I Liga: Autoridades de saúde autorizam público no Santa Clara – Paços de Ferreira do próximo sábado

O jogo Santa Clara e o Paços de Ferreira, referente à 21ª jornada da Liga NOS, vai receber público nas bancadas.

A decisão surge depois de um entendimento entre as diversas entidades envolvidas no processo, nomeadamente a Direção Geral da Saúde.

É a primeira vez que o público entra nos estádios no ano de 2021 no futebol português. No entanto, e de acordo com as informações disponibilizadas, só adeptos da equipa da casa é que poderão marcar presença neste jogo.

Santa Clara x Paços de Ferreira, está marcado para o próximo sábado, dia 27 de fevereiro.

Mau tempo: Árvore caída trava comboio no troço Nine – Barcelos

Um comboio que fazia a ligação Porto-Valença foi obrigado a interromper o seu percurso, em Barcelos, cerca das 08h00 deste sábado.

Na origem deste incidente terá estado uma árvore que caiu para a linha, no troço Nine – Barcelos, avança o jornal O Minho.

A situação terá ficado resolvida por volta das 09h30, contudo, a locomotiva deverá partir da estação de Barcelos cerca das 12h00, por uma questão de acerto dos horários por parte da CP.

Covid-19: Há uma vacina portuguesa pode estar pronta 2022 mas precisa de apoio do Estado

“A meio deste ano, poderemos iniciar os ensaios clínicos [depois de os ensaios pré-clínicos que estão ainda a decorrer] e depois, em nove meses, ter os resultados para pedir uma autorização de emergência, tal como foi feito com as vacinas que estão no mercado”, disse à agência Lusa o diretor-executivo da Immunethep, Bruno Santos, apontando para o final do primeiro semestre de 2022 a altura em que a vacina poderá estar pronta para a sua produção e distribuição.

No entanto, esses prazos só poderão ser cumpridos caso a Immunethep, sediada no Biocant Park, em Cantanhede, no distrito de Coimbra, receba investimento por parte do Estado para tornar o processo o mais rápido possível.

“Sem isso, o prazo será muito mais estendido. O atraso na entrada de capital irá refletir-se no resultado de quando a vacina estará no mercado”, explicou, referindo que são necessários cerca de 20 milhões de euros, caso as entidades reguladoras aprovem o plano de ensaios clínicos.

Segundo Bruno Santos, a Immunethep já tem vários privados interessados em investir no desenvolvimento da vacina, mas só o irão fazer quando tiverem “uma perspetiva mais clara sobre o interesse nacional em apoiar esta vacina”.

“O volume de investimento que é necessário é difícil de mover em privados. Era mais rápido se o investimento fosse público. Tivemos uma pequena ajuda do Portugal2020, em que recebemos 250 mil euros, mas a Pfizer recebeu 250 milhões do Estado americano. Tentar fazer algo, com mil vez menos, é impossível”, frisou.

De acordo com o responsável, o interesse privado em apoiar a produção da vacina centra-se também na possibilidade de a mesma ser usada, “por exemplo, nos PALOP [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa], que terão muito mais dificuldade de acesso à vacina]”.

A vacina desenvolvida pela empresa sediada no Biocant apresenta “algumas características diferenciadoras”, notou.

Ao contrário das vacinas da Moderna e da Pfizer que identificam apenas uma parte importante do vírus, uma proteína, a da Immunethep usa “o vírus como um todo”, o que a torna mais abrangente perante variantes do novo coronavírus.

Por outro lado, como a vacina será administrada por inalação, permite uma “maior proteção dos pulmões, que é onde entra o vírus”, e uma maior facilidade na sua distribuição e administração, por não exigir “nem temperaturas negativas nem um profissional de saúde que saiba administrar por via intramuscular”, aclarou.

A empresa biotecnológica fundada em 2014 tem já acordos de produção, nomeadamente com uma empresa especialista sediada no Canadá, estando também a avaliar a possibilidade de se “trazer uma unidade de produção de vacinas para Portugal”, referiu.

Marcelo avança com promulgação do aumento das reformas em 10 euros

Marcelo Rebelo de Sousa promulgou o diploma que regulamenta o aumento extraordinário de dez euros por pensionista que receba até 658,21 euros, segundo uma nota publicada na página da Presidência.

De acordo com a nota, o Presidente promulgou “o diploma do Governo que regulamenta a atualização extraordinária das pensões prevista na Lei do Orçamento do Estado para 2021”.

O Conselho de Ministros aprovou o decreto que prevê a atualização extraordinária das pensões, que já foi paga este mês com retroativos a janeiro, lembrou então a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

O aumento é de dez euros por cada pensionista que recebe até 658,21 euros e a medida abrange 1,9 milhões de pessoas, segundo o Governo.

PSP fatura mais de 100 mil euros em multas àqueles que “furam” estado de emergência

Dados enviados à agência Lusa indicam que a Polícia de Segurança Pública registou, até quinta-feira, um total de 9.141 autos de contraordenação às regras do estado de emergência, 7.969 dos quais em Portugal continental e 1.172 nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

A PSP precisa que se encontram atualmente concluídos aproximadamente 1000 processos contraordenacionais, cerca de 10% do total de autos levantados em Portugal Continental, tendo procedido à cobrança de aproximadamente 102 mil euros.

Esta semana, o ministro da Administração Interna afirmou no parlamento que, em janeiro e fevereiro, foram aplicadas 13.300 contraordenações pelas forças de segurança no âmbito do estado de emergência, enquanto em todo o ano de 2020 foram registadas 5.000.

Entre as contraordenações estão o incumprimento do dever geral de recolhimento domiciliário, uso de máscara nas vias e espaços públicos, circulação entre concelhos, consumo de bebidas alcoólicas na rua, incumprimento das regras de ocupação, lotação, permanência, distanciamento físico e meios de marcação prévia nos locais abertos ao público, regras de funcionamento de restaurantes e incumprimento do fecho de instalações e estabelecimentos, bem como incumprimento das regras de venda de bebidas alcoólicas.

Deputado famalicense Jorge Paulo Oliveira ouve dificuldades criadas pela Covid aos restaurantes de Famalicão

Alívio nos impostos e contribuições, reforço das medidas de apoio já existentes, prorrogação da moratória sobre contratos bancários e isenção de tributação sobre os apoios recebidos a fundo perdido foram os principais pedidos dos representantes da Associação de Restaurantes de Famalicão que estiveram, esta sexta-feira, reunidos com o Deputado à Assembleia da República, Jorge Paulo Oliveira.

A Associação, liderada por Pedro Mesquita, que agrega a grande maioria dos restaurantes de Vila Nova de Famalicão, acredita que, sem prejuízo de muitas outras medidas, aquelas estão entre as mais importantes para assegurar a sobrevivência das empresas e a manutenção dos postos de trabalho num dos setores especialmente impactado pelos efeitos da COVID-19.

“O segundo confinamento geral acabou por determinar o encerramento da restauração. Uma parte do setor está encerrado e a outra, ou funciona em “take-away” ou faz às entregas ao domicílio. Há o risco de uma significativa destruição do tecido empresarial neste setor. Em todo o país há muitos empresários que desesperam para pagar salários, pagar custos fixos e pagar aos fornecedores”, disse Jorge Paulo Oliveira.

“Todos os esforços da administração central e das autarquias locais são necessários, mas temos igualmente de assegurar uma permanente monitorização e avaliação das medidas que estão no terreno, as novas e as antigas. Para isso é fundamental, amiúde, ouvir os empresários do setor, as suas associações representativas. Só dessa forma podemos corrigir o que possa ser corrigido e ajustar o que possa ser ajustado. Foi esse um dos objetivos desta reunião, colher informação direta, junto de quem está no terreno e sabe melhor do que ninguém do que fala, para depois a podermos levar para o centro do debate politico nacional que é o Parlamento, até porque o que se passa em Vila Nova de Famalicão é uma boa amostra do que se passa no país” afirmou o deputado famalicense.

Recorde-se que a Associação de Restaurantes de Famalicão tem formalmente pouco mais de dois meses de vida, mas é responsável, numa parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, por um projeto de entrega gratuita de refeições ao domicílio durante todos os dias da semana, de segunda a domingo, ao jantar, um projeto que se assume como uma alternativa às plataformas que já existem, com claros benefícios para o consumidor e empresários da restauração.