa por fonte do Governo, depois de questionada sobre nomes que se consideram seguros no terceiro executivo liderado por António Costa.
“O Governo só deverá tomar posse em 23 ou 24 de fevereiro. Há que aguardar pelo apuramento dos resultados da emigração, pela publicação dos resultados e pela primeira reunião da Assembleia da República”, começou por referir a mesma fonte.
“Neste quadro, o primeiro-ministro só apresentará os nomes do futuro Governo ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em 22 ou 23 de fevereiro – e só pouco antes fará convites. Até lá é tudo especulação”, acrescentou.
Na quarta-feira, o chefe de Estado comunicou numa nota oficial que, “na sequência das eleições legislativas no passado domingo, 30 de janeiro, ouvidos, nos termos constitucionais, os partidos políticos representados na nova Assembleia da República, e tendo em conta os resultados eleitorais, comunicou ao doutor António Costa, secretário-geral do PS, a sua intenção de o indigitar como primeiro-ministro do XXIII Governo Constitucional, a qual será formalizada depois do apuramento dos votos dos círculos eleitorais da Europa e de fora da Europa”.
Na mesma nota, divulgada após o chefe de Estado e o secretário-geral do PS terem iniciado uma reunião por videoconferência, salienta-se que “a nomeação e posse terão lugar depois da primeira sessão da XV legislatura da Assembleia da República”.
Na terça-feira, António Costa iniciou um período de sete dias de isolamento, por ter testado positivo ao vírus que provoca a covid-19, o que o impediu de ser recebido pelo Presidente da República no Palácio de Belém.
O PS venceu as legislativas de domingo com maioria absoluta, com 41,7% dos votos e 117 dos 230 deputados em território nacional – falta ainda atribuir os quatro mandatos dos círculos da emigração –, numas eleições em que o Chega se tornou a terceira força política e CDS-PP e PEV perderam representação parlamentar.
O artigo 187.ª da Constituição da República Portuguesa estabelece que “o primeiro-ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais”.

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